Notícias e novidades da Igreja Católica no mundo


Bento XVI visitará túmulo do Padre Pio no ano que vem

set 23, 2008 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja

Anunciou hoje o secretário de Estado Vaticano

SAN GIOVANNI ROTONDO, terça-feira, 23 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- O Papa Bento XVI visitará a localidade italiana de San Giovanni Rotondo, lugar onde está enterrado São Pio de Pietrelcina.

Foi o que anunciou hoje o secretário de Estado Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone, durante a homilia da missa que presidiu em San Giovanni Rotondo, quando se completam 40 anos da morte do santo e 90 de sua milagrosa estigmatização.

«Bento XVI me pediu que anunciasse que tudo está preparado – anunciou o cardeal Bertone aos milhares de fiéis congregados na Missa. O Papa virá a San Giovanni Rotondo em 2009.»

Durante a homilia, o purpurado recordou a figura de Padre Pio, de quem disse que «foi um discípulo de Cristo que não buscou outra glória que a de amar e sofrer por Ele. Foi um sacerdote que não quis outra coisa senão consumir-se no amor a Deus e aos irmãos».

«Foi filho sincero da Igreja, e preferiu não se defender, inclusive nas ocasiões mais dolorosas, morrendo no silêncio dócil da obediência difícil, mas fecunda», acrescentou.

«Quarenta anos após a sua morte, acrescentou o cardeal Bertone, São Pio é como um canal de água que brota, rico, e de cuja fonte podem beber a água fresca da verdade e do amor que o Senhor oferece a todos em abundância.»

São Pio de Pietrelcina, mais conhecido como o Padre Pio, é um dos santos mais venerados da Itália. Frade capuchinho, recebeu milagrosamente os estigmas da Paixão em 1918 e morreu em 1968. Foi canonizado por João Paulo II em 16 de junho de 2002.

Desde o mês de abril passado, seus restos mortais foram exumados e expostos à veneração dos fiéis, em uma urna da cripta do santuário de Santa Maria da Graça, em San Giovanni Rotondo. A exposição durará até 23 de setembro de 2009.


Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

São Paulino de Nola

jul 18, 2008 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: História da Igreja, Santos da Igreja

Por Papa Bento XVI
Tradução: Élison Santos
Fonte: Vaticano/Zenit

Queridos irmãos e irmãs:

O padre da Igreja que apresentaremos hoje é São Paulino de Nola. Da mesma época de Santo Agostinho, com quem esteve unido através de uma intensa amizade, Paulino exerceu seu ministério em Campânia, em Nola, onde foi monge, e depois presbítero e bispo. Era originário de Aquitânia, no sul da França, mais concretamente de Bordeaux, onde nasceu no seio de uma família de alta ascendência. Lá recebeu uma fina educação literária, tendo por mestre o poeta Ausônio. Afastou-se de sua terra em um primeiro momento para seguir sua precoce carreira política. Sendo ainda jovem, desempenhou o papel de governador de Campânia. Neste cargo público, destacou-se por sua sabedoria e mansidão. Neste período, a graça fez germinar em seu coração a semente da conversão. A chama surgiu da fé simples e intensa com a qual o povo honrava o túmulo de um santo, o mártir Félix, no santuário da atual Cimitile. Como responsável público, Paulino se preocupou por este santuário e fez construir um hospital para os pobres e um caminho para tornar mais fácil o acesso dos numerosos peregrinos.

Enquanto se dedicava a construir a cidade terrena, descobria o caminho para a cidade celestial. O encontro com Cristo foi o ponto de chegada, depois de um caminho árduo, semeado de provas. Circunstâncias dolorosas, começando pela perda do favor da autoridade política, fizeram-no tocar a caducidade do terreno. Após descobrir a fé, escreveria: «o homem sem Cristo é pó e sombra» (Carmen X, 289). Buscando o sentido da existência, viajou a Milão para aprender de Santo Ambrósio. Depois completou a formação cristã em sua terra natal, onde recebeu o batismo das mãos do bispo Delfim, de Burdeos. Em seu caminho de fé aparece também o matrimônio. Casou-se com Teresa, uma mulher nobre de Barcelona, com quem teve um filho. Teria seguido sendo um bom leigo cristão, se a morte do filho poucos dias depois não lhe tivesse afetado interiormente, mostrando-lhe que Deus tinha outro desígnio para sua vida. Sentiu-se chamado a entregar-se a Cristo em uma rigorosa vida ascética.

