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RECEIVE THE POWER (RECEBA A FORÇA)
(Sydney 2008)
Estrofe 1
Every nation, every tribe,
(Toda nação, toda tribo,)
come together to worship You.
(Chegam juntas para adorar-Te.)
In Your presence we delight,
(Em Tua presença nós nos alegramos,)
we will follow to the ends of the earth.
(nós Te seguiremos até os confins da terra.)
Refrão
Alleluia! Alleluia!
Receive the Power, from the Holy Spirit!
(Receba a Força, vinda do Espírito Santo!)
Alleluia! Alleluia!
Receive the Power to be a light unto the world!
(Receba a Força para ser uma luz em meio ao mundo!)
Estrofe 2
As Your Spirit calls to rise
(Assim que Teu Espírito nos chama a ascender)
we will answer and do Your Will.
(Nós responderemos e faremos Tua Vontade.)
We’ll forever testify
(Nós testemunharemos eternamente)
of Your mercy and unfailing love.
(Tua misericórdia e teu infinito amor.)
Refrão
Alleluia! Alleluia!
Receive the Power, from the Holy Spirit!
(Receba a Força, vinda do Espírito Santo!)
Alleluia! Alleluia!
Receive the Power to be a light unto the world!
(Receba a Força para ser uma luz em meio ao mundo!)
Estribilho
Lamb of God, we worship You,
(Cordeiro de Deus, nós Te adoramos,)
Holy One, we worship You,
(Santo dos Santos, nós Te adoramos,)
Bread of Life, we worship You,
(Pão da Vida, nós Te adoramos,)
Emmanuel, we worship You.
(Emanuel, nós Te adoramos,)
Lamb of God, we worship You,
(Cordeiro de Deus, nós Te adoramos,)
Holy One, we worship You,
(Santo dos Santos, nós Te adoramos,)
Bread of Life, we worship You,
(Pão da Vida, nós Te adoramos,)
Emmanuel, we will sing forever.
(Emmanuel, vamos cantar para sempre.)
Refrão
Alleluia! Alleluia!
Receive the Power, from the Holy Spirit!
(Receba a Força, vinda do Espírito Santo!)
Alleluia! Alleluia!
Receive the Power to be a light unto the world!
(Receba a Força para ser uma luz em meio ao mundo!)
| 2008 | SYDNEY - AUSTRÁLIA :: Receive the Power | |
| Hino em inglês | ||
| Hino em versão internacional | ||
| Hino - Videoclipe em inglês | ||
| Hino - Videoclipe em versão internacional | ||
| Letra em português | ||
| Letra em inglês | ||
| Partitura (PDF) |
Saiba como agir quando um “Testemunha de Jeová” visitar a sua casa.
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Os Evangelhos atestam a divindade de Jesus.
A Igreja, depois de examinar todas as coisas, com todo o rigor que lhe é peculiar, não tem dúvida de nos apresentar os Evangelhos como rigorosamente históricos. A Constituição apostólica Dei Verbum, do Vaticano II, diz: “A santa Mãe Igreja, segundo a fé apostólica, tem como sagrados e canônicos os livros completos tanto do Antigo como do Novo Testamento, com todas as suas partes, porque, escritos sob a inspiração do Espírito Santo, eles têm Deus como Autor e nesta sua qualidade foram confiados à Igreja” (DV,11).
O Catecismo da Igreja afirma com toda a segurança:
“A Igreja defende firmemente que os quatro Evangelhos, cuja historicidade afirma sem exitação, transmitem fielmente aquilo que Jesus, Filho de Deus, ao viver entre os homens, realmente fez e ensinou para a eterna salvação deles, até ao dia que foi elevado” (n° 126).
Jesus impressionava as multidões por ser Deus, “ensinava como quem tinha autoridade e não como os escribas” (Mt. 7,29).
