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Pregador do Papa: Espírito Santo atua no mundo

mai 26, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Espiritualidade, Igreja

Comentário do Pe. Cantalamessa sobre a liturgia do domingo de Pentecostes

ROMA, sexta-feira, 25 de maio de 2007 (ZENIT.org).- Publicamos o comentário do Pe. Raniero Cantalamessa, ofmcap. — pregador da Casa Pontifícia — sobre a liturgia do próximo domingo, solenidade de Pentecostes.

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Enviai, Senhor, o vosso Espírito, e renovai a face da terra

Domingo de Pentecostes
Atos 1, 1-11; Romanos 8, 8-17; João 14, 15-16.23b-26

Na tarde de Páscoa, Jesus no cenáculo «soprou sobre eles [seus discípulos] e lhes disse: ‘Recebei o Espírito Santo’» [Jo 20, 19-23, ndr.]. Este sopro de Cristo evoca o gesto de Deus que, na criação, «soprou sobre o homem, feito de pó do chão, um alento de vida, e tornou-se o homem um ser vivente» (Gn 2, 7). Com aquele gesto, Jesus vem dizer, portanto, que o Espírito Santo é o sopro divino que dá vida à nova criação, como deu vida à primeira criação. O Salmo responsorial sublinha este tema: «Enviai, Senhor, o vosso Espírito, e renovai a face da terra» [Sal 103, 1-34. ndr.].

Proclamar que o Espírito Santo é criador significa dizer que sua esfera de ação não se restringe só à Igreja, mas se estende a toda a criação. Nenhum tempo, nenhum lugar estão privados de sua presença ativa. Ele atua na Bíblia e fora dela; atua antes de Cristo, no tempo de Cristo e depois de Cristo, ainda que nunca separadamente d’Ele. «Toda verdade, de onde quer que venha dita — escreveu Santo Tomás de Aquino –, vem do Espírito Santo». Certo: a ação do Espírito de Cristo fora da Igreja não é a mesma que dentro da Igreja e nos sacramentos. Lá Ele atua por poder, aqui por presença, em pessoa.

O mais importante, a propósito do poder criador do Espírito Santo, não é compreendê-lo ou explicar suas implicações, mas experimentá-lo. E o que significa experimentar o Espírito como criador? Para descobrir isso, partimos do relato da criação. «No princípio Deus criou os céus e a terra. A terra era caos e escuridão acima do abismo, e um vento de Deus soprava sobre as águas» (Gn 1, 1-2). Deduz-se que o universo já existia no momento em que o Espírito intervém, mas ainda era informe e tenebroso, caos. É depois de sua ação quando o criado assume contornos precisos; a luz se separa das trevas, a terra do mar, e tudo adquire uma forma definida.

O Espírito Santo é, portanto, Aquele que permite passar — a criação — do caos ao cosmos, o que faz assim algo belo, ordenado, limpo (cosmos vem da mesma raiz que cosmético, e quer dizer belo!), realiza assim um «mundo», segundo o duplo significado dessa palavra. A ciência nos ensina hoje que este processo durou bilhões de anos, mas o que a Bíblia quer dizer-nos, com linguagem simples e imaginativa, é que a lenta evolução da vida e a ordem atual do mundo não ocorreu por acaso, obedecendo a impulsos cegos da matéria, mas por um projeto aplicado nele, desde o início pelo criador.

A ação criadora de Deus não se limita ao instante inicial; Ele está sempre em ato de criar. Aplicado ao Espírito Santo, isso significa que Ele é sempre o que faz passar do caos ao cosmos, isto é, da desordem à ordem, da confusão à harmonia, da deformidade à beleza, da velhice à juventude. Isso em todos os níveis: no macrocosmos e no microcosmos, ou seja, no universo inteiro assim como em cada homem.

Devemos crer que, apesar das aparências, o Espírito Santo atuando no mundo e o faz progredir. Quantos novos descobrimentos, não só no campo físico, mas também no moral e social! Um texto do Concílio Vaticano II diz que o Espírito Santo está atuando na evolução da ordem social do mundo («Gaudium et spes», 26). Não é só o mal que cresce, mas também o bem, com a diferença de que o mal se elimina, termina consigo mesmo, enquanto que o bem se acumula, permanece. Certamente ainda existe muito caos ao nosso redor: caos moral, político social; o mundo tem ainda muita necessidade do Espírito Santo; por isso não devemos cansar-nos de invocá-lo com as palavras do Salmo: «Enviai, Senhor, o vosso Espírito, e renovai a face da terra!».

[Tradução realizada por Zenit]


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NÃO! Ao Aborto

mai 23, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja

Este é o fato: “O aborto é a morte de uma criança no ventre de sua mãe, produzida durante qualquer momento da etapa que vai desde a fecundação (união do óvulo com o espermatozóide) até o momento prévio ao nascimento”.

