Notícias e novidades da Igreja Católica no mundo
Por Bob Stanley
Tradução: n/c
Fonte: http://www.veritatis.com.br
Verdade: o que é?
A definição de “Verdade” é “o contrário de erro”. Verdade significa estar em harmonia com um fato. É correto. Verdade é ação, é quando a consciência humana concorda com o intelecto. A Verdade é “UMA”. Só pode haver uma verdade, Jo 17,17-23. Qualquer variação de uma verdade não é mais verdade, é erro.
A Verdade é uma pessoa. Jesus Cristo disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”, Jo 14,6. Quando DEUS criou cada um de nós, Ele escreveu Sua lei em nossos corações…”Os pagãos, que não têm a lei, fazendo naturalmente as coisas que são da lei, emboram não tenham a lei, a si mesmos servem de lei; ELES MOSTRAM QUE O OBJETO DA LEI ESTÁ GRAVADO NOS SEUS CORAÇÕES, DANDO-LHES TESTEMUNHO A SUA CONSCIÊNCIA, BEM COMO OS SEUS RACIOCÍNIOS, COM OS QUAIS SE ACUSAM OU SE ESCUSAM MUTUALMENTE.”, Rom 2,14-15. Leia também Heb 8,10 e Heb 10,16.
É a nossa consciência que examina essas leis. O “livre arbítrio”, que nos foi dado quando fomos criados, faz uma decição baseado no que a consciência está lhe dizendo, e o que o intelecto está afirmando. “Livre arbítrio” nos dá a abilidade de tomar as decisões certas ou erradas aos olhos de DEUS. DEUS fez as leis e, repetidamente, nos instruiu a fazer o que é correto, e nos advertiu contra fazer o mal. Se não tivéssemos livre arbítrio, não haveria necessidade de instruções e advertências. DEUS poderia simplesmente nos mandar fazer a Sua vontade e nós não teríamos como nos opôr. Usando o livre arbítrio, decidimos qual curso de ação será tomada para cada incidente individual com o qual nos deparamos na vida. Usando o livre arbítrio, cada um decide por si mesmo onde passará a eternidade..
DEUS não manda ninguém para o inferno. Nós mandamos a nós mesmos, através das decisões que fazemos nesta vida. Em acréscimo às leis de DEUS escritas em nossos corações, DEUS também infundiu uma fome e um desejo inato de procurá-Lo. Como DEUS é a “Verdade”, este desejo inato é o de procurar a “verdade” em todas as coisas. Quando procuramos a verdade e a encontramos, então encontramos DEUS.
Isto nos leva ao propósito deste arquivo. A fim de encontrar a verdade, nós temos que fazer testes. Temos a obrigação de questionar se estamos no processo de entrar pelo larga porta da perdição ou a porta estreita da salvação. “Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduzem à perdição e numerosos são os que por aí entram. Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho da vida E RAROS SÃO OS QUE O ENCONTRAM.”, Mat 7,13-14. Estes versículos dizem claramente que a maioria de nós está no largo caminho da destruição. Você não quer estar no caminho estreito que leva ao Céu?
A fim de se assegurar de que está no caminho certo, você tem que fazer testes. Você é obrigado a verificar todas as opções, examiná-las com o intelecto e fazer com que elas concordem com a consciência. Satanás sabe muito bem se disfarçar e nos enganar, a fim de que acreditemos que algo parece verdade enquanto, na realidade, é erro. . Leia Is 5,20: “Ai daqueles que ao mal chamam bem, e ao bem, mal, que mudam as trevas em luz e a luz em trevas”. Ele é o responsável por tantos que caminharem pelo caminho largo. Ele está constantemente lhe dizendo que você está no caminho estreito quando, de fato, ele já te colocou no caminho largo, a super rodovia para os seus domínios.
Nós não devemos nos acomodar e aceitar que temos a verdade sem pô-la a prova constantemente. Se você se acomoda e se recusa a testar, existe a chance de que esteja no caminho largo, conforme Mat 7,13-14 está tentando lhe dizer…
Mas como testamos a verdade? Já lhe dei a resposta no primeiro parágrafo. Você deve procurar pelo erro, você tem que ver se a verdade se ajusta ao fato. Aqui estão algumas dicas. Consulte sua consciência enquanto as estuda …
Esta é uma mensagem muito séria, que todos deveriam prestar atenção se realmente se importam com sua salvação. Afinal de contas, vocês estão jogando uma Roleta-Russa com as suas almas imortais. Todos nós passaremos a eternidade no céu ou no inferno. Nós próprios fazemos esta escolha com o nosso livre arbítrio. Só temos esta vida para fazer a escolha. Quem sabe quando esta vida vai terminar? Pode ser nos próximos minutos. Não há uma segunda chance. A hora é AGORA!