Ele provou ser Deus; isto é, Senhor de tudo, onipotente, oniciente, onipresente: andou sobre as águas sem afundar (Mt 14,26), multiplicou os pães (Mt 15,36), curou leprosos (Mt 8,3), dominou a tempestade (Mt 8,26), expulsou os demônios (Mt. 8,32), curou os paralíticos (Mt 8,6), ressuscitou a filha de Jairo (Mt 9,25), o filho da viúva de Naim, chamou Lázaro do túmulo, já em estado de putrefação (Jo11, 43″44), transfigurou-se diante de Pedro, Tiago e João, no Monte Tabor (Mt 17,2) e ressuscitou triunfante dos mortos (Mt 28,6)…
Os Evangelhos narram 37 grandes milagres de Jesus, sem contar os que não foram escritos. Provou que era Deus!
Só Deus pode fazer essas obras! É por isso que São Paulo disse que:
“Nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Col 2,9).
“Ele é a imagem do Deus invisível” (Col 1,15).
S.Pedro diz, como testemunha:
“Vimos a sua majestade com nossos próprios olhos” (2 Pe 1,16).
Alguém poderia perguntar, mas quem pode provar a autenticidade dos Evangelhos?
Pois bem, a crítica Racionalista dos últimos séculos empreendeu com grande ardor o estudo crítico dos Evangelhos, com a sede maldosa de destruí”los. A que conclusão chegaram esses racionalistas materialistas que empreenderam, com o mais profundo rigor da Ciência, cujo deus era a Razão, a análise sobre a autenticidade histórica dos Evangelhos?
Empregando os “métodos das citações”, “das traduções”, “o método polêmico”, e outros, tentando desmascarar a “farsa” dos Evangelhos, chegaram à conclusão exatamente oposta a seus desejos e, por coerência científica, tiveram que afirmar como Renan, racionalista da França, na sua obra Vie de Jesus:
“Em suma, admito como autênticos os quatro Evangelhos canônicos”.
Harnack, racionalista alemão, foi obrigado a afirmar:
“O caráter absolutamente único dos Evangelhos é, hoje em dia, universalmente reconhecido pela crítica” (Jesus Cristo é Deus ? José Antonio de Laburu, ed. Loyola, pág. 55).
Streeter, grande crítico inglês afirmou que:
“Os Evangelhos são, pela análise crítica, os que detém a mais privilegiada posição que existe”( idem).
Os mais exigentes críticos do século XIX, Hort e Westcott, foram obrigados a afirmar:
“As sete oitavas partes do conteúdo verbal do Novo Testamento não admitem dúvida alguma. A última parte consiste, preliminarmente, em modificações na ordem das palavras ou em variantes sem significação. De fato, as variantes que atingem a substância do texto são tão poucas, que podem ser avaliadas em menos da milésima parte do texto” (idem pág. 56).
Finalmente os racionalistas tiveram que reconhecer a veracidade histórica, científica, dos Evangelhos:
“Trabalhamos 50 anos febrilmente para extrair pedras da cantaria que sirvam de pedestal à Igreja Católica?” (ibidem).
Enfim, os inimigos da fé, quiseram destruir os Evangelhos, e acabaram reconhecendo”os como os Livros mais autênticos, segundo a própria crítica racionalista.
Santa Teresinha, doutora da Igreja, dizia:
“É acima de tudo o Evangelho que me ocupa durante as minhas orações; nele encontro tudo que me é necessário para a minha pobre alma. Descubro nele sempre novas luzes, sentidos escondidos e misteriosos”.
DO Livro: Escola da Fé IV (no prelo) do Prof. Felipe de Aquino
Fonte: http://www.cleofas.com.br/
A Igreja sempre considerou a Oração do Senhor (Pai Nosso) como a oração Cristã por excelência. Na antiga Igreja da África, por exemplo, os rudimentos da fé (em que cremos) foram transmitidos a partir dela; no seu catecumenato quando imersos no conhecimento da oração (o que oramos).Depois de terem uma explanação sobre o Credo (tradição) eles tinham que recitá-la publicamente de memória (redição); a passagem entre esta ‘tradição’ e ‘redição’ era a Oração do Senhor. Tertuliano não era o único a considerar a Oração do Senhor como sendo o compêndio e a síntese do Antigo e do Novo Testamento.
