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Carmelitas chegam aos fiéis através da internet

jun 18, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Outros

ROMA, domingo, 17 de junho de 2007 (ZENIT.org).- Inclusive os contemplativos estão usando a internet para difundir a mensagem de Cristo.

O prior geral dos Carmelitas, padre Joseph Chalmers, revela que os religiosos contemplativos estão preparados para que Deus «nos use de um modo oculto para estender seu plano de salvação da humanidade».

E em um mundo em transformação isso significa «usar a nova tecnologia para chegar às pessoas – explica a Zenit o padre Chalmers –. Cada província tem seu próprio site. Também temos um boletim internacional que está disponível na rede».

«Enviam-se notícias regularmente à família carmelita através de mensagens de correio eletrônico. Temos um museu de arte carmelita em preparação» (cf. carmelitas.info).

Galerias, livros antigos e inclusive música e mostras da arquitetura carmelita, o museu virtual proporciona uma visão da espiritualidade e da história contemplativas. E se expõem, por exemplo, obras do Monastério de Boxmeer, na Holanda.

Os Carmelitas estão usando também a internet para preparar-se a seu capítulo geral deste outono. Em setembro, os contemplativos se reunirão para considerar «In Obsequio Jesu Christi: Comunidade Orante e Profética no Mundo em Mudança». O site inclui documentos preparatórios e uma oração em 11 idiomas.

Aos visitantes do site se lhes anima também a rezar com os carmelitas: a Liturgia das Horas se apresenta em vários idiomas.

O prior de 55 anos explica a Zenit: «Há modos normais de rezar, ensinar, escrever, etc., e também se usam as novas tecnologias. No entanto, no Carmelo se dá uma ênfase particular à contemplação. Nós gradualmente abrimos nossas vidas cada vez mais a Deus».

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Somos, desde a concepção

mai 17, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Outros

Publicado por Marcia em 16/5/2007 (19 leituras)

A razão natural afirma que todos os seres contingentes desenvolvem-se a partir de suas próprias virtudes ontológicas internas. Contraria a razão o ter de aceitar que um ser se transforma noutro, de natureza ontológica diversa, durante seu próprio desenvolvimento intrínseco. No entanto, essa é a “lógica” do canhestro pensamento dos agentes do aborto de todos os matizes. Ousam chamar a esse ato de morte de um novo direito: o direito de matar.

Os agentes do aborto dizem acreditar, porque lhes falecem as forças da ciência empírica diante da questão do começo da vida humana, que não éramos “nada” de humanos, desde a concepção até um tempo incerto, a ser determinado. O problema que suscitam é o de definir cientificamente e com categoria, com seriedade e honestidade intelectual, quando começamos a ser humanos e o que éramos antes de sermos humanos. Os “achismos” cientificistas e as conseqüências da crise ética e axiológica que atravessamos não podem, jamais, ser aceitos como razões para matar pelo aborto, pois isso fere a própria razão do homo sapiens. Afinal, antes de sermos humanos, éramos o quê? – Adubo para o acaso produzir a vida? Lixo “humano” para ser jogado fora? Um ser indefinido, em estado indefinido, entre o puramente animal e o início do humano? É um material ainda não trabalhado pelo acaso que lhe daria uma vida humana? O que éramos entre a concepção e o momento em que nos transformamos em humanos? – Com a palavra os “abortistas”.

Para justificar o aborto, seus defensores precisam provar que aquele ser ainda não era humano e que era um parasita do corpo da mãe. Já quanto ao primeiro argumento, os próprios “abortistas” chutam vários tempos, confessam que não sabem o tempo verdadeiro, e, por isso, não são unânimes, discutindo dias, semanas e meses, sem qualquer certeza da linha divisória entre o humano e o não-humano. Os donos da verdade não encontram sua própria verdade e não cedem, diante do princípio universal da consciência humana, o direito da dúvida à vida.

O tempo para o início da vida torna-se variável, de acordo com os interesses casuísticos do momento, sendo, por isso, convencionado arbitrariamente, mas tendo sempre, como ponto de partida, a fecundação.

