Notícias e novidades da Igreja Católica no mundo


Rejeitam por unanimidade lei que pretendia descriminalizar o aborto no Brasil

mai 8, 2008 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Mundo

BRASILIA, 07 Mai. 08 / 07:00 pm (ACI).- A Comissão de Segurança Social e Família rechaçou hoje, por unanimidade, o Projeto de lei 1135/91, que procurava descriminalizar o aborto provocado pela própria gestante. 33 votos, a totalidade dos mesmos, foram contra a lei que tentava legalizar o aborto por qualquer motivo em qualquer etapa da gravidez.

Conforme informa a agência de notícias da Câmara de Deputados, “o grupo de deputados que defendia a continuidade das discussões e a realização de uma quarta audiência pública sobre a proposta se retirou da reunião depois de ser rechaçados os sucessivos requerimentos para autorizar a votação. Marcada por manifestações de cidadãos favoráveis e contrários ao projeto, a reunião foi encerrada”.

De outro lado, a organização Defesa da Vida precisou que “o deputado José Aristodemo Pinotti, junto com a deputada Cida Diogo, apresentaram inicialmente seus votos a favor do projeto” anti-vida.

O deputado Pinotti, assinala Defesa da Vida, “voltou a mencionar, para justificar seu voto, que existe uma diminuição do número de abortos nos países aonde esta prática foi legalizada”.

Defesa da Vida assegurou perante estas afirmações que “o argumento, constantemente repetido pelos abortistas, é provadamente errado porque não considera os números dos países, inclusive no primeiro mundo, como o caso da Inglaterra, Espanha, Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, e outros mais, nos que após de sua legalização, o número de abortos contínua aumentando, em vez de diminuir”.

“José Aristodemo Pinotti, além de médico e deputado federal, é também dos anos 70 membro da Junta de Representantes do Population Council, entidade pertencente às organizações Rockefeller que, fundada em 1952, foi o cérebro que coordenou o desencadeamento internacional do controle populacional e da ofensiva atual que procura a implantação do aborto em todo mundo”, precisou Defesa da Vida.


Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Explica o professor Dr. Humberto L. Vieira, membro da Pontifícia Academia para a Vida

BRASÍLIA, domingo, 25 de março de 2007 (ZENIT.org).- «O homossexual, como pessoa, deve ter assegurado seu direito, na sociedade, como qualquer outro cidadão; deve ser respeitado, como ser humano que é», explica um membro da Pontifícia Academia para a Vida.

«Bem diferente é criar privilégios para esse grupo em detrimento da grande maioria da sociedade constituída de cristãos que defendem o direito natural e os valores morais e éticos estabelecidos», enfatiza o professor Dr. Humberto L. Vieira.

O projeto de lei da homofobia teve origem na Câmara dos Deputados do Brasil com o n° 5003/2001. É de autoria da Dep. Iara Bernardes (PT/SP). Foi aprovado numa quinta-feira, em 23 de novembro de 2006, em regime de urgência, com poucos parlamentares na Casa e enviado ao Senado, onde tomou o n° 122/2006.

«Trata-se de um projeto que, a título de coibir a discriminação de homossexuais, tipificando os crimes de “homofobia” e aplicando penalidades, cria uma casta na sociedade e coloca a maior parte da sociedade civil constituída de cidadãos de segunda classe», afirma o professor.

Humberto Vieira explica que, alterando a legislação vigente sobre discriminação o projeto pretende incluir como crime, entre outros: a discriminação de gênero, orientação sexual e identidade de gênero.

Na prática, há diferentes conseqüências desse projeto. Segundo o professor, «uma patroa não poderá dispensar os serviços de uma babá lésbica, nem um empregador demitir um empregado homossexual sob penas da lei, caso venha o empregado alegar que foi demitido por ser homossexual».

«Se em um restaurante alguém almoçando com sua família se sentir constrangido diante de um casal homossexual se beijando ou trocando carícias, reclamar ou abandonar o restaurante por esse fato, poderá ser acusado por crime de discriminação.»

«Se o padre ou um pastor protestante pregar em sua igreja contra o homossexualismo, mesmo citando a Bíblia, cometerá crime e como já tem acontecido em países como a Suécia, com o Pr. Ake Green, de uma igreja pentecostal, que já tem uma lei semelhante», explica.

O professor Vieira afirma ainda que «o reitor de um seminário para padres não poderá deixar de receber, como aluno, um homossexual sob pena de prisão. Essas são, por exemplo, apenas algumas das conseqüências».

O Projeto
Assim estabelece o projeto de lei: Art. 4°- Praticar o empregador ou seu preposto atos de dispensa direta ou indireta: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos; Art. 5º - Impedir, recusar ou proibir o ingresso ou a permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento público ou privado, aberto ao público: Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos. Art. 6° - Recusar, negar, impedir, preterir, prejudicar, retardar ou excluir, em qualquer sistema de seleção educacional, recrutamento ou promoção funcional ou profissional: Pena - reclusão de 3 (três) a 5 (cinco) anos.

