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Bento XVI ante sarcófago reencontrado de São Paulo

jan 28, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja, Mundo

Nas vésperas ecumênicas da Basílica romana dedicada ao apóstolo

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 26 de janeiro de 2007 (ZENIT.org).- Bento XVI pôde contemplar e deter-se em meditação, na tarde desta quinta-feira, ante o reencontrado sarcófago atribuído ao apóstolo São Paulo, que há pouco tempo começou a ser exposto aos peregrinos.

Este momento esperado pelo pontífice, que havia sido pontualmente informado em meses passados sobre os descobrimentos, foi compartilhado com o cardeal Cordero Lanza di Montezemolo, arcipreste da Basílica de São Paulo Fora dos Muros, nesse templo de Roma, ao concluir a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos.

O pontífice, que havia deixado os muros vaticanos para participar das vésperas ecumênicas junto aos representantes na Itália das demais confissões cristãs, deteve-se ao final do encontro de oração ante o altar maior para contemplar de perto esse sarcófago que já era visitado pelos cristãos dos primeiros séculos, segundo fontes arqueológicas.

Obras de restauração da Basílica de São Paulo Fora dos Muros, em Roma, acabadas em 22 de setembro de 2006, permitiram redescobri-lo, depois de ter sido fechado entre muros de cimento, junto a outros vestígios, nas obras de reconstrução da basílica, após o incêndio que aconteceu em julho de 1823.

Trata-se de um sarcófago de uma longitude de 2,55 metros, de uma largura de 1,25 metro e de uma altura de 0,97 metro. A cobertura é de 0,30 metro de altura.

Durante a homilia das vésperas ecumênicas, o Santo Padre confessou: «Alegro-me em sublinhar que o sepulcro do apóstolo dos povos, ante o qual nos encontramos, foi recentemente objeto de investigações e estudos, após os quais se quis expor aos peregrinos, com uma adequada obra sob o altar maior».

«Quero manifestar minha felicitação por esta importante iniciativa», afirmou.

«Confio à intercessão de São Paulo, incansável construtor da unidade da Igreja, os frutos da escuta e do testemunho comum que pudemos experimentar nos numerosos encontros fraternos e diálogos que aconteceram em 2006, tanto com as igrejas do Oriente como com as comunidades eclesiais no Ocidente», afirmou.

Em uma coletiva, de imprensa concedida em 11 de dezembro de 2006 o cardeal Cordero Lanza di Montezemolo afirmou: «Há vinte séculos se dá uma absoluta concordância no fato de que o túmulo de São Paulo se encontra ali. Ninguém o pôs em dúvida e ninguém o contradisse».

«Este sarcófago nunca se abriu nem estudou, pois se encontrava fechado em um bloco de cimento, construído nos anos 1838-1840», acrescentou o purpurado, de 81 anos, antigo núncio apostólico na Itália e delegado apostólico em Jerusalém.

«Poderia prever-se um estudo de seu interior para satisfazer a curiosidade de quem se pergunta se dentro se encontram os restos do apóstolo. Mas são necessárias as autorizações correspondentes», concluiu o purpurado italiano na coletiva de imprensa. Em última instância, é uma decisão que corresponde ao Papa.

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Conferência de Aparecida tentará responder a questões que ferem a América Latina

jan 22, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja

A injustiça, falta de solidariedade social, pobreza, os “sinais de morte”, adverte bispo

BRASÍLIA, segunda-feira, 22 de janeiro de 2007 (ZENIT.org).- Os bispos reunidos na Conferência de Aparecida tentarão entender e também responder a «questões intrigantes» que assolam a América Latina há muito tempo, afirma o secretário-geral da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

Segundo Dom Odilo Scherer escreve em mensagem esta segunda-feira, o subdesenvolvimento e os problemas estruturais verificados no continente constarão nos debates e reflexões que se darão de 13 a 31 de maio em Aparecida (Brasil).

«Por que, apesar do trabalho e do sangue de muitos missionários e da acolhida simpática dos povos latino-americanos à fé católica, não vingaram melhor na vida e na organização desses povos alguns valores essenciais do Evangelho de Cristo, como a justiça, a solidariedade social, o respeito profundo por toda pessoa e sua efetiva valorização no convívio social?», questiona o bispo.

«Por que certos pecados contra a humanidade e contra Deus, como escravidões, violências, discriminações e exclusões sociais, as estruturas econômicas e políticas que criam ou perenizam situações de dependência, concentração de poder e riqueza, a miséria, a fome e a destruição da natureza continuam a marcar com a morte a vida de nossos povos?», enfatiza.