Pretende-se, por essa via, diluir o qualitativo do humano no tamanho do ser corpóreo, fugindo do fundamento ontológico da vida humana. Assim, todas as posições filosóficas e teológicas são amornadas, relativizadas, “castradas”, empurradas para o mundo individual e subjetivo, perdendo a força de suporte para os ordenamentos dessa sociedade. E o aborto é a decorrência dessa lógica.

A observação racional da realidade, feita por Aristóteles, que colheu também as informações do seu passado, ordenou e sistematizou, há mais de 2.300 anos, à luz natural da razão, os fundamentos da filosofia propriamente dita, que não pode ser desprezada por aventureiros do pensamento. Essa postura perpassa a história, recebendo, por volta de 1.200 d. C., a incomparável contribuição de Santo Tomás de Aquino, chegando, todo esse patrimônio espiritual, incólume, até nossos dias.

Refiro-me aos princípios de ato e potência, constitutivos de todo ser. Ato é a parte atualizada do ser, desenvolvida, pronta, aperfeiçoada, que atingiria sua plenitude. Mas, a plenitude do ser é transformar em ato puro toda a sua potência, o que não acontece com os seres finitos. Potência é a parte do ser que já é em si, mas ainda não se atualizou, porque dependente de tempo, circunstâncias, motivações, maturidade, esforço, vontade. Essencialmente, a potência não será, uma vez que já é. Em nenhum momento da vida, desde a fecundação até a morte natural, o ser humano passa a ser totalmente ato. Em momento algum o ser humano pode ser reduzido exclusivamente a se tornar só ato ou só potência. As características indeléveis de cada ser humano estão dadas em potência, na fecundação. Potência, significando a própria estrutura do ser, sendo já aquilo que se revelará ser mais tarde.

Quem ainda não existe, também não é potência. Não começamos a ser mais tarde, por alguma alquimia qualquer, nem por vontade de alguns que crêem apenas na ciência empírica e a ela tudo reduzem. Desde o início na concepção e até o fim da vida, seremos ato e potência, no todo, sempre um e único ser humano, idêntico a si mesmo.

Quem ama a vida humana não quer que ela morra. Quem não ama a vida, seleciona os que devem morrer antes de nascer. Se Moisés tivesse sido abortado, segundo as leis egípcias de então, os judeus estariam, quiçá, esperando ainda a passagem do mar Vermelho, a sua nova Páscoa, e a liberdade.

Ogeni Luiz Dal Cin: O autor é advogado e filósofo

Artigo encaminhado pelo Dr. Cícero Harada (cicero.harada@terra.com.br).

Fonte: Pastoralis

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mai 8, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Outros

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Proporção dos que se dizem católicos pára de diminuir

mai 4, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Outros

Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas indica que, após décadas em queda, percentual de católicos se manteve estável entre 2000 e 2003.

Depois de cair continuamente desde o primeiro resgistro censitário, de 1872, o percentural de católicos na populaçao brasileira se manteve estável entre 2000 e 2003. É o que afirma um estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), com base no Censo de 2000 e na pesquisa de Orçamento Familiar (POF) de 2003.

Depois de um ritmo de queda de mais de um ponto percentual por ano entre 1991 (82,3%) e 2000 (73,89%), a taxa teria se estabilizado em 73,79% em 2003.

À diferença do Censo, a POF é feita por amostragem - ouve 200 mil pessoas. Marcelo Neri, coordenador do estudo, diz que os dados utilizados “são de altíssima qualidade” e considera o resultado surpreendente.

A pesquisa também aponta uma diminuição na parcela de pessoas que se declaram sem religião, que eram 7,4% em 2000 e seriam 5,1% em 2003. Foram esses novos crentes que mantiveram o crescimento dos evangélicos (pentecostais e tradicionais), que passaram de 16,2% para 17,9% no período analizado.

