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mai 22, 2006 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Outros

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Compromisso dos Cônjuges

mai 15, 2006 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Outros

Mateus (2,13-15.19-23)
Depois dos Magos se retirarem, o Anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e lhe disse: “Levanta-te, toma contigo a criança e sua mãe e foge para o Egito; e permanece ali até que eu te diga. Porque Herodes vai buscar a criança para matá-la”. José se levantou, tomou de noite a criança e sua mãe, e se retirou ao Egito; e esteve ali até a morte de Herodes; para que se cumprisse o oráculo do Senhor, por meio do profeta: “Do Egito chamei meu filho”.

No domingo depois do Natal celebra-se a festa da Sagrada Família: Jesus, Maria e José. Na segunda leitura, São Paulo disse: “Mulheres, sede submissas a vossos maridos, como convém no Senhor. Maridos, amai vossas mulheres, e não sede ásperos com elas. Filhos, obedecei vossos pais, porque isto é do agrado de Deus no Senhor. Pais, não exasperai vossos filhos, não seja que se desalentem”. Neste texto, apresentam-se as duas relações fundamentais que constituem a família: a relação mulher-marido, e pais-filhos.

Das duas relações, a mais importante é a primeira, a relação de casal, porque dela depende em grande parte também a segunda, aquela com os filhos.

Lendo com olhos modernos as palavras de São Paulo, salta imediatamente uma dificuldade. São Paulo recomenda ao marido “amar” a própria mulher (e isto está bem), mas logo recomenda à mulher que seja «submissa» ao marido, e isto, em uma sociedade fortemente (e justamente) consciente da igualdade dos sexos, parece inaceitável. Sobre este ponto, São Paulo está, ao menos em parte, condicionado pela mentalidade de seu tempo. No entanto, a solução não está em eliminar das relações entre marido e mulher a palavra “submissão”, está em todo caso em fazê-la recíproca, como recíproco deve ser também o amor.

Em outras palavras, não só o marido deve amar a mulher, mas também a mulher o marido; não só a mulher deve estar submetida ao marido, mas o marido à mulher. A submissão não é então senão um aspecto e uma exigência do amor. Para quem ama, submeter-se ao objeto do próprio amor não humilha, ao contrário, faz feliz.

Submeter-se significa, neste caso, ter em conta a vontade do cônjuge, seu parecer e sua sensibilidade…

Dialogar, não decidir por si só; saber às vezes renunciar o próprio ponto de vista. Enfim, lembrar-se de que se converteram em “cônjuges”, isto é, literalmente, pessoas que estão debaixo do mesmo jugo. A Bíblia situa uma relação estreita entre o estar criados à “imagem de Deus” e o fato de ser “homem e mulher” (Cf. Gn 1,27). A semelhança consiste nisso. Deus é único e sozinho, mas não solitário. O amor exige comunhão, intercâmbio pessoal; requer que haja um «eu» e um “tu”. Por isso o Deus cristão é uno e trino. Nele coexistem unidade e distinção: unidade de natureza, de vontade, de intenção, e distinção de características e de pessoas.

Precisamente nisso o casal humano é imagem de Deus, reflexo da Trindade. Marido e mulher são de fato uma só carne, um só coração, uma só alma, ainda na diversidade de sexo e de personalidade. Os esposos estão de frente, o um ao outro, como um “eu” e um “tu”, e estão frente a todo o resto do mundo, começando pelos próprios filhos, como um “nós”, como se se tratasse de uma só pessoa, mas já não singular, senão plural. “Nós”, isto é, “tua mãe e eu”, “teu pai e eu”. Assim falou Maria a Jesus depois de encontrá-lo no templo.

Bem sabemos que este é o ideal e que, como em todas as coisas, a realidade é freqüentemente diferente, mais humilde e mais complexa, às vezes até trágica. Mas estamos tão bombardeados de casos de fracasso que talvez, por uma vez, não está mal voltar a propor o ideal do casal, primeiro no plano natural e humano, e depois no cristão.

Os jovens têm direito a ver que se lhes transmite, pelos mais velhos, ideais e não só ceticismo. Nada tem a força da atração que o ideal possui.


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Esclarecimentos sobre o “Código da Vinci”

abr 18, 2006 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Outros

A difusão do livro “O Código Da Vinci”, de Dan Brown, e do filme baseado sobre a obra, tem suscitado em muitas pessoas perplexidades, dúvidas e confusão a respeito de algumas verdades fundamentais da fé cristã referentes a Jesus Cristo e à Igreja.

A CNBB, consciente de sua responsabilidade em relação à defesa da verdadeira fé da Igreja, vem a público para prestar alguns esclarecimentos.

Não devemos esquecer que a obra em questão é de ficção e não retrata a história de Jesus, nem da Igreja. Não se pode atribuir verdade às afirmações claras ou veladas do autor. O que é fantasia deve ser lido e entendido como fantasia. As únicas fontes dignas de fé sobre a vida de Jesus e o início da Igreja são os textos do Novo Testamento, da Bíblia. A história da Igreja, depois dos apóstolos, está retratada em obras de caráter histórico, cujas afirmações são respaldadas pelo rigor do método histórico.