Você já parou para comparar a eternidade com a vida neste mundo? Este período na terra é insignificante, somente um piscar de olhos, comparado com uma eternidade de torturas no inferno ou com as felicidades inimagináveis do céu. “Coisas que os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou, tais são os bens que DEUS tem preparado para aqueles que O amam.” 1Cor 2,9…
O site Veritatis Splendor tem sido vítima de uma campanha de perseguição na Wikipedia. O texto abaixo visa alucidar o leitor sobre este fato e incentivar a defesa da Fé Católica que esta sendo atacada com essa atitude dos moderadores da Wikipedia.
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Para quê serve a Wikipedia?
Como Professor sou fascinado por iniciativas que visam o desenvolvimento cultural da sociedade, especialmente provendo acesso gratuito sobre as informações.
O advento da Internet possibilitou a democratização da informação. Hoje muitíssimas pessoas no mundo possuem acesso a obras antigas e raras, artigos sobre os mais variados assuntos. Para isto baste estarem diante de um computador conectado à grande rede.
Em 2001 é criada a Wikipedia por Jimmy Wales, que segundo ela mesma tem o objetivo “de desenvolver e manter projetos de conteúdo livre em diversos idiomas, desenvolvidos através do sistema colaborativo wiki, tendo seus conteúdos disponibilizados ao público livre de encargos financeiros. O conteúdo de seus projetos é desenvolvido por voluntários localizados em diversas partes do mundo, e os custos financeiros para manter os projetos são cobertos através de doações” (1).
Uma enciclopédia é um compêndio de conhecimento, conhecimento gera informação, informação gera sabedoria.
A Wikipedia se propõe a ser uma enciclopédia livre (conteúdo livre, não submetidos à lei de direitos autorais e colaboração livre, qualquer um pode colaborar com a iniciativa), mas não é isso que acontece na prática.
Como muitos já constataram (2), usuários com privilégios especiais chamados administradores fazem valer suas opiniões, suas crenças e sua força, revertendo edições de outros usuários e até mesmo chegando a bloqueá-los. Para agirem desta forma citam as políticas da Wikipedia como justificativa, mas sem fazer uso das motivações e orientações que constam nas próprias regras.
Um exemplo recente foi o bloqueio do editor Arlima (na Wikipedia os editores são identificados por login) e a remoção de TODAS as referências ao nosso site nos verbetes Catolicismo, Apologética Católica e Patrística. Acusaram Arlima de estar praticando SPAM.
As orientações constantes na própria Wikipedia sobre a criação de ligações externas, assim dizem: “As ligações externas são uma breve lista de endereços (links) de páginas (websites, URL) que não fazem parte da Wikipédia e postos no fim de cada artigo. A função primordial das ligações externas é oferecer acesso a páginas que aprofundam o assunto tratado no artigo, mas não constituem seu conteúdo” (1).
Será que o Veritatis Splendor com suas 30 seções e mais de 4.500 artigos não é um sítio que oferece “acesso a páginas que aprofundam o assunto tratado no artigo” sobre Catolicismo, Apologética Católica e Patrística?
Qualquer editor que se atreva a colocar links para o Veritatis Splendor em verbetes relacionados ao Catolicismo e na devida seção (Ligações Externas) está sujeito a ter suas edições desfeitas e ser bloqueado se insistir, sob as acusações de vandalismo e SPAM e serem rotulados como meus seguidores! Lanço aqui um desafio e comprovem!
A única coisa que é livre mesmo naquele espaço é a política de bairro que lá se impetrou e com a total conivência dos administradores mais antigos.
Este comportamento indevido se fez notar de forma tão significativa que na Inglaterra foi criado o Wikitruth, sítio dedicado a questionar a conduta dos administradores da Wikipedia.
Um outro agravante é o seu conteúdo que não é nada confiável. Enquanto todos os esforços dos administradores da Wikipedia estão na censura daqueles que pensam diferente deles, o conteúdo daquela enciclopédia “colaborativa” não é nada confiável. Não deveriam seus administradores zelar pela confiabilidade do conteúdo que lá está?