Em pleno acordo com sua mulher, Teresa, vendeu seus bens para ajudar os pobres e, junto com ela, deixou Aquitânia para morar em Nola, junto à basílica do protetor São Félix, em casta fraternidade, segundo uma forma de vida à qual outros se uniram. O ritmo era tipicamente monástico, mas Paulino, que foi ordenado presbítero em Barcelona, começou a exercer também o ministério sacerdotal com os peregrinos.

Isso lhe trouxe a simpatia e a confiança da comunidade cristã que, ao morrer o bispo, no ano 409, escolheu-o como sucessor na cátedra de Nola. Sua ação pastoral se intensificou, caracterizando-se por uma atenção aos pobres. Deixou a imagem de um autêntico pastor da caridade, como o descreveu São Gregório Magno no capítulo III de seu Diálogos, onde Paulino é retratado no heróico gesto de oferecer-se como prisioneiro no lugar do filho de uma viúva. O episódio é discutido historicamente, mas resta-nos a figura de um bispo de grande coração, que soube estar junto a seu povo nas tristes contingências das invasões dos bárbaros.

A conversão de Paulino impressionou seus contemporâneos. Seu mestre, Ausônio, poeta pagão, sentiu-se «traído» e lhe dirigiu palavras duras, repreendendo-lhe por seu «desprezo», considerado irracional, dos bens materiais, e por abandonar sua vocação de escritor. Paulino replicou que sua ajuda aos pobres não significava desprezo pelos bens terrenos, mas sim valorização deles com o fim mais elevado da caridade. Pelo que se refere a suas capacidades literárias, Paulino não havia abandonado o talento poético, que seguiria cultivando, mas sim as fórmulas poéticas inspiradas na mitologia e nos ideais pagãos. Uma nova ascética regia sua sensibilidade: era a beleza do Deus encarnado, crucificado e ressuscitado de quem agora se havia convertido em trovador. Na realidade, não havia deixado a poesia, mas passava a buscar inspiração no Evangelho, como diz neste verso: «Para mim a única arte é a fé, e Cristo é minha poesia» («At nobis ars una fides, et musica Christus»: Carmen XX, 32).

Seus poemas são cantos de fé e de amor, nos quais a história diária dos pequenos e grandes acontecimentos é vista como história de salvação, como história de Deus conosco. Muitas dessas composições estão ligados à festa anual do mártir Félix, a quem havia escolhido como padroeiro celeste. Recordando São Félix, queria glorificar o próprio Cristo, certo de que a intercessão do santo lhe havia alcançado a graça da conversão: «Em tua luz, glorioso, amei a Cristo» (Carmen XXI, 373). Expressou este mesmo conceito ampliando o espaço do santuário com uma nova basílica, que decorou de forma que as pinturas, ilustradas com explicações adequadas, converteram-se para os peregrinos em uma catequese visual. Deste modo, explicava seu projeto em um «carmen», dedicado a outro grande catequista, São Niceto de Remesiana, enquanto o acompanhava em uma visita a suas basílicas: «Agora quero que contemples a longa série de pinturas das paredes dos pórticos… Pareceu-nos útil representar com a pintura argumentos sagrados em toda a casa de Félix, com a esperança de que, ao ver estas imagens, a figura desenhada suscite o interesse das mentes surpreendidas dos camponeses» (Carmen XXVII, versículos 511.580.583). Ainda hoje se podem admirar aqueles vestígios que fazem do santo de Nola uma das figuras de referência da arqueologia cristã.

