Notícias e novidades da Igreja Católica no mundo
Jesus não precisava receber o batismo de João, pois se tratava de batismo para o perdão dos pecados (Mt 3,6; Mc 1,5). Era um gesto de disponibilidade em aceitar o Messias que estava chegando, embora o profeta o mostrasse de modo muito diferente, como juiz severo e rigoroso (Mt 3,12).
Então, por que Jesus se apresenta para o batismo de João? “Para cumprir toda a justiça”, esclarece o próprio Jesus.
Note-se um detalhe: depois que Jesus sai da água é que o céu se abre, o Espírito Santo desce sobre ele e o Pai o declara Filho amado que muito lhe agrada. Isso significa que o autêntico batismo de Jesus se dá quando o Espírito Santo desce sobre ele, capacitando-o para a missão de “cumprir toda a justiça”. Ungido pelo Espírito, é proclamado “Filho amado”. Essa expressão é tirada do Sl 2,7, salmo que celebra a posse de um novo rei para o povo de Deus. No dia da posse, Deus adotava o rei e lhe confiava a missão de administrar a justiça para o povo. A expressão “no qual pus o meu agrado” é tomada de Is 42,1, texto que fala de um servo fiel, amado por Deus e cumpridor do seu projeto.
O batismo de Jesus, portanto, diz respeito à sua missão: ele é o rei servidor que vai cumprir toda a justiça, fazendo o reinado de Deus efetivar-se na história da humanidade. Mas não pretende realizar isso sozinho, pois diz “nós devemos…”, envolvendo mais gente. Quem além dele próprio, o Pai e o Espírito? João Batista, os discípulos, você e eu, todos os que sonhamos um mundo melhor, sem injustiças.
O convite a participar desse mutirão nós o recebemos quando fomos batizados e o Espírito nos ungiu. Daí o batismo ser decisão séria, muito séria!
Pe. José Bortolini, ssp
VATICANO, 04 Jan. 08 / 12:00 am (ACI).- A Congregação para o Clero lançou uma campanha mundial de adoração eucarística perpétua pela santidade dos sacerdotes do mundo inteiro e as vocações à vida sacerdotal.
Conforme explicam do dicastério vaticano, a iniciativa procura fazer que sempre alguém esteja rezando pelos sacerdotes durante as 24 horas do dia desde qualquer lugar do mundo, ao mesmo tempo que se implora à Virgem María sua intercessão por cada um deles.
“A vocação a ser mãe espiritual dos sacerdotes é muito pouco conhecida, escassamente compreendida e pelo mesmo pouco vivida, embora a sua vital importância. Independentemente da idade, todas as mulheres podem ser mães espirituais de um sacerdote“. Esta é uma das ações também propostas para que as mulheres rezem anonimamente por um sacerdote específico e o acompanhem espiritualmente.
Nesta iniciativa também se propõe criar mais santuários eucarísticos e a criação de lugares específicos aonde se possa realizar a adoração eucarística contínua.
Esta iniciativa procura também orar pela reparação das faltas “de inconducta moral e sexual de uma muito pequena parte do clero”, assinalaram do dicastério vaticano.
Apresenta em sua catequese a outro Padre Apostólico, São Paulino de Nola
VATICANO, 12 Dez. 07 / 12:00 am (ACI).- Na Audiência Geral de hoje celebrada no Salão Paulo VI no Vaticano, o Papa Bento XVI apresentou a figura e o pensamento de São Paulino de Nola, Bispo contemporâneo de Santo Agostinho, destacando que “a teologia de nosso tempo encontrou no conceito de comunhão a chave para entrar no mistério da Igreja“.
Prosseguindo sua catequese sobre os Padres Apostólicos, o Santo Padre explicou ante milhares de paroquianos que no a vida do santo, em sua juventude governador de Campania, no sul da Itália, o contato “com a fé singela e intensa” do povo foi o início de seu caminho de conversão, cheio de numerosas dificuldades e provas.
“O encontro com Cristo foi o ponto de chegada de um caminho árduo“, durante o qual uma série de circunstâncias adversas “fizeram-lhe ver a expiração das coisas”, assinalou o Pontífice durante sua catequese.