Qual será a via de solução que a Conferência de Aparecida irá apontar? O próprio Papa Bento XVI, acolhendo propostas do Episcopado latino-americano, escolheu o tema da V Conferência Geral: “Discípulos e missionários de Jesus Cristo para que, nele, nossos povos tenham vida. Eu sou o caminho, a verdade e a vida”, explica Dom Odilo.

«Claramente, a primeira parte do tema refere-se à identidade dos cristãos, ponto de referência irrenunciável que precisa ser sempre retomado e aprofundado. Os cristãos são discípulos de Jesus Cristo. A Igreja é discípula de Jesus Cristo», afirma.

Segundo o secretário-geral da CNBB, «a Conferência de Aparecida deverá recordar aos cristãos e à Igreja que sua referência religiosa objetiva e irrenunciável é Jesus Cristo; e seu Evangelho é a proposta para suas vidas e suas relações com o mundo».

Dom Odilo Scherer explica ainda que um segundo aspecto contemplado no tema da Conferência de Aparecida é a atuação dessa identidade cristã no mundo, através do exercício da missão.

«O Evangelho de Cristo, dom precioso para as pessoas e os povos, não deve ser desvirtuado nem escondido, mas partilhado generosamente com os outros», diz.

Para o bispo, «só uma vigorosa renovação da atitude missionária poderá trazer vida nova para a Igreja e para cada católico. E terá, como efeito, vida nova para a sociedade e os nossos povos».

A terceira parte do tema refere-se ao objetivo da vida e da missão da Igreja e dos católicos: para que, em Jesus Cristo, nossos povos tenham vida, refere Dom Odilo.

A Igreja «deve ajudar nossos povos a conhecerem e valorizarem sua dignidade, a superar os “sinais de morte” que ainda os afligem», afirma.

«Deve ajudar a sociedade a organizar sua vida na base do respeito, da justiça e da solidariedade, superando velhos vícios, prepotências e egoísmos. Jesus Cristo, de fato, veio ao mundo para ser o caminho, a verdade e a vida para a humanidade. E enviou seus discípulos e missionários para o meio dos povos latino-americanos para que também eles, por meio dele, tenham vida em abundância», diz Dom Odilo.

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O Papa pede aos muçulmanos aceitar o subsídio católico

jan 20, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja, Santa Sé

VATICANO, 19 Jan. 07 (ACI) .- Durante a recepção de boa-vinda ao novo Embaixador da Turquia na Santa Sé, Muammer Dogan Akdur, o Papa Bento XVI destacou o respeito da Igreja pelo Islã e pediu que o subsídio católico seja acolhido no âmbito muçulmano.

Durante o encontro, o Santo Padre expressou acima de tudo sua gratidão às autoridades e à população turca pela acolhida que lhe dedicaram durante sua visita apostólica em dezembro.

O Pontífice afirmou que durante sua viagem pôde “verificar as boas relações” entre a Turquia e a Santa Sé, e recordou que em seus encontros com as autoridades políticas turcas quis “reafirmar o arraigo da Igreja Católica na sociedade turca graças à herança prestigiosa das primeiras comunidades cristãs da Ásia Menor”, assim como “à existência das comunidades cristãs atuais, certamente minoritárias, mas ligadas ao país e ao bem comum de toda a sociedade, que desejam contribuir com a construção da nação”.

“Ao gozar da liberdade religiosa que garante a todos os fiéis a Constituição turca, a Igreja Católica deseja poder beneficiar-se de um estatuto jurídico reconhecido e conseguir o estabelecimento de uma instância oficial de diálogo entre a Conferência Episcopal e as autoridades estatais para resolver os diversos problemas que possam existir e manter boas relações entre ambas as partes”, disse o Papa. “Não duvido que seu Governo fará tudo o que está em seu poder para avançar nesta direção”, acrescentou.

O Santo Padre destacou em seguida que durante sua viagem a Turquia manifestou repetidas vezes “o respeito da Igreja Católica pelo Islã e a estima do Papa e dos fiéis pelos fiéis muçulmanos”.

Bento XVI destacou que “no mundo atual, onde as tensões parecem exacerbar-se, a Santa Sé está convencida de que os fiéis das diferentes religiões devem esforçar-se por trabalhar a favor da paz, começando por denunciar a violência, que no passado se utilizou freqüentemente com o pretexto de motivações religiosas, e aprender a se conhecer e se respeitar mutuamente”.

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Presença cristã na Terra Santa é essencial para paz

jan 19, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja, Outros

Segundo constatam os bispos católicos do mundo que visitaram os Lugares Santos

JERUSALÉM, quinta-feira, 18 de janeiro de 2007 (ZENIT.org).- Ao concluir uma visita à Terra Santa, bispos de países da Europa e da América constataram que a presença dos cristãos nos Lugares Santos é essencial para alcançar a paz, motivo pelo qual fazem um chamado a mostrar-lhes apoio com peregrinações.