“Em suas poucas palavras, estão resumidas as falas dos profetas, os evangelhos, os Apóstolos; os discursos, as parábolas, os exemplos e dos ensinamentos do Senhor e, ao mesmo tempo, muitas de nossas necessidades são preenchidas. Na invocação do Pai, nos honramos a Deus; no Nome está o testemunho da fé; em Sua vontade está a oferta da obediência; no Reino está a recordação da esperança; no Pão coloca-se a questão da vida; no pedido de perdão está a confissão dos pecados; no pedido de proteção está o medo da tentação. Por que medo? Somente Deus poderia ensinar-nos como Ele queria que orássemos” (De Oratione 9,1-3).
Apesar de Lucas 11,2-4, eu examinarei apenas o texto de Mateus 6,9-13. Ele aparece inserido justamente após a segunda de três virtudes ? caridade (6,1-3), oração (6,4-15) e jejum (6,16-18) ? todas como formas superiores à justiça dos Judeus.
Mateus 6,9-13 esta estruturado em três partes. Começa com uma invocação, continua com três pedidos com referência a Deus, e encerra com três pedidos relativo ao povo messiânico. A oração tinha uma clara orientação escatológica e presume uma sinergia Deus-homem.
Segundo o Catecismo da Igreja Católica, o Espírito Santo é a “Terceira Pessoa da Santíssima Trindade”. Quer dizer, havendo um só Deus, existem nele três pessoas diferentes: Pai, Filho e Espírito Santo. Esta verdade foi revelada por Jesus em seu Evangelho.
O Espírito Santo coopera com o Pai e o Filho desde o começo da história até sua consumação, quando o Espírito se revela e nos é dado, quando é reconhecido e acolhido como pessoa. O Senhor Jesus no-lo apresenta e se refere a Ele não como uma potência impessoal, mas como uma Pessoa diferente, com seu próprio atuar e um caráter pessoal.
O Espírito Santo, o Dom de Deus
“Deus é Amor” (Jo 4,8-16) e o Amor que é o primeiro Dom, contém todos os demais. Este amor “Deus o derramou em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Rm 5,5).
Poste que morremos, ou ao menos, fomos feridos pelo pecado, o primeiro efeito do Dom do Amor é a remissão de nossos pecados. A Comunhão com o Espírito Santo, “A graça do Senhor Jesus Cristo, e a caridade de Deus, e a comunicação do Espírito Santo sejam todos vossos” (2Cor 13,13;) é a que, na Igreja, volta a dar ao batizados a semelhança divina perdida com o pecado.
Pelo Espírito Santo nós podemos dizer que “Jesus é o Senhor”, quer dizer para entrar em contato com Cristo é necessário Ter sido atraído pelo Espírito Santo.
Mediante o Batismo nos é dado a graça do novo nascimento em Deus Pai por meio de seu Filho no Espírito Santo. Porque os que são portadores do Espírito de Deus são conduzidos ao Filho; mas o Filho os apresenta ao Pai, e o Pai lhes concede a incorruptibilidade. Portanto, sem o Espírito não é possível ver ao Filho de Deus, e sem o Filho, ninguém pode aproximar-se do Pai, porque o conhecimento do Pai é o Filho, e o conhecimento do Filho de Deus se alcança pelo Espírito Santo.
Vida e Fé. O Espírito Santo com sua graça é o “primeiro” que nos desperta na fé e nos inicia na vida nova. Ele é quem nos precede e desperta em nós a fé. Entretanto, é o “último” na revelação das pessoas da Santíssima Trindade.
O Espírito Santo coopera com o Pai e o Filho desde o começo do Desígnio de nossa salvação e até sua consumação. Somente nos “últimos tempos”, inaugurados com a Encarnação redentora do Filho, é quando o Espírito se revela e nos é dado, e é reconhecido e acolhido como Pessoa.