No cenóbio de Cimitile, a vida discorria em pobreza, oração e totalmente submersa na lectio divina. A Escritura lida, meditada, assimilada, era o raio de luz através do qual o santo de Nola escrutava sua alma em sua busca da perfeição. A quem se surpreendia pela sua decisão de abandonar os bens materiais, ele recordava que este gesto não representava nem de longe a plena conversão: «Abandonar ou vender os bens temporais possuídos neste mundo não significa o cumprimento, mas só o início da carreira no estágio; não é, por assim dizer, a meta, mas só a saída. O atleta não ganha quando tira sua roupa, pois a deixa de lado para poder começar a lutar. Só recebe a coroa de vencedor depois de ter combatido como se deve» (cf. Epístola XXIV, 7 a Sulpício Severo).

Junto à ascese e à Palavra de Deus, a caridade: na comunidade monástica, os pobres se sentiam em sua casa. Paulino não se limitava a dar-lhes esmola: acolhia-os como se fossem o próprio Cristo. Reservava-lhes uma ala do mosteiro e, deste modo, não tinha a impressão de dar, mas de receber, no intercâmbio de dons entre a acolhida oferecida e a gratidão feita oração daqueles a quem ajudava. Chamava os pobres de seus «donos» (cf. Epístola XIII, 11 a Pamáquio) e, ao observar que eles ficavam no andar inferior, dizia-lhes que sua oração desempenhava a função dos fundamentos de sua casa (cf. Carmen XXI, 393-394).

São Paulino não escreveu tratados de teologia, mas seus «carmens» e seu denso epistolário estão repletos de uma teologia vivida, penetrada pela Palavra de Deus, escrutada constantemente como luz para a vida. Em particular, expressa o sentido da Igreja como mistério de unidade. Vivia a comunhão sobretudo através de uma profunda prática da amizade espiritual. Neste sentido, Paulino foi um verdadeiro mestre, fazendo de sua vida um cruzamento de caminhos de espíritos escolhidos: de Martinho de Tours a Jerônimo, de Ambrósio a Agostinho, de Delfin de Burdeos a Niceto de Remesiana, de Vitricio de Rouen a Rufino de Aquiléia, de Pamáquio a Sulpício Severo, e muitos mais, sejam conhecidos ou não. Neste clima nascem as intensas páginas que dirigiu a Agostinho. Independentemente dos conteúdos das diferentes cartas, impressiona o ardor com o qual o santo de Nola canta a própria amizade, como manifestação do único corpo de Cristo animado pelo Espírito Santo.

Esta é uma significativa passagem dos inícios da correspondência entre os dois amigos: «Não é de surpreender que nós, apesar da distância, estejamos juntos, e sem ter-nos conhecido nos conhecemos, pois somos membros de um só corpo, temos uma só cabeça, ficamos inundados por uma só graça, vivemos de um só pão, caminhamos por um caminho único, vivemos na mesma casa» (Epístola 6, 2). Como se pode ver, trata-se de uma belíssima descrição do que significa ser cristãos, ser Corpo de Cristo, viver na comunhão da Igreja. A teologia em nosso tempo encontrou precisamente no conceito de comunhão a chave para enfrentar o mistério da Igreja. O testemunho de São Paulino de Nola nos ajuda a experimentar a Igreja como o Concílio Vaticano II a apresenta: sacramento da íntima união com Deus e, deste modo, da unidade de todos nós e por último, de todo o gênero humano (cf. Lumen gentium, 1). Com esta perspectiva, eu desejo a todos vós um feliz tempo de Advento.


Tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,

A uma época «saturada e desesperada», Maria continua a falar

mai 13, 2008 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja

Destaca o cardeal Saraiva Martins na celebração de 13 de maio em Fátima

Por Alexandre Ribeiro

FÁTIMA, terça-feira, 13 de maio de 2008 (ZENIT.org).- O cardeal José Saraiva Martins considera que Maria continua a falar à sociedade também hoje, uma época «saturada e desesperada».