Alertamos, portanto, que a obra, no seu gênero fantasioso, apresenta uma imagem profundamente distorcida de Jesus Cristo, que está em contraste com as pesquisas e afirmações de estudiosos de diversas áreas das ciências humanas, da teologia e dos estudos bíblicos, ao longo de dois mil anos de história do cristianismo.

É lamentável que a obra, com roupagem pseudo-científica, se ponha a versar de maneira leviana e desrespeitosa sobre convicções tão sagradas para os cristãos. Muitos cristãos sentem-se feridos em sua fé e nas convicções que lhes são profundamente caras. Outras pessoas são induzidas à dúvida sobre verdades da fé pregadas pela Igreja, desde sua origem, e transmitidas de geração em geração, com zelosa fidelidade à doutrina dos apóstolos. Ainda outras são levadas, inclusive, a levantar suspeitas sobre a honestidade da Igreja nas afirmações de fé sobre Jesus Cristo, seu divino fundador.

Diante disso, afirmamos, com toda convicção, que a Igreja, de forma alguma, ocultou no passado, nem oculta no presente, a verdade sobre Jesus Cristo e sobre a origem dela própria. A Igreja não pode deixar de afirmar o sagrado patrimônio das verdades a respeito de Jesus Cristo e sobre si mesma, que ela recebeu dos apóstolos.

Convidamos todos a lerem os Evangelhos e demais textos do Novo Testamento da Bíblia, para encontrarem aí a imagem de Jesus Cristo, assim como é anunciada pela pregação da Igreja desde as suas origens. Por outro lado a leitura de algum bom livro de história da Igreja - e existem muitos! - poderá ajudar a conhecer a verdade histórica sobre a Igreja, que não é oculta nem subtraída ao conhecimento de quem quer que seja.

Cardeal Geraldo Majella Agnelo
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Presidente da CNBB

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Resenha do livro “O Código Da Vinci”

abr 14, 2006 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Outros

‘O Código Da Vinci’ é um bestseller norte-americano de ficção que, depois de um investimento milionário em marketing, foi publicado recentemente no Brasil. A trama do romance propõe a falsidade do cristianismo, que seria uma invenção da Igreja Católica mantida a qualquer preço ao longo dos séculos. Diante da sugestão, nas primeiras páginas do livro, de que estaria baseado em fatos reais, apresentamos uma resenha crítica publicada em “El Confidencial Digital” (Espanha).

São abundantes os romances, bem como as suas correspondentes adaptações cinematográficas, que se encaixam na chamada “teologia-ficção” para questionar a veracidade histórica do cristianismo. Não há dúvida de que pretendem aproveitar-se comercialmente do escândalo que suscitam nos fiéis e, ao mesmo tempo, fazer sucesso com um público carente de cultura religiosa, mas ainda familiarizado com o imaginário cristão.

O autor de ‘O Código Da Vinci’, Dan Brown, emprega a velha fórmula de encher páginas com uma informação aparente que, na realidade, não tem nenhuma base histórica, artística ou religiosa. Por isso, a crítica mais eloqüente é, simplesmente, expôr friamente a sua tese, despojando-a dos fogos de artifício da trama de ação.

O enredo desse romance se baseia em afirmar que Jesus foi casado com Maria Madalena, com quem teve uma filha. Este fato teria sido supostamente silenciado pela Igreja ao longo dos séculos, através de assassinatos e guerras. A hipótese, repetida por muitos detratores do cristianismo, não tem fundamento histórico algum, de modo que não é sustentada por nenhum exegeta católico ou protestante. No entanto, o autor parece considerar mais confiável o roteiro de “A última tentação de Cristo” do que séculos de estudos bíblicos.

A Igreja Católica aparece no livro como uma grande mentira histórica, produto de uma invenção do imperador Constantino, que procurava uma religião para todo o império. Até esse momento, o cristianismo teria sido uma religião oriental pregada por um profeta judeu chamado Jesus, casado com uma certa Maria Madalena, com quem teve uma filha. O imperador teria fundido os ensinamentos cristãos com as tradições pagãs, para que fossem mais facilmente aceitos pelo povo. Ele também promoveu o Concílio de Nicéia, onde submeteu a votação a declaração da divindade de Jesus, que até então era um simples homem. Essa tergiversação fez com que fosse necessário destruir todos os relatos evangélicos e reescrevê-los, para demonstrar a divindade e Cristo. Nessa manipulação teria sido suprimida a figura da mulher de Jesus, convertendo-a na atual Maria Madalena.

Desde então, o aspecto feminino e sexual da religião cristã teria sido sistematicamente recusado pela Igreja. Esta ficção histórica permite ao autor do romance descrever a Igreja Católica — representada pelo Vaticano e pelo Opus Dei — como inimiga da mulher, da verdade e capaz de todo tipo de crimes, chegando a afirmar que assassinou cinco milhões de mulheres.