Depois da morte de seu filho recém-nascido, decidiu junto a sua mulher, Terasia, dar seus bens aos pobres, viver em casta fraternidade e fundar uma comunidade monástica. Sua atividade pastoral se caracterizou, recordou o Pontífice, “por sua atenção particular para os pobres”, deixando a imagem de um “autêntico pastor da caridade”.
“Sua conversão impressionou a seus contemporâneos, que lhe reprovavam o desprezo pelos bens materiais e o abandono de sua vocação de literato”, assinalou o Papa. E Paulino replicava que “sua entrega aos pobres não significava desprezo pelos bens terrenos, mas pelo contrário, valorizá-los ainda mais para o fim mais alto da caridade”.
Assinalou deste modo que em seus escritos, São Paulino “destaca em particular o sentido da Igreja como mistério de unidade. Vivia a comunhão sobre tudo através de uma decidida prática da amizade espiritual” e “é impressionante a ênfase com que o santo canta a amizade como manifestação do único corpo de Cristo animado pelo Espírito Santo”.
Finalmente, Bento XVI destacou que “a teologia de nosso tempo encontrou no conceito de comunhão a chave para entrar no mistério da Igreja”.
“O testemunho de São Paulino de Nola nos ajuda a sentir a Igreja como nos apresenta isso o Concílio Vaticano II, como sacramento da união íntima com Deus e da unidade de todo o gênero humano“, concluiu.
Comentário do Pe. Cantalamessa sobre a liturgia do próximo domingo
ROMA, sexta-feira, 7 de dezembro de 2007 (ZENIT.org).- Publicamos o comentário do Pe. Raniero Cantalamessa, OFM Cap. – pregador da Casa Pontifícia – sobre a liturgia do próximo domingo, II do Advento.
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II Domingo do Advento [A]
Isaías 11, 1-10; Romanos 15, 4-9; Mateus 3, 1-12
Uma voz no deserto
O Evangelho do II domingo de Advento, não é Jesus que nos fala diretamente, mas seu precursor, João Batista. O coração da pregação do Batista está contido nessa frase de Isaías, que repete a seus contemporâneos com grande força: «Esta é a voz daquele que grita no deserto: preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas!». Isaías, para dizer a verdade, expressava: «Uma voz clama: no deserto, abri caminho ao Senhor» (Is 40, 3). Não é, portanto, uma voz no deserto, mas um caminho no deserto. Os evangelistas, aplicando o texto ao Batista que pregava no deserto da Judéia, modificaram a pontuação, mas sem mudar o sentido da mensagem.
Jerusalém era uma cidade rodeada pelo deserto: ao Oriente, os caminhos de acesso, enquanto se traçavam, facilmente desapareciam pela areia que o vento move, enquanto ao Ocidente se perdiam entre as asperezas do terreno para o mar. Quando uma comitiva ou um personagem importante devia chegar à cidade, era necessário sair e caminhar pelo deserto para abrir uma via menos provisória; cortavam as sarças, aplainavam os obstáculos, reparavam a ponte ou uma passagem. Assim se fazia, por exemplo, por ocasião da Páscoa, para acolher os peregrinos que chegavam da Diáspora. Neste dado, de fato, inspira-se João Batista. Está a ponto de chegar, clama, aquele que está acima de todos, «aquele que deve vir», o esperado os povos: é necessário traçar um caminho no deserto para que possa chegar.
Mas eis aqui o salto da metáfora à realidade: este caminho não se traça no terreno, mas no coração de cada homem: não se traça no deserto, mas na própria vida. Para fazê-lo, não é necessário pôr-se materialmente ao trabalho, mas converter-se: «Endireitai os caminhos do Senhor»: este mandato pressupõe uma amarga realidade: o homem é como uma cidade invadida pelo deserto; está fechado em si mesmo, em seu egoísmo; é como um castelo com um fosso ao redor e as pontes levantadas. Pior: o homem complicou seus caminhos com o pecado e aí permaneceu, seduzido, como em um labirinto. Isaías e João Batista falam metaforicamente de precipícios, de montes, de passagens tortuosas, de lugares impraticáveis. Basta chamar estas coisas por seus verdadeiros nomes, que são orgulho, humilhações, violências, cobiças, mentiras, hipocrisia, imundices, superficialidades, embriaguez de todo tipo (pode-se estar ébrio não só de vinho ou de drogas, mas também da própria beleza, da própria inteligência, de si mesmo, que é a pior embriaguez!). Então se percebe imediatamente que o discurso também é para nós, é para cada homem que nesta situação deseja e espera a salvação de Deus.