Até poucas décadas, a medicina afirmava não sentirem dor os bebês… Quantos sofrimentos não foram causados à esses pequeninos, submetidos a cirurgias sem o uso de anestesia, até que a ciência comprovasse o contrário?

À medida que evoluímos tecnologicamente, nos é possibilitado confirmar ou desmentir nossas próprias afirmativas. Caso recente do ultrassom que consegue hoje mostrar o desespero do feto no momento do aborto. A luta natural pela sobrevivência, antes mesmo do nascimento. Como poder negar já ser um indivíduo o feto?

Sempre tivemos o péssimo hábito de tomar hipóteses como certezas, para explicações improváveis. Num passado não distante, verdadeiros sábios foram decaptados ou jogados à fogueira por afirmarem (contrariando algumas certezas), que “a Terra era redonda” ou que “a Terra não seria o centro do universo”. A lista é enorme. Não há provas que neguem o “fato” anunciado no início deste texto e logo, não devemos permitir excessões (aborto) à regra (vida) por princípio.

Defensores do aborto procuraram encobrir sua natureza criminal mediante a terminologia confusa ou evasiva, ocultando o assassinato com jargão “interrupção voluntária da gravidez” ou sob conceitos como “direito de decidir” ou “direito à saúde reprodutiva”. Nenhum destes artifícios da linguagem, entretanto, podem ocultar o fato de que o aborto é um infanticídio.


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Presença cristã na Terra Santa é essencial para paz

jan 19, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja, Outros

Segundo constatam os bispos católicos do mundo que visitaram os Lugares Santos

JERUSALÉM, quinta-feira, 18 de janeiro de 2007 (ZENIT.org).- Ao concluir uma visita à Terra Santa, bispos de países da Europa e da América constataram que a presença dos cristãos nos Lugares Santos é essencial para alcançar a paz, motivo pelo qual fazem um chamado a mostrar-lhes apoio com peregrinações.

Ao mesmo tempo, os representantes dos católicos fizeram um chamado ao governo de Israel para que aplique o Acordo Fundamental que regulamenta suas relações com a Igreja Católica.

Por sua parte, pedem aos palestinos a rejeição da violência e o reconhecimento do Estado de Israel.

A peregrinação, acontecida de 12 a 18 de janeiro, contou com a participação de prelados procedentes do Canadá, Inglaterra e Gales, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Espanha, Suíça e Estados Unidos, além do Conselho das Conferências Episcopais Européias (CCEE) e da Comissão dos Episcopados da União Européia (COMECE).

Na peregrinação, estavam também representadas diversas organizações: Cáritas Internationalis, Catholic Relief Services, Pax Christi International, Cavaleiros do Santo Sepulcro, Pontifícia Sociedade Missionária, Rádio Vaticano e a Fundação Cristã Ecumênica da Terra Santa.

«A presença cristã é um fator de moderação e é essencial para a consecução da paz», afirmam os participantes em uma declaração final.

«Os cristãos devem ser uma ajuda e um apoio para um futuro de paz e fraternidade», acrescentam. «Os cristãos são pequenos em número, mas são uma parte integrante de Israel e dos territórios palestinos.»

«Seus direitos devem ser garantidos com o reconhecimento da igualdade e de uma melhor segurança, junto aos direitos religiosos reconhecidos por lei», declaram.

«Vemos com clareza que é preciso alcançar a justiça e a paz, de modo que os israelenses possam superar o medo, que conduz a políticas ineficazes de segurança que oprimem os palestinos», declaram os prelados.

«Deste modo, os palestinos poderão superar a cólera e o desespero, que conduzem à violência que aterroriza os israelenses», acrescentam.

O documento conclui fazendo um «chamado aos católicos a rezar pela paz, a vir em peregrinação e a empreender outras atividades para apoiar a Igreja Mãe» de Jerusalém.


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Custódia franciscana na Terra Santa recebe um milhão de euros de Bento XVI

dez 21, 2006 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja, Santa Sé

JERUSALÉM, quarta-feira, 20 de dezembro de 2006 (ZENIT.org).- Em 16 de dezembro, ante uma delegação do Conselho Paroquial de Nazaré, o arcebispo Josef Cordes, presidente do Conselho Pontifício «Cor Unum», entregou ao custódio franciscano da Terra Santa, o Pe. Pierbattista Pizzaballa, um cheque de um milhão de euros, da parte de Bento XVI.

«Este dinheiro foi coletado na Alemanha, especificamente na Baviera, em setembro passado, por iniciativa dos diáconos de Munique, Passau e Ratisbona, em meio ao entusiasmo da viagem do Papa a seu país natal», explicou o arcebispo Cordes.