Na homilia da peregrinação deste 13 de maio ao Santuário de Fátima, onde a Virgem apareceu aos pastorinhos Lúcia, Francisco e Jacinta há 91 anos, o prefeito da Congregação para as Causas dos Santos afirmou que Maria convida os fiéis a contemplarem as coisas de Deus.

Segundo o cardeal, a Virgem, «com solicitude maternal previa as feridas e contradições da nossa época».

«Não foi por acaso que apareceu nos começos de um século ensanguentado pela loucura de duas Guerras Mundiais, marcado por nacionalismos exasperados, por ideologias ateias e materialistas, que procuraram sufocar a luz da Fé no coração dos homens, no decorrer de sucessivas gerações.»

Dom Saraiva Martins afirma que se estende até os nossos dias «esta sombra escura de suspeita acerca de Deus e da sua obra».

«Até ao presente continua esta ‘apostasia da Fé’ – como a definiu o Papa João Paulo II – que progressivamente comprometeu e contagiou a nossa Europa cristã, que sempre ofereceu ao mundo, ao longo dos séculos, uma cultura rica em humanidade, criativa, respeitadora do Homem e da sua altíssima dignidade de filho de Deus e irmão de Cristo.»

De acordo com o purpurado português, «é precisamente à nossa época, saturada e desesperada, que continua a falar o Coração desta Mãe, traduzindo as coisas de Deus numa linguagem familiar, simples, facilmente compreensível por todos».

«À silenciosa ou manifesta ‘apostasia da Fé’ – há também a ‘apostasia da razão’ – a Virgem Maria não contrapõe as vazias palavras do mundo ou a mentira de uma nova ideologia, mas propõe novamente Cristo», afirma o cardeal.

O homem de hoje, «iludido e desiludido da vida» –prossegue Dom Saraiva Martins–, «por vezes parece ter desistido de esperar».

«Caíram as consideradas certezas das ideologias; o bem-estar e o consumismo – que aparentemente satisfazem as nossas necessidades e exigências. Caíram todos estes sistemas que revelam de fato, cada vez mais, a sua inconsistência. A radical incapacidade de fazer o homem feliz.»

Nesse contexto, «só em Deus o homem se encontra plenamente a si mesmo».

Segundo o cardeal, diante da perda do sentido dos valores e a desorientação das consciências, «Nossa Senhora indica os princípios não negociáveis, dos quais inevitavelmente se deve partir para fundar uma correta convivência, civil e cristã».

«A vida; a família; o matrimônio, como união estável e fiel de um homem e de uma mulher, e não de qualquer outro modo; a caridade concreta; a dignidade pessoal, estendida a todos os momentos e a todas as dimensões da existência.»

«Este é o fundo e o ambiente – humano e cristão – no qual se colocam a Mensagem e os acontecimentos da Cova da Iria», afirma Dom Saraiva Martins.


Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Presépio é atração no Santuário de Aparecida

dez 23, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja, Outros

APARECIDA, domingo, 23 de dezembro de 2007 (ZENIT.org).- O presépio instalado dentro do Santuário Nacional, por ocasião das festividades do Natal, tem sido a grande atração nos últimos dias no Santuário de Nossa Senhora Aparecida.

A cena de adoração ao Menino Jesus na manjedoura de Belém, conta no total, com 11 peças de resina no tamanho de 1,70m. A grande atração fica ainda por conta da dimensão de todo o contexto do presépio, que possui cascata e animais vivos.

Segundo informa a assessoria de imprensa do Santuário, o presépio fica dentro da Capela São José, localizada entre as naves Leste e Sul, no interior do Santuário Nacional.

De acordo com o administrador do Santuário, padre Hélcio Vicente Testa, a representação quer levar os visitantes da Casa da Mãe Aparecida à reflexão para uma vida nova, à luz do nascimento de Jesus.

«É quando o Cristo nos vem para dar novo sentido às nossas vidas», disse.

Essa é a primeira vez que o Santuário Nacional monta um presépio nessas dimensões.