Endireitar um caminho para o Senhor ,portanto, tem um significado concretíssimo: significa empreender a reforma da nossa vida, converter-se. Em sentido moral, o que se deve aplanar e os obstáculos que se deve retirar são o orgulho – que leva a ser impiedoso, sem amor para com os demais – , a injustiça – que engana o próximo, talvez abduzindo pretextos de compensação para calar a consciência –, por não falar de rancores, vinganças, traições no amor. São vales cheios de preguiça, incapacidade de impor-se um mínimo de esforço, todo pecado de omissão.
A palavra de Deus jamais nos esmaga sob um monte de deveres sem dar-nos ao mesmo tempo a segurança de que Ele nos dá o que nos manda fazer. Deus, diz [o profeta] Baruc, «dispôs que sejam abaixados os montes e as colinas, e enchidos os vales para que se uma o solo, para que Israel caminhe com segurança sob a glória divina» [Ba 5, 7, N. da R.] Deus abaixa, Deus enche, Deus traça o caminho; é tarefa nossa corresponder à sua ação, recordando que «quem nos criou sem nós, não nos salva sem nos».
Traduzido por Zenit
Maria, os Santos e os Anjos é o Tema de Novo E-Book de Carlos Nabeto
DADOS DA OBRA
Série: Citações Patrísticas
Título: “Maria, os Santos e os Anjos”
Autor: Carlos Martins Nabeto
Categoria: Religião
Tema: Patrística - Literatura Cristã Primitiva
Ano: 2007
Número de páginas: 96
Edição: 1ª
Após o grande número de downloads dos Volumes 1 e 2 da série “Citações Patrísticas”, dedicados respectivamente à “Palavra de Deus e a Profissão de Fé” e “Deus Pai, Filho e Espírito Santo”, vem a lume agora o Volume 3 da série, voltado especificamente para “Maria, os Santos e os Anjos”.
Nesta obra, com Imprimatur e prefaciada por Rafael Vitola Brodbeck, o autor, Carlos Martins Nabeto, reúne o pensamento dos Padres da Igreja acerca das seguintes questões:
1) Maria: descendente de Davi - nova Eva - imaculada conceição - virgem antes do parto - virgem durante o parto - virgem após o parto - a sempre virgem Maria - assunção aos céus - Mãe de Deus - Maria e a Igreja - a mais aventurada porque creu
2) Os Santos: existência - a predestinação de alguns - o martírio - a expansão da Igreja mediante a perseguição e o martírio - intercessão dos santos - possibilidade das aparições.
3) Os Anjos: existência - hierarquia - anjos da guarda
4) Imagens x Idolatria: veneração não é adoração - culto mariano - possibilidade do uso das imagens sagradas - o simbolismo das velas
Cada tema e subtema é introduzido com versículos bíblicos e exertos do Catecismo da Igreja Católica, demonstrando a linha contínua que liga a Igreja dos primeiros tempos diretamente à Igreja Católica de nossos dias.
Este novo volume, lançado APENAS em formato de E-Book, estará disponível GRATUITAMENTE a todos os interessados que manifestarem o desejo de recebê-lo por e-mail. Os leitores que ficarem satisfeitos com o conteúdo da obra são incentivados a procederem uma doação, de QUALQUER QUANTIA, visando a atualização e futura ampliação dos volumes que compõem a série, bem como para colaborar com os novos projetos do Autor, como a expansão e manutenção do site COCP-Central de Obras do Cristianismo Primitivo (http://cocp.veritatis.com.br), que disponibiliza os escritos da Igreja primitiva em sua íntegra.
A série completa, em 6 (seis) volumes, entregará ao leitor mais de 1600 citações patrísticas e estará assim organizada:
- Volume 1: A Palavra de Deus e a Profissão de Fé (e-book que ora apresentamos)
- Volume 2: Deus Pai, Filho e Espírito Santo
- Volume 3: Maria, os Santos e os Anjos
- Volume 4: A Igreja de Cristo
- Volume 5: Os Sete Sacramentos e a Criação
- Volume 6: Escatologia e Questões Diversas
Esta obra é especialmente recomendada a todos os que amam a única Igreja de Cristo e/ou se interessam pela literatura Patrística, especialmente sacerdotes, religiosos, seminaristas, catequistas e ministros extraordinários, além de leigos em geral que queiram conhecer a doutrina cristã tal como foi professada pela Igreja primitiva (e continua sendo pela Igreja contemporânea!).