Ao mesmo tempo, os representantes dos católicos fizeram um chamado ao governo de Israel para que aplique o Acordo Fundamental que regulamenta suas relações com a Igreja Católica.

Por sua parte, pedem aos palestinos a rejeição da violência e o reconhecimento do Estado de Israel.

A peregrinação, acontecida de 12 a 18 de janeiro, contou com a participação de prelados procedentes do Canadá, Inglaterra e Gales, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Espanha, Suíça e Estados Unidos, além do Conselho das Conferências Episcopais Européias (CCEE) e da Comissão dos Episcopados da União Européia (COMECE).

Na peregrinação, estavam também representadas diversas organizações: Cáritas Internationalis, Catholic Relief Services, Pax Christi International, Cavaleiros do Santo Sepulcro, Pontifícia Sociedade Missionária, Rádio Vaticano e a Fundação Cristã Ecumênica da Terra Santa.

«A presença cristã é um fator de moderação e é essencial para a consecução da paz», afirmam os participantes em uma declaração final.

«Os cristãos devem ser uma ajuda e um apoio para um futuro de paz e fraternidade», acrescentam. «Os cristãos são pequenos em número, mas são uma parte integrante de Israel e dos territórios palestinos.»

«Seus direitos devem ser garantidos com o reconhecimento da igualdade e de uma melhor segurança, junto aos direitos religiosos reconhecidos por lei», declaram.

«Vemos com clareza que é preciso alcançar a justiça e a paz, de modo que os israelenses possam superar o medo, que conduz a políticas ineficazes de segurança que oprimem os palestinos», declaram os prelados.

«Deste modo, os palestinos poderão superar a cólera e o desespero, que conduzem à violência que aterroriza os israelenses», acrescentam.

O documento conclui fazendo um «chamado aos católicos a rezar pela paz, a vir em peregrinação e a empreender outras atividades para apoiar a Igreja Mãe» de Jerusalém.

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Unidade dos cristãos é caminho difícil, mas contamos com Cristo, diz o Papa

jan 17, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja, Santa Sé

VATICANO, 17 Jan. 07 (ACI) .- Durante a catequese desta quarta-feira, coincidente com o início da Jornada de oração pela unidade dos cristãos, o Papa Bento XVI animou aos católicos a não desanimar-se no longo caminho para a unidade na fé, porque contam com Cristo.

O Pontífice recordou que a unidade “é um dom de Deus e fruto da ação de seu Espírito. Por isso, é importante rezar. Quanto mais nos aproximamos de Cristo, nos convertendo a seu amor, mais nos aproximamos também os uns dos outros”.

Bento XVI recordou que o tema deste ano para a Jornada são as palavras do Evangelho de São Marcos: “Faz ouvir os surdos e falar os mudos”, e explicou que essa frase, “destacando dois aspectos da missão de toda comunidade cristã –o anúncio do Evangelho e o testemunho da caridade–, sublinha também quão importante é traduzir a mensagem de Cristo em iniciativas concretas de solidariedade. Favorece-se assim o caminho da unidade, porque se pode dizer que a contribuição, embora muito pequena, que ofereçam os cristãos para aliviar o sofrimento do próximo, contribui também a fazer sua comunhão mais visível”.

“O caminho da unidade dos cristãos é certamente longo e não fácil”; recordou o Santo Padre; “mas não devemos nos desanimar senão seguir percorrendo-o, contando com a ajuda de Cristo”.

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Converso do islamismo exorta a católicos a defender sua fé com firmeza

jan 17, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja, Mundo

WASHINGTON DC, 17 Jan. 07 (ACI) .- Um católico converso do islamismo afirmou que os muçulmanos respeitam uma defesa clara e bem argumentada em questão de fé, e desdenham a debilidade e a pouca firmeza na apologética da mesma.

Durante sua exposição em um seminário no estado da Virginia titulado “O que todo católico deve saber sobre o Islã”, o converso da fé muçulmana em 1998 e de origem iraquiana, Daniel Ali, assinalou aos mais de 400 assistentes que “a primeira linha de defesa é conhecer a própria fé” e que quem está batizado deve estar disposto a sair na frente quando suas crenças está sendo atacadas.

Quando os cristãos se encontram com muçulmanos, “não se pode eliminar a Jesus para levar-se bem com quem professa a fé islâmica. Não gostam de fracotes. Respeitam mais a quem defende suas convicções”, indicou Ali quem ressaltou assim a necessidade de lutar contra o relativismo da fé.