Depois de que o Papa decidiu entregar esse dinheiro aos cristãos da Terra Santa, «Cor Unum» dedicou-se a buscar um projeto ao qual destinar esse milhão de euros.

«O Conselho “Cor Unum” não realiza por si mesmo nenhuma obra; contudo, sempre mantém relação com as instituições cristãs existentes, oferecendo o capital a um projeto de ação para os valores cristãos», declarou Dom Cordes. O projeto que decidiu apoiar esta instituição da Santa Sé é um grande centro paroquial na cidade de Nazaré, a maior paróquia da Terra Santa.

«O Santo Padre quis manifestar seu apoio aos cristãos da Terra Santa. O país de Cristo não deve converter-se em um museu sem presença cristã; é importante que os cristãos permaneçam nesta terra e a ajude a viver sua vida cristã», assegurou Dom Cordes.

O prelado considerou também que a visita de peregrinos é decisiva para ajudar os cristãos locais.

«A cidade ainda não possui um centro paroquial disponível para oferecer aos cristãos um lugar de vida, de reencontro e formação», revelou por sua parte o Pe. Pizzaballa.

«Por muito tempo, foi um grande desejo da Custódia construir este espaço comunitário», acrescentou o custódio.

A Custódia anunciou que a primeira pedra do edifício será colocada em fevereiro de 2007. O pároco, Pe. Maroun Younan, ofm, agradeceu a todos e insistiu em que este desejo da Custódia seja também para todos os cristãos da cidade.

O centro paroquial será construído em um terreno pertencente à Custódia, não distante da Basílica da Anunciação. Terá três andares e contará com um auditório capaz de albergar 250 pessoas, salas de catecismo e formação, uma biblioteca, salas de leitura, um ginásio e todo o equipamento necessário para seu funcionamento.


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Papa denuncia injustiça que condena 800 milhões de pessoas à fome

nov 13, 2006 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Bíblia, Igreja, Santa Sé

Em sua intervenção antes de rezar o Angelus

CIDADE DO VATICANO, domingo, 12 de novembro de 2006 (ZENIT.org).- Bento XVI se fez este domingo porta-voz de mais de 800 milhões de pessoas que sofrem no mundo pela fome, alertando da responsabilidade de todos, instituições e cidadãos, para derrotar este flagelo. Milhares de pessoas desafiaram a chuvosa manhã de Roma para escutar o Santo Padre, que, por ocasião da celebração na Itália da Jornada anual do Agradecimento, aprofundou no tema da convocatória: «A terra: um dom para toda a família humana». E aludiu a uma questão «muito dolorosa: o drama da fome», que ainda se tendo discutido recentemente «nas mais altas sedes instituições, como as Nações Unidas e em particular FAO [Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. Ndr], continua sendo sempre muito grave» e inclusive piora. «Mais de 800 milhões de pessoas vivem em situação de desnutrição» e «muitas pessoas, especialmente crianças, morrem de fome»: uma realidade que «a Igreja conhece muito bem, pela experiência direta das comunidades e dos missionários», e que assim confirmou no último informe anual da FAO, alertou o Papa. Para enfrentar esta tragédia, Bento XVI afirmou a necessidade de «eliminar as causas estruturais ligadas ao sistema de governo da economia mundial, que destina a maior parte dos recursos do planeta a uma minoria da população», uma «injustiça» que já haviam denunciado Paulo VI e João Paulo II. Em síntese, de acordo com o Papa, «para influenciar em grande escala é necessário “converter” o modelo de desenvolvimento global». E isso é exigido «já não só pelo escândalo da fome, mas também pelas emergências ambientais e energéticas», advertiu. Desta forma apontou para que a responsabilidade de cada pessoa e de cada família, que «podem e devem» atuar para aliviar a fome no mundo. E lhes propôs, para isso, adotar «um estilo de vida e de consumo compatível com a salvaguarda da criação e com critérios de justiça para com quem cultiva a terra em cada país». Daí sua exortação geral a um compromisso concreto «para derrotar o açoite da fome» e para «promover em toda parte do globo a justiça e a solidariedade». «A seus discípulos Jesus ensinou a orar pedindo ao Pai celestial não «meu», mas «nosso» pão de cada dia –indicou aos peregrinos–. Quis assim que cada homem se sinta responsável por seus irmãos, a fim de que a nenhum falte o necessário para viver».


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Católicos na Terra Santa: «Construir pontes e eliminar o ódio dos corações»

ago 31, 2006 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja

Chamado do patriarca coadjutor de Jerusalém

RÍMINI, quinta-feira, 31 de agosto de 2006 (ZENIT.org).- «Estamos todos chamados a trabalhar para construir pontes e eliminar o ódio dos corações», disse Dom Fouad Twal, patriarca coadjutor de Jerusalém dos Latinos, ao lançar um chamado desde o Meeting de Rímini, Itália.