Art. 8° - A. Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das características previstas no art. 1º desta Lei: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos. Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero: § 5º O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica. “Art. 8º - B. Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”


Tags: , , , , , , , , , , ,

Pregador do Papa: conversão é sorriso do pecador… e de Deus

mar 20, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Espiritualidade

Comentário do Pe. Raniero Cantalamessa, ofmcap., sobre a liturgia do próximo domingo

ROMA, quinta-feira, 15 de março de 2007 (ZENIT.org).- Publicamos o comentário do Pe. Raniero Cantalamessa, ofmcap. — pregador da Casa Pontifícia — sobre a liturgia do próximo domingo, IV da Quaresma.

* * *

Jesus e os pecadores

II Domingo de Quaresma
Josué 5, 9a. 10-12; 2 Coríntios 5, 17-21; Lucas 15, 1-3. 11-32

O Evangelho do II domingo da Quaresma constitui uma das páginas mais célebres do Evangelho de Lucas e dos quatro Evangelhos: a parábola do filho pródigo. Tudo, nesta parábola, é surpreendente; Deus nunca havia sido descrito aos homens com estas características. Essa parábola sozinha tocou mais corações que todos os discursos dos pregadores juntos. Tem um poder incrível para atuar na mente, no coração, na fantasia, na memória. Sabe tocar os pontos mais diversos: o arrependimento, a vergonha, a saudade.

A parábola é introduzida com estas palavras: «Costumavam aproximar-se de Jesus os publicanos e os pecadores para escutá-lo. E os fariseus e os escribas murmuravam entre si: ‘Esse acolhe os pecadores e come com eles’. Então Jesus lhes disse esta parábola…» (Lc 15, 1-2). Seguindo esta indicação, queremos refletir sobre a atitude de Jesus para com os pecadores, contemplando o Evangelho em seu conjunto, movidos pelo objetivo que nos fixamos neste comentário aos Evangelhos da Quaresma, de conhecer melhor quem era Jesus, o que sabemos historicamente d’Ele.

É conhecida a acolhida que Jesus reserva aos pecadores no Evangelho e a oposição que isso causou por parte dos defensores da lei, que o acusavam de ser «um comilão e um beberrão, amigo de publicanos e pecadores» (Lc 7, 34). Um dos considerados historicamente como dos melhores discursos de Jesus enuncia: «Não vim para chamar os justos, mas os pecadores» (Mc 2, 17). Sentindo-se por Ele acolhidos e não julgados, os pecadores o escutavam com alegria.

(more…)


Tags: , , , , , , , , , , ,

Bispo mexicano pede a deputados que não aprovem uniões homossexuais

fev 3, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Outros

MEXICO D.F., 03 Fev. 07 (ACI) .- O Bispo de Veracruz, Dom. Luis Felipe Gallardo Martín del Campo, exortou aos deputados locais para não aprovarem uma Lei de Convivência para o estado de Veracruz, porque no fundo fazer isso é legalizar as uniões homossexuais e as equiparar ao matrimônio.

Recentemente o grupo Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros anunciou a elaboração de uma iniciativa de Lei de Convivência que se apóia nas aprovadas no Distrito Federal e na Coahuila, para que seja apresentada e aprovada pelo Parlamento local, o que contaria com o apoio do deputado Miguel Rodríguez Cruz (PRI).

Em declarações à imprensa, Dom Galhardo recordou que a Igreja defende a condição e natureza humana e o valor da família fundamentada no matrimônio entre um homem e uma mulher.

“O grande problema é querer igualar com a condição familiar de matrimônio tudo isto que pudesse ser simplesmente convênios, contratos de reciprocidade e apoio mútuo sem a necessidade de chamá-lo família, matrimônio, bodas e, por conseguinte querer dar os mesmos direitos que tem o matrimônio heterossexual”, explicou.

Nesse sentido, assinalou que “todo mundo pode associar-se para fins honestos, é um direito constitucional. O reprovável do ponto de vista, não só católico, mas também antropológico, básico e fundamental, é estar acima da natureza humana que todos compartilhamos”.


Tags: , , , , , , , , ,

Lei natural não reconhece matrimônio entre pessoas do mesmo sexo

jan 30, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Outros

Explica o arcebispo Amato, secretário da Congregação para a Doutrina da Fé

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 30 de janeiro de 2007 (ZENIT.org).- Um católico não pode apoiar uma lei que introduz o matrimônio entre duas pessoas do mesmo sexo, explica o arcebispo Angelo Amato.

O secretário da Congregação para a Doutrina da Fé declara que se trata de uma questão que não só faz parte do ensinamento da Bíblia, mas também da lei natural.