BREVE SUMÁRIO DO VOLUME III - MARIA, OS SANTOS E OS ANJOS
- Prefácio (dr. Rafael Vitola Brodbeck)
- Introdução Geral (Carlos Martins Nabeto)
- 1. Maria
- 2. Os Santos
- 3. Os Anjos
- 4. Imagens x Idolatria
- Anexo: Relação de Padres e Escritores do Período Patrístico
- Índice Onomástico
PEDIDOS
Peça já o Volume 3 (”Maria, os Anjos e os Santos”) clicando aqui .
Peça também os Volumes anteriores:
Volume 1: “A Palavra de Deus e a Profissão de Fé”. [Dados da Obra ]
Volume 2: “Deus Pai, Filho e Espírito Santo”. [Dados da Obra ]
Comentário do padre Cantalamessa à liturgia do próximo domingo
ROMA, sexta-feira, 28 de setembro de 2007 (ZENIT.org).-Publicamos o comentário do Pe. Raniero Cantalamessa, ofmcap. – pregador da Casa Pontifícia – à liturgia do próximo domingo, XXVI do tempo comum.
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XXVI Domingo do tempo comum [C]
Amós 6, 1. 4-7; I Timóteo 6, 11-16; Lucas 16, 19-31
Um homem rico vestido de púrpura e linho
O tema principal que se deve trazer à luz, a propósito da parábola do rico que se lê no Evangelho do próximo domingo, é sua atualidade, isto é, como a situação se repete hoje, entre nós, tanto no âmbito mundial como no local. No âmbito mundial, os dois personagens são os dois hemisférios: o rico representa o hemisfério norte (Europa ocidental, América, Japão); o pobre Lázaro, com poucas exceções, o hemisfério sul. Dois personagens, dois mundos: o primeiro mundo e o «terceiro mundo». Dois mundos de desigual tamanho: o que chamamos «terceiro mundo» representa de fato «dois terços do mundo». Está se afirmando o costume de chamá-lo precisamente assim: não de «terceiro mundo» (Third world), mas de «dois terços do mundo» (two-third world).
O mesmo contraste entre o rico e o pobre Lázaro se repete dentro de cada uma das duas agrupações. Há ricos que vivem lado a lado com pobres Lázaros nos países do terceiro mundo (aqui, de fato, seu luxo solitário resulta ainda mais estridente em meio à miséria geral das massas), e há pobres Lázaros que vivem lado a lado com ricos nos países do primeiro mundo. Em todas as sociedades chamadas «do bem-estar», algumas pessoas do espetáculo, do esporte, do setor financeiro, da indústria, do comércio, contam seus rendimentos e seus contratos de trabalho só em bilhões, e tudo isso ante o olhar de milhões de pessoas que não sabem como chegar com seu escasso salário ou seguro-desemprego para pagar o aluguel, os remédios, os estudos de seus filhos.
A coisa mais horrível, na história relatada por Jesus, é a ostentação do rico, que este faça alarde de sua riqueza sem olhar para o pobre. Seu luxo se manifestava sobretudo em dois âmbitos, a comida e a roupa: o rico celebrava grandes banquetes e se vestia de púrpura e linho, que eram, naquele tempo, tecidos de rei. O contraste não existe só entre quem reinventa de comida e quem morre de fome, mas também entre quem troca de roupa diariamente e quem não tem um farrapo de roupa. Aqui, em um desfile de modas, apresentou-se uma vez um vestido feito de lâminas de ouro; custava bilhões das antigas liras. Temos de dizer-lhes sem reticências: o êxito mundial da moda italiana e o negócio que determina nos afetaram; já não prestamos atenção a nada. Tudo o que se faz neste setor, também os excessos mais evidentes, gozam de uma espécie de trato especial. Os desfiles de moda que em certos períodos enchem os noticiários vespertinos à custa de notícias muito mais importantes, são como representações da parábola do rico.
