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Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas indica que, após décadas em queda, percentual de católicos se manteve estável entre 2000 e 2003.
Depois de cair continuamente desde o primeiro resgistro censitário, de 1872, o percentural de católicos na populaçao brasileira se manteve estável entre 2000 e 2003. É o que afirma um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), com base no Censo de 2000 e na pesquisa de Orçamento Familiar (POF) de 2003.
Depois de um ritmo de queda de mais de um ponto percentual por ano entre 1991 (82,3%) e 2000 (73,89%), a taxa teria se estabilizado em 73,79% em 2003.
À diferença do Censo, a POF é feita por amostragem - ouve 200 mil pessoas. Marcelo Neri, coordenador do estudo, diz que os dados utilizados “são de altíssima qualidade” e considera o resultado surpreendente.
A pesquisa também aponta uma diminuição na parcela de pessoas que se declaram sem religião, que eram 7,4% em 2000 e seriam 5,1% em 2003. Foram esses novos crentes que mantiveram o crescimento dos evangélicos (pentecostais e tradicionais), que passaram de 16,2% para 17,9% no período analizado.
Extraido do jornal Destak SP - Edição n° 197 - Ano 2 - dia 03/05/2007
O doutor Carlo Bellieni se faz eco de uma pesquisa de «Le Nouvel Observateur»
MILÃO, terça-feira, 27 de junho de 2006 (ZENIT.org).- Os casais experimentam e estão demonstrando sentimentos de paternidade diante dos «embriões restantes» de processos de fecundação artificial, alerta um neonatologista italiano.
Sob o título «Uma massa de células com dois pais que devem pôr um X», o Dr. Carlo Bellieni se faz eco — no diário italiano «Il Foglio» (17 de junho de 2006) — de uma análise aparecida dois dias antes no semanário francês «Le Nouvel Observateur».
«Junto à [jornalista] Sophie des Deserts» se investigam os 130.000 embriões congelados [na França] e seus pais, aponta o neonatologista do Departamento de Terapia Intensiva Neonatal da Policlínica Universitária «Le Scotte» de Siena (Itália).
«Começa-se narrando a história dos cônjuges Aude e Thibault, que haviam pedido, sem êxito, limitar o número de embriões para seu congelamento, mas a quem se respondeu que com a taxa de fracasso da FIV [fecundação in vitro - ndr] isso não pode ser feito, e aceitaram afastar alguns», escreve o médico italiano.
Continua: «A psiquiatra Muriel Flis-Trèves explica que esses embriões a mais são para todos fonte de fantasmas conscientes ou inconscientes».
«Mas se chega o drama quando os próprios pais são chamados a decidir se deixar destruir seus embriões, já inúteis porque com outros já se conseguiu a gravidez», adverte o Dr. Bellieni.
Tal é o caso de Agnès, que tem nove embriões congelados; recebe um questionário para decidir o que fazer: «Desejam continuar a crioconservação? Vocês ainda têm um projeto parental?».
Explica a jornalista: «enquanto se possa preencher o espaço com o sim, tudo vai bem, mas caso contrário, há um buraco negro. Alguns sabem que para eles a aventura terminou, mas continuam marcando o espaço com o sim mecanicamente. Outros não respondem [...] talvez porque não sabem o que responder».
«Para alguns seria simples: é só uma massa de células… — ironiza o Dr. Bellieni, transcrevendo a seguir: mas eis aqui que o pequeno que brinca com o trenzinho era um embrião. Um felizardo. Ali ficam os irmãos e irmãs em potencial. Jogar no lixo estes embriões desejados e obtidos depois de tanto esforço?»
«Uma mulher de 41 anos — prossegue o médico italiano — chega com lágrimas ao hospital Beclère: tem embriões congelados; não tem filhos, o marido a deixou e sem seu consentimento não se pode fazer nada. Deve renunciar às suas crianças. Queria dizer-lhes adeus, um pequeno funeral, algo…. Em resumo: a velha questão alguém ou algo? passou das análises dos jornais à experiência profunda dos pais».
«E dos médicos — adverte o neonatologista: a responsável da seção explica que ainda não começaram a destruir os embriões mais antigos porque entre os pais há quem pode mudar de idéia e comenta: É difícil… teoricamente estamos aqui para dar a vida».
«Uma alternativa à destruição — continua o Dr. Bellieni, fazendo-se eco do semanário francês — seria a doação: a outras famílias estéreis ou à ciência. Alguns o aprovam. Outros o temem: Imaginem as minhas crianças como cobaias!, indigna-se uma mãe de dois gêmeos.»
Aponta também que «o responsável pelo serviço diz que 10-15% dos pais estariam dispostos a doar os filhos à ciência… Mas quando se trata de passar aos fatos…».
E isso tampouco evita a dúvida e apreensão sobre a idoneidade da família que eventualmente os adotaria.
«Saltou o alarme no exterior — constata o médico italiano em seu artigo de Il Foglio: os embriões são filhos, talvez não serão crianças, mas têm pais. Será então possível dispor deles sem a permissão daqueles? E será de verdade indolor para os adultos ter permitido experimentos sobre o minúsculo fruto de seus gametas?»