O Paráclito. Palavra do grego “parakletos”, o mediador, o defensor, o consolador. Jesus nos apresenta ao Espírito Santo dizendo: “O Pai vos dará outro Paráclito” (Jo 14,16). O advogado defensor é aquele que, pondo-se de parte dos que são culpáveis devido a seus pecados os defende do castigo merecido, os salva do perigo de perder a vida e a salvação eterna. Isto é o que Cristo realizou, e o Espírito Santo é chamado “outro paráclito” porque continua fazendo operante a redenção com a que Cristo nos livrou do pecado e da morte eterna.
Espírito da Verdade: Jesus afirma de si mesmo: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14,6). E ao prometer o Espírito Santo naquele “discurso de despedida” com seus apóstolos na Última Ceia, diz que será quem depois de sua partida, manterá entre os discípulos a mesma verdade que Ele anunciou e revelou.
O Paráclito, é a verdade, como o é Cristo. Os campos de ação em que atua o Espírito Santo são o espírito humano e a história do mundo. A distinção entre a verdade e o erro é o primeiro momento de tal atuação.
Permanecer e atuar na verdade é o problema essencial para os Apóstolos e para os discípulos de Cristo, desde os primeiros anos da Igreja até o final dos tempos, e é o Espírito Santo quem torna possível que a verdade sobre Deus, o homem e seu destino, chegue até nossos dias sem alterações.
Símbolos
O Espírito Santo é representado de diferentes formas:
Fonte: ACI Digital
Creio em Deus-Pai, todo poderoso,
criador do céu e da terra
e em jesus cristo seu único filho, Nosso Senhor
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo
nasceu da Virgem Maria
Padeceu sob Poncio Pilatos
Foi crucificado, morto e sepultado
desceu a mansão dos mortos
ressuscitou ao terceiro dia, subiu aos céus
está sentado à direita de Deus Pai
de onde há de vir a julgar os vivos e os mortos
Creio no Espírito Santo,
na Santa Igreja Católica
na comunhão dos Santos
Na remissão dos pecados
na ressurreição da carne
na vida eterna
Amem.
Credo (Latim)
Credo in Deum, pater omnipotentuem,
Creatorem Ceali e terrae
Et in Jesum Christum, Filium ejus unicum, Dominus Nostrum
qui conceptus est de Spiritu Sancto
Natus ex Maria Virgine
Passus sub Pontio Pilato
Crucifixus, mortus, et sepultus
descendit ad inferos,
tertia dia ressurexit a mortuis
ascendit at caelos,
sedet at dexteram Dei Patris omnipotentis
inde venturus est judicare vivos et mortuos.
Credo in Spiritum Sanctus,
sanctam Ecclesiam Catholicam,
Sanctorum Communionem,
remissionem pecatorum,
carnis ressurrectionem,
vitam aeternam
Amem
The Apostles Creed (English)
I believe in God, the Father Almighty,
Creator of heaven and earth.
I believe in Jesus Christ,
his only Son, our Lord.
He was conceived by the power of the Holy Spirit
and born of the Virgin Mary.
He suffered under Pontius Pilate,
was crucified, died, and was buried.
He descended to the dead.
On the third day he rose again.
He ascended into Heaven,
and is seated at the right hand of the Father.
He will come again to judge the living and the dead.
I believe in the Holy Spirit,
the holy catholic Church,
the communion of saints,
the forgiveness of sins,
the resurrection of the body,
and life everlasting.
Amen.
Io Credo in Dio ( Italiano)
Io credo in Dio Padre onnipotente,
creatore del Cielo e della terra
et in Gesù Cristo, suo unico Figliuolo, Nostro Signore
Il quale fu concepito da Spirito Santo
nacque della Maria Vergine
patì sotto Ponzio Pilato
fu crocifisso, morì e fu sepolto
desci all’inferno
it terzo giorno resuscitò da morte
salì al cielo, sede alla destrta di Dio Padre onnipotente
di là ha de venire a giudicare i vivi e i morti
Credo nello Spirito Santo,
la Santa Chiesa Catholica,
la comunione dei Santi,
la remissiopni dei peccati,
la resuressione della carne, la vita eterna.
Amem.