Em sua intervenção, pronunciada em 25 de agosto, Dom Twal começou recordando que «a voz da Terra Santa quer ser o testemunho da experiência de fé das primeiras comunidades cristãs», apesar de que, com um desemprego que chega a 60% e a imigração, «a situação piora continuamente» para eles.

Nesta situação, sublinhou o patriarca, «a paz nesta terra é a exigência mais imediata» e é necessário realizar numerosos «esforços para conseguir que os cristãos permaneçam em sua terra».

«A paz e a confiança no futuro são o caminho para conter o fenômeno migratório», acrescentou Dom Twal. A tarefa fundamental, contudo, é a de «pronunciar uma palavra de esperança a partir da fé.»

Em uma realidade na qual falar é um risco, deve-se «falar menos e amar mais», indicou.

Quanto à relação com os muçulmanos, Dom Twal recordou que «se dá desde há treze séculos» e que os cristãos anunciam que «a cidade santa é mãe de todos os fiéis filhos de Abraão».

«Não se governa com as armas e com o terrorismo», disse, sublinhando que a Igreja é uma «voz de paz e de perdão» e por isto terá sempre um lugar destacado na Terra Santa, «no lugar no qual a humanidade foi alcançada pela presença de Deus».

Com relação às ameaças de guerra, Dom Twal explicou que «o conflito não é uma questão entre o Hizbullah e Israel, mas que faz parte de uma situação mais global de toda a área», e que «a debilidade de Israel consiste em confiar no aparato militar e não em outros recursos».

O patriarca auspiciou um futuro no qual exista o reconhecimento da liberdade assim «como Deus a quis, na oração de todos, no amar o outro, sem limites e sem barreiras».

Por último, Dom Twal disse que «apesar de tudo, a situação não é desesperada, as dificuldades são muitas, mas muitas são também as esperanças, confortadas pela ajuda dos amigos que não nos deixam sozinhos».

«Tenho o pressentimento — concluiu o patriarca — de que um dia o infinito se manifestará em Jerusalém.»


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Santo Padre faz um chamado a orar pelo Oriente Médio

jul 17, 2006 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Santa Sé

Pede aos responsáveis políticos a volta ao caminho da razão, do diálogo e do acordo

INTROD, domingo, 16 de julho de 2006 (ZENIT.org).- Neste domingo, Bento XVI lançou um convite especial às Igrejas locais do mundo inteiro para que orem pela paz na Terra Santa e no Oriente Médio.

O Papa acompanha diariamente a espiral de violência que parece crescer entre Israel e Líbano.

Depois de rezar o Ângelus ante mais de cinco mil fiéis na esplanada de Les
Combes (em Introd, Valle de Aosta), reconheceu: «Nestes últimos dias, as notícias da Terra Santa são para todos motivo de novas e graves preocupações, em particular pela expansão de ações bélicas também no Líbano, e pelas numerosas vítimas entre a população civil».

«Na origem destas oposições sem piedade há, lamentavelmente, situações objetivas de violação do direito e da justiça», alertou.

«Mas nem os atos terroristas nem as represálias, sobretudo quando existem trágicas conseqüências para a população civil, podem justificar-se», alertou.

«Por caminhos assim — como a amarga experiência demonstra — não se chega a resultados positivos», recordou Bento XVI.

Ele pôs nas mãos de Maria — neste domingo celebra-se Nossa Senhora do Carmo — a súplica pelo dom da paz.

Elevou seu pensamento ao Monte Carmelo, da Terra Santa, a poucos quilômetros do Líbano; um monte santo que «domina a cidade israelense de Haifa, também recentemente golpeada», expressou.

«Roguemos a Maria, Rainha da Paz, para que implore a Deus o dom fundamental da concórdia, devolvendo os responsáveis políticos ao caminho da razão e abrindo novas possibilidades de diálogo e de acordo», exortou.

«Nesta perspectiva convido as Igrejas locais a elevarem especiais orações pela paz na Terra Santa e em todo Oriente Médio», disse ao concluir suas palavras.

Este novo conflito na região se desatou desde que na quarta-feira passada o movimento armado [fundamentalista] xiita libanês de Hizbulá seqüestrou dois soldados israelenses e assassinou outros (Zenit, 13 de julho de 2006).

Israel começou então a bombardear pontos estratégicos do Líbano, procurando seu isolamento e que os soldados seqüestrados não fossem tirados do país. A periferia sul de Beirute foi um de seus objetivos, pois lá reside o líder de Hizbullah, Hasan Nasrala. Por sua parte, Hizbullah responde lançando mísseis contra o norte de Israel.

Às últimas notícias sobre o violento choque se acrescenta o ataque do Hizbullah sobre Haifa, a terceira cidade em importância de Israel, assim como novos ataques israelenses sobre Beirute.


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