«Preparar um presépio realmente é muito especial. O presépio é uma catequese, um rito aberto onde as famílias se enxergam, gerando uma grande reflexão sobre esse momento tão importante que é o natal», enfatizou.

A desmontagem do presépio está prevista para o dia 6 de janeiro de 2008.


Tags: , , , , ,

Na dedicação da nova igreja do Santuário

FÁTIMA, sexta-feira, 12 de outubro de 2007 (ZENIT.org).- Na homilia da missa de dedicação da igreja da Santíssima Trindade, esta sexta-feira, em Fátima, o cardeal Tarcisio Bertone afirmou que «a Santíssima Trindade dá significado e luz a vários elementos que foram sobressaindo nas sucessivas Aparições» de Nossa Senhora.

Segundo informa Agência Ecclesia, do episcopado de Portugal, o cardeal citava uma visão recebida pela Irmã Lúcia a 13 de junho de 1929.

«Dir-se-ia que a Santíssima Trindade aguardava em Fátima por este tributo de gratidão e louvor pela sua incessante ação salvífica na história», acrescentou.

Antes, o reitor do Santuário, mons. Luciano Guerra, apresentou a nova igreja dizendo que «Fátima torna-se, desde hoje, de modo bem mais explícito, Santuário da Santíssima Trindade».

Na abertura da Peregrinação de Outubro, o Bispo local, D. António Marto, deu especial destaque à inauguração e dedicação da nova igreja que, «com a sua denominação e toda a sua simbólica, dá corpo visível a esta dimensão da Mensagem e que perdurará no tempo como um Hino à Santíssima Trindade e ao seu Amor compassivo e misericordioso».

Inaugurada esta sexta-feira, a igreja da Santíssima Trindade ergue-se como o maior recinto público fechado de Portugal. Tem forma circular, com 125 metros de diâmetro, um volume de quase 130 000 metros cúbicos e uma altura média de 15 metros.

A nova igreja de Fátima tem uma nave central de nove mil lugares sentados. O projeto é do arquiteto greco-ortodoxo Alexandros N. Tombazis.


Tags: , , , , , , ,

Santuário de Aparecida começa a erguer palco onde Papa celebrará missa

jan 3, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Outros

APARECIDA, segunda-feira, 1 de janeiro de 2006 (ZENIT.org).- O Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida começou a construir o espaço onde o Papa Bento XVI vai rezar a missa de abertura da V Conferência Geral dos Bispos da América Latina e do Caribe, no dia 13 de maio. A obra deve ficar pronta até o final de abril.

Durante a visita do Papa, o maior centro de peregrinação do país, que recebe oito milhões de pessoas que por ano, em apenas três dias, deverá receber cerca de um milhão de romeiros.

Segundo informa CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), o espaço, de 13 metros de largura por 28 de altura, chamado de Tribunal Sul, vai seguir a arquitetura da basílica e tem ainda camarim no subsolo. O acesso ao local poderá ser por um túnel. O palco terá dois níveis ligados por escadarias e um elevador.

Para a construção da Tribuna, o nível do pátio será rebaixado em 1,75 m, com o objetivo de não impedir o fluxo de pedestres que vêm do Shopping do Romeiro para a igreja.

O Santuário deve gastar cerca de R$ 900 mil na construção do palco e todo dinheiro, assim como nas outras obras, é obtido por meio de doações.

A maior fonte de arrecadação é a Campanha dos Devotos, onde os fiéis colaboram voluntariamente, com qualquer quantia, por meio de depósitos bancários.

Atualmente há cerca de 500 mil pessoas cadastradas como devotos colaboradores, mas as doações nem sempre são freqüentes, segundo informações do Santuário.

A Conferência de Aparecida deve reunir cerca de 300 bispos e convidados especiais. O Papa faz a abertura do evento eclesial no dia 13 de maio e logo em seguida volta para Roma. A Conferência segue até o dia 31 de maio.


Tags: , , , , , , ,

Comentários Recentes