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Líder adventista reconhece a santidade e virgindade de Maria!!!

jul 15, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja

Autor: Pastor Alejandro Bullón
Fonte: www.doutrinacatolica.com
Programa “Está Escrito”
Palestra “Enchei as Vasilhas

Trecho do Sermão de Alejandro Bullón, o Pastor mais respeitado entre os Adventistas do Sétimo Dia, no Programa de TV “Está Escrito”:

“Vou tratar agora de um assunto muito delicado: a Santa Virgem Maria.

Como todos sabemos, o inimigo é muito astuto.

Ele não quer cristãos equilibrados.

Ele quer nos levar ao fanatismo ou ao liberalismo.

Isto é certo com relação a qualquer assunto da Bíblia.

Vejam, o inimigo leva muitos cristãos que têm a Bíblia nas mãos, a pensar do seguinte modo:

” A Virgem Maria não é importante.

Ela foi uma mulher como qualquer outra.

Não temos que ficar reverenciando-a; não temos que falar muito dela, porque isso é idolatria.”

Meu amigo, se um cristão, com a Bíblia aberta, diz isso, ele não sabe o que está dizendo.

Porque a Virgem Maria foi um ser humano sim, mas não foi um ser humano comum.

Ela foi uma mulher com uma experiência maravilhosa com Deus.

Ela foi uma mulher de vida piedosa, exemplar.

Hoje, a figura da virgem Maria se levanta como um exemplo de vida, de entrega e de comunhão com Deus.

Por isso, ela merece todo o nosso respeito e a nossa reverência.

Merece que a amemos e que ensinemos mais da vida maravilhosa que viveu.

Mas como já disse, o inimigo não quer pessoas equilibradas.

Ele tanto leva os cristãos ao extremo de serem desrespeitosos com ela, como as engana e as leva para outro extremo.

No momento de desespero, procuram a ajuda da Santa Virgem Maria. E os cristãos do outro extremo olham para elas com olhos acusadores e dizem:

- Vocês são idólatras.

Adoram um ser humano.

Eles ignoram a sinceridade com que estas pessoas estão procurando chegar a Deus…”


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O que significa a virgindade de Maria?

jun 16, 2006 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Outros

02 de abril de 2006
Gonzalo Aranda

Os dois primeiros capítulos dos evangelhos de São Mateus e de São Lucas afirmam claramente que Maria concebeu Jesus sem intervenção de varão: “o que nela foi concebido vem do Espírito Santo”, disse o anjo a São José (Mt 1, 20); e a Maria, que pergunta “Como se fará isso, pois não conheço homem?”, o anjo lhe responde: “O Espírito Santo descerá sobre ti, e a força do Altíssimo te envolverá com a sua sombra…” (Lc 1, 34-35). Por outro lado, o fato de Jesus na Cruz entregar sua Mãe aos cuidados de São João supõe que a Virgem não tinha outros filhos. Que os evangelhos mencionem em certos trechos os “irmãos de Jesus” pode explicar-se pelo uso do termo “irmãos” em hebraico com o sentido de parentes próximos (Gen 13, 8; etc). Outra hipótese seria supor que São José tivesse filhos de um matrimônio anterior (ver a pergunta: Casou São José uma segunda vez?). Também podemos considerar que o termo “irmãos” foi usado no sentido de membro do grupo de crentes, tal como é comum no Novo Testamento (cf. At 1, 15). A igreja sempre acreditou na virgindade de Maria, e a chama de “sempre virgem” (Lumen Gentium 52), antes, durante e depois do parto, como expressa uma fórmula tradicional.

A concepção virginal de Jesus deve ser entendida como obra do poder de Deus “porque a Deus nenhuma coisa é impossível” (Lc 1, 37). Foge a toda compreensão e poder humanos. Não tem relação alguma com as representações mitológicas pagãs em que um deus se une a uma mulher realizando o papel do homem. A concepção virginal de Jesus é uma obra divina no seio de Maria similar à criação. Isso é impossível de aceitar para o não crente, como era para os judeus e pagãos, entre os quais se inventou histórias grosseiras acerca da concepção de Jesus, como a que a atribui a um soldado romano chamado Pantheras. Na verdade, esse personagem é uma ficção literária, sobre o qual se inventou uma lenda para zombar dos cristãos. Partindo do ponto de vista da ciência histórica e filológica, o nome Pantheras (ou Pandera) é uma corruptela que parodia a palavra parthénos (em grego: virgem). As pessoas, que utilizavam o grego como língua de comunicação em grande parte do império romano do oriente, ouviam os cristãos falarem de Jesus como o Filho da Virgem (huiós parthénou), e quando queriam zombar deles, chamavam-no de “filho de Pantheras”. Tais histórias, definitivamente, só testemunham que a Igreja sustentava a virgindade de Maria, ainda que parecesse impossível.

O fato de Jesus ter sido concebido virginalmente é um sinal de que Ele é verdadeiramente Filho de Deus por natureza – daí que não tenha um pai humano – e, ao mesmo tempo, verdadeiro homem nascido de mulher (Gal 4, 4). Nas passagens evangélicas, mostra-se a absoluta iniciativa de Deus na história humana, para o advento da salvação, e também que esta se insere na própria história, como mostram as genealogias de Jesus.

Pode-se compreender melhor a Jesus, concebido pelo Espírito Santo e sem intervenção de homem, como o novo Adão que inaugura uma nova criação. A ela pertence o homem novo redimido por Cristo (1 Cor 15, 47; Jô 3, 34).

A virgindade de Maria, além do mais, é sinal de sua fé sem vacilações e de sua entrega plena à vontade de Deus. Inclusive, diz-se que, por essa fé, Maria concebe a Cristo antes em sua mente que em seu ventre, e que “é mais bem-aventurada ao receber Cristo pela fé, que ao conceber em seu seio a carne de Cristo” (Santo Agostinho). Sendo virgem e mãe, Maria é também figura da Igreja e sua mais perfeita realização.

BIBLIOGRAFIA

Catecismo de la Iglesia Católica, nn. 484-511
VARO, Francisco. Rabí Jesús de Nazaret (B.A.C., Madrid, 2005) pp. 212-219.

Fonte: www.opusdei.org.br


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