Extraido do jornal Destak SP - Edição n° 197 - Ano 2 - dia 03/05/2007

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Policiais brasileiros e vaticanos farão segurança do Papa no Brasil

abr 27, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Outros

SÃO PAULO, quarta-feira, 25 de abril de 2007 (ZENIT.org).- A Polícia Federal disponibilizará 400 agentes para fazer a segurança aproximada do Papa Bento XVI em todos os deslocamentos terrestres na cidade de São Paulo e em Aparecida, nos cinco dias em que estiver no país.

Segundo informa a arquidiocese de São Paulo, o pontífice receberá a escolta de um Chefe de Estado de “Nível 1″ que vai garantir a sua integridade física.

Nos momentos em que descer do papamóvel e caminhar a pé, um módulo composto por quatro agentes da Polícia Federal e quatro homens da Guarda Suíça, será montado em formação de “Losango” para acompanhá-lo em cada passo.

O Delegado Chefe da Polícia Federal, Flávio Luiz Trivella, será o “Mosca” ou o “Sombra” - denominação utilizada para quem ocupa a posição de “guarda-costas” - de Joseph Ratzinger enquanto estiver no papamóvel, que será guiado por um dos agentes federativos.

Para o comboio serão utilizados aproximadamente 15 veículos, sendo que dez deles irão compor a célula de segurança principal. O automóvel fechado para o Papa será do o modelo 430 da Mercedes-Benz, blindado de fábrica. Dois desses modelos já estão guardados na base da Polícia Federal, que está à espera de dois papamóveis. Eles vêm do Vaticano e também vão ficar sob a guarda da Polícia e do Exército. No comboio, participarão 30 policiais do Núcleo de Segurança de Dignitários.

Duas horas antes de cada evento será feita uma varredura perimetral, uma espécie de inspeção da área que será analisada por peritos especializados e bem equipados, para que em seguida o local seja preservado pela própria Polícia Federal.

Cerca de 400 agentes da Polícia Federal farão três turnos de oito horas cada, em revezamento. “Por isso, é possível que haja necessidade de um maior número de efetivos da Polícia Federal para essa operação”, acrescenta o Delegado Chefe.

Flávio Trivella está nesse setor há quatro anos e conta que o planejamento para a visita do Papa começou a ser estudado desde dezembro de 2006. Ele diz que todo o cuidado é pouco: “O nosso trabalho não pode ser algo tão ostensivo e a segurança não pode ser tão aparente. ” E, como católico, espera que a operação seja um grande sucesso não somente para a polícia, mas como para toda a Igreja e ao público fiel que ficará contente em vê-lo.

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Jovens do Paraná se preparam para encontro com Papa em São Paulo

abr 3, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja, Outros

APUCARANA, terça-feira, 3 de abril de 2007 (ZENIT.org).- Jovens da diocese de Apucarana (Estado do Paraná, sul do Brasil) preparam-se para participar, no dia 10 de maio, às 18h, do encontro do Papa com a Juventude, no Estádio do Pacaembu, em São Paulo.

Na manhã do dia 11 de maio, os jovens participam ainda da missa presidida por Bento XVI no Aeroporto Campo de Marte, quando ocorrerá a canonização de Frei Galvão.

O padre Paulo Amaral, coordenador diocesano da Ação Evangelizadora, conta que dos 100 ingressos recebidos pela diocese, as 63 paróquias dos 35 municípios que compreendem a diocese de Apucarana irão escolher um representante para viajar para São Paulo.

“Os outros 37 serão indicados pelas pastorais e movimentos que atuam com a juventude”, afirmou, segundo refere o departamento de comunicação da diocese.

José Aparecido Farias, 31 anos, ministro de Diaconia, está muito contente com o convite. Farias representará a sua paróquia e conta que é uma oportunidade única de estar junto a Bento XVI.

“Acredito que será um momento de muita orientação e motivação para a nossa missão entre os jovens”, completa ele.

