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NÃO! Ao Aborto

mai 23, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja

Este é o fato: “O aborto é a morte de uma criança no ventre de sua mãe, produzida durante qualquer momento da etapa que vai desde a fecundação (união do óvulo com o espermatozóide) até o momento prévio ao nascimento”.

Até poucas décadas, a medicina afirmava não sentirem dor os bebês… Quantos sofrimentos não foram causados à esses pequeninos, submetidos a cirurgias sem o uso de anestesia, até que a ciência comprovasse o contrário?

À medida que evoluímos tecnologicamente, nos é possibilitado confirmar ou desmentir nossas próprias afirmativas. Caso recente do ultrassom que consegue hoje mostrar o desespero do feto no momento do aborto. A luta natural pela sobrevivência, antes mesmo do nascimento. Como poder negar já ser um indivíduo o feto?

Sempre tivemos o péssimo hábito de tomar hipóteses como certezas, para explicações improváveis. Num passado não distante, verdadeiros sábios foram decaptados ou jogados à fogueira por afirmarem (contrariando algumas certezas), que “a Terra era redonda” ou que “a Terra não seria o centro do universo”. A lista é enorme. Não há provas que neguem o “fato” anunciado no início deste texto e logo, não devemos permitir excessões (aborto) à regra (vida) por princípio.

Defensores do aborto procuraram encobrir sua natureza criminal mediante a terminologia confusa ou evasiva, ocultando o assassinato com jargão “interrupção voluntária da gravidez” ou sob conceitos como “direito de decidir” ou “direito à saúde reprodutiva”. Nenhum destes artifícios da linguagem, entretanto, podem ocultar o fato de que o aborto é um infanticídio.


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Agência de publicidade recusa prêmio para campanha pró-aborto

jun 22, 2006 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Mundo

SÃO PAULO, quarta-feira, 21 de junho de 2006 (ZENIT.org).- A agência de publicidade brasileira Giovanni FCB informou esta quarta-feira que não receberá o “Leão de Bronze” conquistado no 53º Festival Internacional de Propaganda de Cannes (França) com a série de anúncios «“Ovo” “Chupeta” “Feto” “Ursinho”», criada para o Ipas, uma ONG que promove o aborto mundialmente.

Segundo nota divulgada pela Giovanni FCB, trata-se de uma campanha fantasma, criada por profissionais que não atuam mais na casa e inscrita na competição à revelia da direção-geral da agência. Declara ainda que a ONG IPAS não é seu cliente.

A série de anúncios conquistou um dos cinco “Leões de Bronze” do Brasil na área Press (anúncio) no Festival, que é considerado o mais importante prêmio da publicidade mundial.

A direção da agência divulgou nota afirmando que já solicitou a retirada das peças de publicidade do Festival de Cannes e que «nunca apoiou a causa a que ela se refere».

O 53º Festival Internacional de Propaganda de Cannes ostenta um total de 24.862 trabalhos inscritos por 81 países.

O Brasil concorre com um montante de 2.537 trabalhos pretendentes a “Leões”. O país consta na segunda posição entre os que mais enviaram inscrições a Cannes em 2006, atrás apenas dos tradicionais líderes, os Estados Unidos, que concorrerão com 3.376 peças. O Festival encerra esse sábado, dia 24 de junho.


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Estudioso de renome mundial demonstra que o feto experimenta dor

jun 8, 2006 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Outros

K.J. Anand o afirma na revista «Pain Clinical Updates»

ROMA, quarta-feira, 7 de junho de 2006 (ZENIT.org).- O professor da Universidade de Kansas K.J.S. Anand, neonatologista de renome mundial, acaba de publicar um estudo no qual demonstra que um feto sente dor inclusive antes do estado avançado de gestação.

Anand publicou um artigo sobre o tema no número de junho de 2006 de «Pain Clinical Updates», a revista oficial de «International Associação for the Study of Pain» (Associação Internacional para o Estudo da Dor), que é considerada mundialmente a fonte mais autorizada sobre o assunto.

Seu estudo nasce da necessidade de oferecer um ponto de referência, afastado das polêmicas partidaristas, porque «a dor fetal tem tantas implicações que exige um enfoque científico independente das polêmicas sobre o aborto, direitos das mulheres ou início da vida humana», afirma Anand.

Graças aos estudos de K.J. Anand nos anos oitenta, já foi demonstrado que o recém-nascido podia experimentar dor, pelo que se começou a difundir a prática de ministrar morfina no momento das operações cirúrgicas a esses pequenos pacientes.

Anand começa seu artigo afirmando que «os argumentos precedentes contra a possibilidade da dor fetal estavam baseados na imaturidade ou na inibição dos neurônios corticais e os estímulos tálamo-corticais no feto, dado que estes elementos são considerados essenciais para uma percepção consciente da dor. Mas a imaturidade ou a hipofunção dos neurônios corticais não são em si suficientes para obstruir a dor fetal».

O autor inclui explicações sobre a atividade e o desenvolvimento neuronal e apresenta exemplos de percepção sensorial consciente no feto. Citando investigações precedentes, afirma: «Em uma atenta análise do comportamento fetal baseado na aprendizagem e na memória, como evidências da função psicológica no útero, Hepper e Shihidullah concluem que se dá uma percepção consciente no feto».

Anand critica os trabalhos que colocavam em dúvida a percepção da dor pré-natal, baseando-se na peculiaridade do sistema nervoso do feto. «Estes trabalhos pressupõem que a ativação cortical é necessária para a percepção da dor pelo feto. Este raciocínio ignora o dado clínico de que a ablação do córtex somatosensorial não altera a percepção da dor nos adultos.»

Por isso conclui: «A evidência científica mostra como possível e inclusive provável que a percepção da dor no feto comece antes do período avançado de gestação».

«Nossos atuais conhecimentos sobre o desenvolvimento – acrescenta – mostram as estruturas anatômicas, os mecanismos fisiológicos e a evidência funcional da percepção da dor que se desenvolve no segundo trimestre, certo não no primeiro, mas muito antes do terceiro trimestre de gestação humana.»

Entrevistado pela agência Zenit sobre o alcance científico desse estudo, o professor Carlo Bellieni, neonatologista do Departamento de Terapia Intensiva Neonatal da Policlínica Universitária «Le Scotte» de Siena, comentou: «A evidência científica sobre a dor do feto encontra aqui uma exposição sistemática por parte da máxima autoridade mundial».

«A luta contra a dor de quem não pode expressar-se acaba sendo reforçada. Por outro lado, não se pode sustentar que a criança prematura de 500 gramas experimenta dor, mas tampouco se pode dizer que o feto do mesmo peso não o experimenta só pelo fato de que está ainda no útero», aponta.


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