O próprio Jimmy Wales, “afirmou que sua invenção pode prejudicar estudantes universitários. Isso porque, segundo diversos e-mails recebidos pelo executivo, os alunos usam informações do site –muitas vezes erradas– para fazer seus trabalhos”. (4).
Aí fica a pergunta: Para quê serve a Wikipedia?
Referências
(1) http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikimedia, ver seção Objetivos.
(2) http://www.cfgigolo.com/archives/2006/06/cuidado_com_os_wikipedistas.html
(3) http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipedia:Liga%C3%A7%C3%B5es_externas.
(4) http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20203.shtml.
Autor: Prof. Alessandro Lima.
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MADRI, 03 Fev. 07 (ACI) .- A Equipe de Documentação e Análise da organização Faça-te Ouvir (FO) reeditou um revelador relatório que documenta as pressões das Nações Unidas e outros órgãos internacionais para estenderem o aborto legal na América Latina.
FO publicou uma versão atualizada no final de 2006 do relatório “Perseguição e demolição à vida. Alucinante aposta da ONU pelo Aborto na América Latina”, publicado pela primeira vez em maio passado.
Segundo FO, o relatório “analisa a estratégia protagonizada por diversos grupos internacionais para impulsionar o aborto no continente americano” e tem como objetivo que “a opinião pública conheça a realidade que se esconde atrás desta estratégia conjunta de organizações internacionais planejadas há mais uma década”.
O relatório recorda que a “América Latina é a única moderada onde todos os países, exceto Cuba, reconhecem que matar uma criança não nascida é um crime. Em meio a isso se gera o plano de extensão do aborto livre na América Latina, que se iniciou em Nova Iorque em dezembro de 1996, embora antes já se acossava a esses países para que legalizassem o aborto”.
As “Nações Unidas é somente um instrumento financiado por todos os países que formam a Organização. Detrás está uma rede de organizações internacionais, coordenadas pelo Centro de Direitos Reprodutivos de Nova Iorque e financiadas pelas fundações Rockefeller, McArthur, Packard, Ford, Merck entre outras, que perseguem meticulosamente seu objetivo abortista, mediante a manipulação consciente das Nações Unidas por meio de seu Comitê de Direitos humanos”, sustenta.
Entrevista com a teóloga Jutta Burggraf
PAMPLONA, domingo, 2 de julho de 2006 (ZENIT.org).- A teóloga alemã Jutta Burggraf recorda que o valor de cada pessoa não depende da aceitação ou rejeição dos demais. Ela o explica em seu novo livro, «Liberdade vivida com a força da fé», editado em Madri por Edições Rialp.
Jutta Burggraf é professora de teologia dogmática na Faculdade de Teologia da Universidade de Navarra e escreveu sobre o feminismo, ecumenismo e Santa Teresa dÁvila.
–Seu livro se titula «Liberdade vivida». Há liberdades não vividas?
–Burggraf: Todos nós, homens, nascemos como originais, mas às vezes nos limitamos a ser nada mais que umas cópias iguais. Então, não correspondemos ao chamado pessoal e único que recebemos ao entrar neste mundo: «Sê tu mesmo. Sê como Deus te sonhou desde sempre».
Cada homem pode oferecer muitas surpresas, agregar pensamentos novos, soluções originais, atuações únicas. É capaz de viver sua própria vida, e de ser fonte de inspiração e apoio para os demais.
Se uma pessoa não utiliza suas pernas para caminhar, nós a consideramos «estranha» ou provavelmente doente; mas se não usa seu entendimento para pensar, nem sua vontade para decidir, quase não nos damos conta de seu estado perigoso, porque estamos acostumados a não viver à altura de nossas melhores possibilidades; com freqüência, não realizamos a capacidade mais rica e profunda que temos: nossa liberdade.
Com efeito, ninguém deve converter-se em um «autômato», sem rosto nem originalidade. Às vezes, convém recobrar o olhar da criança, para abrir-nos à própria novidade — e a cada pessoa –, e assim descobrir o desafio que encerra cada situação. O mundo será o que nós fizermos dele. Ao menos nossa vida é o que fazemos dela.
–A que se refere concretamente quando alude ao mundo «sutilmente tiranizante» no qual nos coube viver?