Mas até aqui não há, no fundo, nada de novo. A novidade e aspecto único da denúncia evangélica dependem do todo desde o ponto de vista de observação do sucesso. Tudo, na parábola do rico, se contempla retrospectivamente, desde o epílogo da história: «Um dia o pobre morreu e foi levado pelos anjos ao seio de Abraão. Morreu também o rico e foi sepultado». Se fôssemos levar a história à tela, bem se poderia partir (como se faz freqüentemente nos filmes) deste final de ultratúmulo e mostrar toda a história em flashback.
Fizeram-se muitas denúncias similares da riqueza e do luxo ao longo dos séculos, mas hoje todas parecem retóricas ou superficiais, anacrônicas. Esta denúncia, depois de dois mil anos, conserva intacta sua carga negativa. O motivo é que quem a pronuncia não é um homem que defende os ricos ou pobres, mas que está acima das partes e se preocupa tanto com os ricos quanto com os pobres, inclusive talvez mais com os primeiros que com os segundos (a estes ele sabe que estão menos expostos ao perigo!). A parábola do rico não se sugere pelo ódio aos ricos ou pelo desejo de ocupar seu lugar, como tantas denúncias humanas, mas por uma preocupação sincera por sua salvação. Deus quer salvar os ricos de sua riqueza.
[Tradução realizada por Zenit]
Foi lançado hoje o 2º volume da série “Citações Patrísticas” compilado e organizado por Carlos Martins Nabeto.
Este volume, com 108 páginas, é dedicado ao tema “Deus Pai, Filho e Espírito Santo” e conta, como o anterior, com aprovação eclesiástica (Nihil Obstat e Imprimatur).
Em suma, eis a matéria abrangida por este novo e-book:
- Prefácio (prof. Alessandro Ricardo Lima)
- Introdução Geral (Carlos Martins Nabeto)
- Deus:
1) A Santíssima Trindade: existência - unidade das Pessoas divinas - distinção das Pessoas divinas.
2) Deus Pai: Deus - monoteísmo - o nome de Deus - Deus é todo-poderoso - Deus é justo, sábio e onisciente - Deus se relaciona com o homem - a graça divina - Deus deve ser amado.
3) Jesus Cristo: seu nome - a encarnação do Verbo - verdadeiramente Deus e homem - filho único de Deus - sua primeira vinda - homem sem pecado - novo Adão - Verbo do Pai - amava perfeitamente sua Mãe - não teve irmãos consaguíneos - morreu verdadeiramente - desceu aos infernos - ressuscitou dos mortos - é redentor do gênero humano - seu sangue é valiosíssimo - sua vontade e conhecimento - todo homem deve confessá-lo - ultrajado por judeus e pagãos.
4) O Espírito Santo: terceira Pessoa da Trindade - ação vivificante - procede do Pai e do Filho.
Como o volume anterior, a obra está sendo lançada em formato de e-book (PDF) e estará disponível GRATUITAMENTE a todos os interessados que manifestarem o desejo de recebê-la por e-mail. Os leitores que ficarem satisfeitos com o conteúdo da obra são estimulados a procederem uma doação, de QUALQUER QUANTIA, visando a atualização e ampliação dos volumes que compõem a série, bem como para colaborar com os projetos do Autor, como a expansão e manutenção do site COCP-Central de Obras do Cristianismo Primitivo (http://cocp.nabeto.ihshost.com), que disponibiliza escritos da Igreja primitiva em sua íntegra.
A série completa, em 6 (seis) volumes, entregará ao leitor mais de 1600 citações patrísticas e estará assim organizada:
- Volume 1: A Palavra de Deus e a Profissão de Fé
- Volume 2: Deus Pai, Filho e Espírito Santo
- Volume 3: Maria, os Santos e os Anjos
- Volume 4: A Igreja de Cristo
- Volume 5: Os Sete Sacramentos e a Criação
- Volume 6: Escatologia e Questões Diversas
A obra é recomendada a todos os que amam a única Igreja de Cristo e/ou se interessam pela Patrística, especialmente sacerdotes, religiosos, seminaristas, catequistas e ministros extraordinários, além de estudantes de Teologia e leigos em geral que queiram conhecer a doutrina cristã tal como foi professada pela Igreja primitiva (e continua sendo pelo Catolicismo!).