Em contraste com a mentira do cristianismo apresenta como verdadeira religiosidade a dos cultos pré-cristãos, que adoravam a divindade feminina e praticavam o sexo sagrado.

A conclusão do romance é que não basta revelar a suposta verdade sobre o cristianismo, descobrindo as provas do casamento de Jesus com Maria Madalena, mas que é necessário que a Igreja Católica reconheça a sua impostura e os seus crimes, voltando a adorar a divindade feminina, o que a obrigaria a mudar a sua doutrina moral sobre a sexualidade e sobre o sacerdócio de mulheres.

À luz do absurdo da sua tese de fundo, a verossimilhança do romance fica completamente comprometida, e as suas afirmações desatinadas caem por seu próprio peso. Há demasiada invenção, demasiada maldade, demasiada perversão para que seja ao menos verossímil. Os leitores mais inocentes, no entanto, podem ficar com a idéia de que a Igreja Católica, e em particular o Vaticano e o Opus Dei, é uma instituição pouco digna de confiança.

Fonte: Opus Dei


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The Passion - Anti-semita?

abr 4, 2006 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Outros

Alguns dias atrás eu estava orgulhoso por fazer parte de uma pequena parcela de jornalistas e líderes Cristãos em Washington, DC, convidados a uma prévia do novo filme de Mel Gibson, The Passion (A Paixão).

O enfoque do filme é as últimas horas da vida de Cristo, e o resultado é verdadeiramente atordoante.

Gibson e sua empresa, a Icon Productions, estiveram ultimamente sob fogo pesado da Liga de Anti-difamação e de um grupo de professores da — onde mais? — Academia de Boston, que afirma que o filme é anti-semita e encoraja a violência contra judeus.

Mas estas acusações são baseadas em um primeiro script do filme que não foi nem filmado, que fora roubado sem permissão da Icon. Você pode concluir pelas suas perguntas e críticas carregadas que estas pessoas não assistiram ao filme.

Então qual é a história REAL por trás deste controverso filme?

Um dos requisitos para assistir ao filme era assinar um contrato confidencial, mas fui autorizado a dizer a vocês o seguinte:

De um ponto de vista estético, o filme é bonito. Sua narrativa visual transporta rastros da vasta tradição da arte Cristã, dos estilos cristãos mais antigos e iconografia medieval até imagens pré-Rafaelitas. A interpretação dos atores é fabulosa: Suas expressões conduzem o filme. Somente dois são estrelas famosas, Jim Caviezel como Jesus e Monica Bellucci como Maria Madalena. Ambos são poderosos em seus papéis, mas a face de Maia Morgenstern, representando o papel de Maria, a mãe de Deus, ficará em sua mente o resto de sua vida. Ela faz que você esqueça que está assistindo um filme.

A música — uma combinação de sons do oriente-médio e cânticos hebraicos — está bem escolhido e acrescenta ao drama visual. Composto por Jack Lenz, a música se torna parte do diálogo.

Muitas pessoas estavam preocupadas pois o filme foi completamente filmado em aramaico e latim, uma das exigências de Gibson para exatidão histórica (existem subtítulos ingleses). Em vez de ser um impedimento, entretanto, realmente realça o filme. Dentro dos primeiros 10 minutos, você fica acostumado aos sons, e então a realização bate você: Você está ouvindo realmente as palavras de Jesus, Pilatos, e seus discípulos como eles originalmente falavam. Não existem quaisquer apresentações vulgares das legendas. E o aramaico é um idioma gutural, que acentua perfeitamente o drama do filme.

The Passion de Gibson também é profundamente católico. A imagem mariana e os temas sobre a Eucaristia penetram o filme inteiro. Minha esposa Theresa e eu viemos do filme com uma sensação de que nossa fé tivera sido revitalizada. Não se engane: este filme converterá e ascenderá corações. Uma vez que você o viu, nunca mais esqueçerá as palavras: “Ele sofreu, morreu, e foi enterrado“.

O filme é ao mesmo tempo bonito e brutal, e, francamente, não é fácil assistir em alguns momentos (especialmente a cena do açoite). Você quer se virar, mais aí você vê que Maria, Sua mãe, está vendo tudo… e então você continua a assistir também.

E o tal do anti-semitismo alegado? Não vi nenhum desvio anti-judeu neste filme. Se ocorre, é devido a brutalidade indizível dos soldados romanos, que me enfureceram. Claro, isso não me faz odiar os Italianos dos dias atuais. Nem odeio os franceses quando asssisto um filme sobre a brutalidade da Revolução francesa. Falando francamente, não existe nenhuma razão para se preocupar se este filme criará qualquer revolta anti-judaica.

The Passion é uma grande obra de arte. Mel Gibson deu um belo presente à Igreja e à Deus.

Autor: Deal Hudson, editor da CRISIS Magazine
Fonte: Veritatis Splendor
Tradução: Rondinelly Ribeiro


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