«Um católico não pode dar seu apoio a uma legislação que, por exemplo, introduz o matrimônio entre duas pessoas do mesmo sexo, porque vai contra a Revelação bíblica e contra a própria lei natural», declarou em 28 de janeiro a «Avvenire».

Dada a importância da lei natural, o prelado revela que sua Congregação está preparando algum tipo de declaração e que «com esse objetivo já consultou todas as universidades católicas do mundo», revela.

«As respostas são muito alentadoras desde todas as partes do mundo, inclusive por parte das universidades que são consideradas como mais ‘difíceis’… A lei natural é importantíssima também porque, entre outros motivos, pode ser o único fundamento para um fecundo diálogo inter-religioso.»

«Muitos políticos católicos pedem declarações sobre esse tipo de tema; o fato de que depois queiram ou consigam atuar coerentemente, é outra questão», afirma.

«Os políticos católicos, de qualquer forma, deverão recordar sempre que não deverão jamais consentir com a introdução de leis que vão contra os princípios morais. No caso de que as leis desse tipo já estejam em vigor, então podem ‘limitar-se’ a tentar atenuar seu alcance», conclui.


Tags: , , , , , , ,

Qual é o conteúdo essencial da mensagem cristã?

jun 16, 2006 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Outros

02 de abril de 2006
Gonzalo Aranda

É o anúncio de Jesus Cristo. Ele mesmo é a “boa notícia” (Evangelho) que os Apóstolos desde o princípio proclamavam. Como dizia São Paulo: “Recordo-vos, irmãos, o Evangelho que vos anunciei, esse precisamente que recebestes, no qual perseverais, pelo qual também sois salvos (…) Porque vos transmiti, em primeiro lugar, o que também havia recebido: Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras; e apareceu a Cefas e depois aos Doze” (1 Cor. 15, 3‑5).

Essa mensagem refere-se diretamente à morte e à ressurreição de Jesus Cristo — levadas a cabo para a nossa salvação — e também inclui que Jesus é o Messias (Cristo) enviado por Deus, tal como fora prometido a Israel. O anúncio de Jesus Cristo abarca, portanto, a fé no único Deus: Criador do mundo e do homem, e principal protagonista da História da Salvação.

A mensagem cristã anuncia que com Jesus Cristo a revelação de Deus ao homem realizou-se plenamente: “Ao chegar a plenitude dos tempos, Deus enviou o Seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a Lei, para redimir os que estavam sujeitos à Lei, a fim de recebermos a filiação adotiva” (Gál. 4,4-5). Jesus revela quem é Deus de um modo novo, mais profundo que o da revelação já feita ao povo de Israel; revela Deus como sendo o seu Pai num sentido tão singular que chega a dizer: “Eu e o Pai somos um” (João 10,30). Apoiada nos ensinamentos dos Apóstolos, a Igreja anuncia Jesus Cristo como sendo o Filho de Deus e verdadeiro Deus, da mesma natureza que o Pai.

Jesus atuou durante a sua vida na Terra com o poder de Deus e do Espírito de Deus, que estava nEle (Lc. 4,18‑21). Além disso, prometeu enviar‑nos o Espírito após a sua ressurreição e a sua glorificação junto ao Pai (João 14,16; entre outras passagens). Quando os Apóstolos receberam o Espírito Santo, no dia de Pentecostes, compreenderam que Jesus cumprira a sua promessa. Experimentaram a força transformadora do Espírito Santo, que desde então continua vivificando a Igreja: é a sua alma. A mensagem cristã inclui, portanto, o Espírito Santo, verdadeiro Deus e terceira Pessoa da Santíssima Trindade.

A mensagem cristã também anuncia aquilo que o próprio Jesus anunciava: o Reino de Deus (Mc. 1,15). Cristo deu um pleno conteúdo a essa expressão simbólica, usando-a para indicar a presença de Deus na História (e ao final da História também) e a união de Deus com o homem. Jesus anunciava que o Reino de Deus já havia começado, porque ele já estava entre os homens e as suas ações já os estavam libertando do poder do demônio e do mal (Mt. 12,28). Essa mesma presença e essas mesmas ações de Jesus Cristo são as que a Igreja dá continuidade, em virtude da força do Espírito Santo.

Na História humana, a Igreja é como a semente desse Reino, que culminará com a segunda vinda de Cristo no final dos tempos. Enquanto isso, nela o homem passa a ter — mediante o Batismo — uma nova relação com Deus: a relação de filho de Deus unido a Jesus Cristo; uma relação que também culminará após a morte, na ressurreição final. Cristo continua estando realmente presente na Igreja: na Eucaristia e atuando também nos outros Sacramentos, que são sinais eficazes da Sua graça. O amor de Deus a todos os homens manifesta-se também mediante a ação dos cristãos, se estes viverem bem a caridade. Tudo isso entra na mensagem cristã.

BIBLIOGRAFIA

Catecismo da Igreja Católica.

Fonte: www.opusdei.org.br


Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Comentários Recentes