O serígrafo Mário Otávio Rola, 19 anos, que trabalha em uma fábrica de bonés da cidade, foi indicado para representar a Paróquia Cristo Sacerdote. “Vou realizar um sonho”, afirma.

De acordo com o padre Paulo Amaral, os escolhidos têm como perfil a participação ativa nos movimentos juvenis da Igreja. Pe. Amaral lembra que partiu do próprio Papa a iniciativa de encontrar-se com os jovens brasileiros.

A viagem dos representantes da região, em dois ônibus, está marcada para as 23h do dia 9 de maio, após a missa na Igreja Cristo Profeta, em Apucarana.

“As paróquias da diocese têm até o próximo dia 15 de abril para indicar os jovens que irão participar da viagem. Além dos jovens, o bispo Dom Luiz Vicenzo Bernetti, vários padres da diocese e da região acompanharão visita do Papa Bento XVI ao Brasil”, conclui padre Amaral.

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Explica o professor Dr. Humberto L. Vieira, membro da Pontifícia Academia para a Vida

BRASÍLIA, domingo, 25 de março de 2007 (ZENIT.org).- «O homossexual, como pessoa, deve ter assegurado seu direito, na sociedade, como qualquer outro cidadão; deve ser respeitado, como ser humano que é», explica um membro da Pontifícia Academia para a Vida.

«Bem diferente é criar privilégios para esse grupo em detrimento da grande maioria da sociedade constituída de cristãos que defendem o direito natural e os valores morais e éticos estabelecidos», enfatiza o professor Dr. Humberto L. Vieira.

O projeto de lei da homofobia teve origem na Câmara dos Deputados do Brasil com o n° 5003/2001. É de autoria da Dep. Iara Bernardes (PT/SP). Foi aprovado numa quinta-feira, em 23 de novembro de 2006, em regime de urgência, com poucos parlamentares na Casa e enviado ao Senado, onde tomou o n° 122/2006.

«Trata-se de um projeto que, a título de coibir a discriminação de homossexuais, tipificando os crimes de “homofobia” e aplicando penalidades, cria uma casta na sociedade e coloca a maior parte da sociedade civil constituída de cidadãos de segunda classe», afirma o professor.

Humberto Vieira explica que, alterando a legislação vigente sobre discriminação o projeto pretende incluir como crime, entre outros: a discriminação de gênero, orientação sexual e identidade de gênero.

Na prática, há diferentes conseqüências desse projeto. Segundo o professor, «uma patroa não poderá dispensar os serviços de uma babá lésbica, nem um empregador demitir um empregado homossexual sob penas da lei, caso venha o empregado alegar que foi demitido por ser homossexual».

«Se em um restaurante alguém almoçando com sua família se sentir constrangido diante de um casal homossexual se beijando ou trocando carícias, reclamar ou abandonar o restaurante por esse fato, poderá ser acusado por crime de discriminação.»

«Se o padre ou um pastor protestante pregar em sua igreja contra o homossexualismo, mesmo citando a Bíblia, cometerá crime e como já tem acontecido em países como a Suécia, com o Pr. Ake Green, de uma igreja pentecostal, que já tem uma lei semelhante», explica.

O professor Vieira afirma ainda que «o reitor de um seminário para padres não poderá deixar de receber, como aluno, um homossexual sob pena de prisão. Essas são, por exemplo, apenas algumas das conseqüências».

O Projeto
Assim estabelece o projeto de lei: Art. 4°- Praticar o empregador ou seu preposto atos de dispensa direta ou indireta: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos; Art. 5º - Impedir, recusar ou proibir o ingresso ou a permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento público ou privado, aberto ao público: Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos. Art. 6° - Recusar, negar, impedir, preterir, prejudicar, retardar ou excluir, em qualquer sistema de seleção educacional, recrutamento ou promoção funcional ou profissional: Pena - reclusão de 3 (três) a 5 (cinco) anos.

Art. 8° - A. Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das características previstas no art. 1º desta Lei: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos. Art. 20. Praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero: § 5º O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica. “Art. 8º - B. Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs: Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”

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