“Cada oração de um muçulmano inclui um ‘mas’, curiosamente as questões de fé não”, precisou e comentou que é muito próprio dos americanos “defender o que alguém acredita, mas quando se trata da fé cristã, as pessoas têm medo de falar dela“.

Do mesmo modo, o converso ao catolicismo indicou que há dois tipos de “jihad” para os muçulmanos: a “grande jihad” que é a luta cotidiana dos indivíduos para viver sua fé, e a “jihad menor” que é a luta contra os inimigos de Alá.

Para Ali, o que deve preocupar aos cristãos e a quem professa um credo distinto ao islâmico é a segunda jihad. “É muito triste que a tragédia nos faça emprestar atenção ao momento mais desafiante do nosso tempo”, disse logo em referência aos ataques do 11-S. “Quando os muçulmanos dizem que querem tomar ocidente, não está brincando. Conheço suas mentes, acho que de verdade acreditam isso que afirmam”, precisou.

Ali é co-autor, junto com Robert Spencer, do livro “Dentro do Islã: Uma guia para católicos” no que ambos precisam que os muçulmanos consideram Jesus como profeta, embora neguem sua morte na cruz e condenam a crença em sua natureza divina.

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Falece aos 103 anos o bispo chinês Meng, incansável pastor de almas

jan 16, 2007 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja

NANNING/ROMA, domingo, 14 de janeiro de 2007 (ZENIT.org).- Morreu o bispo católico de Nanning (Guangxi, China), dom Joseph Meng Ziwen, um «pastor humilde e extraordinário que dedicou sua vida à comunidade na qual vivia com uma energia e uma vitalidade fora do comum».

Aos 103 anos de idade, no domingo passado, o prelado faleceu vítima de um câncer no fígado. A notícia foi confirmada sexta-feira pela agência do Pontifício Instituto de Missões Exteriores (PIME), «AsiaNews.it».

Dom Meng, bispo «não oficial» de Nanning, era o bispo mais velho de todo o país.

O Governo chinês permite a prática religiosa em seu país só com pessoal reconhecido e em lugares registrados pelo Escritório de Assuntos Religiosos e sob o controle da «Associação Patriótica» (AP) – cujo estatuto prevê a criação de uma Igreja nacional separada da Santa Sé—.

Por isso afirmam uma diferença entre uma Igreja «oficial» ou «patriótica» e os fiéis que saem do citado controle para colocar-se em obediência direta do Papa, formando a Igreja «não oficial» ou «clandestina».

Grande especialista em China, o padre Giancarlo Politi, missionário do PIME, compartilhou à agência especializada no contexto asiático sua lembrança do bispo falecido: «Era uma pessoa que até três anos atrás, aos cem anos de idade, celebrava Missa cada domingo em três paróquias diferentes».

Nasceu em 19 de março de 1903 em uma família não católica de Hengling. Foi batizado jovem. Aos 18 anos ingressou no seminário menor, onde permaneceu outros oito. Daí passou ao seminário maior de Penang, na Malásia, onde estudou Teologia e Filosofia durante 6 anos. Foi ordenado sacerdote em 1935, em Nanning.

Após a revolução comunista foi acusado de colaboracionismo com o partido político «Kuomintang» e no início dos anos 50 foi enviado a um «laogai» («campo de trabalhos forçados») sendo libertado somente sete anos depois.

Então abriu uma clínica aproveitando seus estudos de medicina, de seus tempos de juventude. Um ano depois, acusado de «atender aos inimigos da Revolução», foi novamente detido. Não saiu do campo de trabalhos forçados até 1970.

Nos anos 80 conseguiu a restituição de alguns bens e propriedades da diocese; estruturou um grupo de religiosas e sacerdotes encarregados da evangelização.

«Levar Cristo ao mundo» foi o objetivo principal de toda sua vida.

Com a aprovação da Santa Sé, recebeu a consagração episcopal em 1984, mas o regime comunista nunca quis reconhecê-lo assim.

Para evitar problemas a sua comunidade, dom Meng sempre assinou os documentos oficiais da diocese como sacerdote; seus fiéis o chamavam afetuosamente «lao shenfu» (sacerdote mais velho).

O prelado chinês «sempre viveu com humildade», recorda o padre Politi; «ainda sem poder ser proclamado bispo, sempre se moveu com bastante liberdade por todo Guangxi, que conta com comunidades cristãs pequenas e vivas em um clima tranqüilo».

«Ali nunca houve um conflito contra a Igreja como em outros lugares da China», observa.

O coadjutor de dom Meng, monsenhor John Baptist Tan Yanchuan, celebrou os funerais por seu eterno descanso no sábado.

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