–Burggraf: Em nossas sociedades há «correntes de ouro». Reina a tirania das massas e dos costumes. Não é difícil descobrir uma poderosa corrente coletivista que tende a despojar-nos dos mais recôndito de nosso ser, com o fim de igualar e massificar os homens, se não todos, pelo menos os que pertencem a um determinado partido, a uma associação concreta, uma comunidade, um site ou um clube de golfe.
Está na moda cantar ao uníssono, vestir-se com a mesma roupa, recorrer aos mesmos argumentos pré-fabricados, com as mesmas palavras, o mesmo olhar e inclusive o mesmo sorriso.
Há pessoas que nem se dão conta de suas correntes. Acomodam-se ao espírito que lhes parece óbvio. Mas o que elas sentem, pensam ou dizem não é coisa sua; são os sentimentos, pensamentos e frases feitas que foram publicadas em milhares de jornais e revistas, na rádio, na televisão e na internet. Enquanto alguém começa a pensar e a atuar por conta própria e mantém uma opinião divergente da geralmente aceita pelo «sistema» — que se voltou a fechar e não admite nada que seja incômodo — simplesmente se rejeita.
Contudo, somos livres, apesar das circunstâncias adversas que podem nos rodear e influir. E não só temos o direito, mas também o dever de exercer nossa liberdade.
Justamente hoje é mais necessário que nunca que tomemos consciência da grande riqueza de nossa vida e busquemos caminhos para chegar a ser «mais» homens, e não umas pessoas desanimadas, assustadas e enlutadas.
–Como se aprende a ser livre? Qual é o primeiro passo?
–Burggraf: Ao crescer, o homem descobre paulatinamente que tem um espaço interior, no qual está, de algum modo, à disposição de si mesmo. Ele percebe que, essencialmente, não depende nem dos pais, nem dos professores do colégio; não depende dos meios de comunicação, nem tampouco da opinião pública. Experimenta um espaço no qual está a sós consigo mesmo, onde é livre. Descobre seu mundo interior, sua própria intimidade.
O íntimo é o que só a pessoa conhece: é o «santuário» do humano. Posso entrar dentro de mim, e aí ninguém pode me aprisionar.
Quando «estou comigo», facilmente percebo quão desnecessário e inclusive ridículo é o buscar a confirmação e o aplauso dos demais. O valor de uma pessoa não depende dos outros, não depende dos aplausos ou gestos de confirmação que possa receber ou não.
Somos mais do que vivemos no exterior. Há um espaço em nós ao qual os outros não têm acesso. É nossa «pátria interior», um espaço de silêncio e quietude. Enquanto não o descubramos, viveremos de um modo superficial e confuso, buscando consolo onde não há — no mundo exterior.
O homem é livre, quando mora na própria casa. Infelizmente, há muitas pessoas que não «estão consigo», mas sempre com os outros. Não sabem descansar em si mesmas.
–Obedecer a Deus é fonte de liberdade, afirma. Que quer dizer com isso?
–Burggraf: O próprio Deus, a fonte de toda vida, quer habitar cada vez mais profundamente em nós. Desde nosso núcleo mais íntimo, quer dar-nos a vida em abundância. De uma forma ou de outra, cada homem está chamado a reviver o drama experimentado por Santo Agostinho: «Tu estavas dentro de mim e eu fora. E fora te andava buscando».
Deus nos pede um mínimo de abertura, disponibilidade e acolhida de sua graça: «Se escutais hoje sua voz, não endureçais vosso coração». Para encontrar a Deus dentro de nós, é preciso — misteriosamente — «abrir-lhe as portas» de nossa casa. Em outras palavras, neste espaço íntimo do silêncio e da quietude que há em mim, onde ninguém pode entrar senão eu, não quero estar só. Convido Deus para entrar e estar comigo — e a conduzir minha vida. Então, minha autodeterminação consiste em fazer o que ele me disser.
Quando Deus habita em mim, eu gosto de «estar comigo» e «entrar na própria casa». Nunca estarei só, mas acompanhado e protegido por quem mais me ama. Não é necessário que eu mesmo resolva os pequenos e grandes problemas de cada dia. A vida cristã é uma vida estritamente dialogal.
Obediência quer dizer, em sua origem, que Cristo nos governa. É Ele quem toma o timão de nossa barca. Não se sobrepõe às nossas ações; está no próprio núcleo da liberdade. É o que nos diz o Evangelista: «Vede que o reino de Deus se encontra dentro de vós» (Lucas 17, 20).