Notícias e novidades da Igreja Católica no mundo

Arquivo de fevereiro, 2008


Fernando Casanova - Um dia encontrei Jesus na Eucaristía

fev 26, 2008 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Vídeos
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Durante uma “audiência dupla” o Papa augura uma Quaresma de conversão

fev 22, 2008 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Santa Sé

VATICANO, 20 Fev. 08 / 12:00 am (ACI).- Para poder atender à multidão de fiéis que acudiram esta quarta-feira na Audiência geral, logo depois da pausa de uma semana devido aos Exercícios espirituais da Cúria, o Papa Bento XVI desdobrou a Audiência em duas partes, e augurou aos fiéis uma Quaresma de autêntica conversão a Deus.

O Papa se reuniu em primeiro lugar brevemente com os peregrinos que, ao não poder ingressar na Sala Paulo VI, se reuniram na Basílica de São Pedro.

Nas breves palavras que ali pronunciou, antes de dirigir-se à Sala para seguir com a Catequese sobre Santo Agostinho, o Pontífice augurou que “o caminho quaresmal que estamos percorrendo seja ocasião favorável para um decidido esforço de conversão e de renovação espiritual para um despertar à fé autêntica, para uma saudável recuperação do relacionamento com Deus e para um compromisso evangélico mais generoso”.

“Com a consciência de que o amor é um estilo de vida que caracteriza ao cristão, não vos canseis de ser em todo lugar testemunhas da caridade“, concluiu sua mensagem na Basílica vaticano.


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Santo Agostinho explica o verdadeiro sentido da laicidade, diz o Papa

fev 21, 2008 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Santa Sé, Santos da Igreja

Santo Agostinho explica o verdadeiro sentido da laicidade, diz o Papa

VATICANO, 20 Fev. 08 / 12:00 am (ACI).- Ao retomar as Catequeses das quartas-feiras logo após dos seus Exercícios Espirituais, o Papa Bento XVI voltou ao tema da vida e obras de Santo Agostinho de Hipona e o apontou como o autor que explica o modelo de uma laicidade bem entendida.

O Pontífice começou destacando a figura de Santo Agostinho –a quem dedicou uma quarta Audiência geral- como “grande testemunha de Cristo”, cujas inumeráveis obra “são de importância capital, e não só para a história do cristianismo”.

O exemplo mais claro, explicou o Papa, são as Confissões, um dos livros da antigüidade cristã mais lidos até agora. Escritas entre o 397 e o 400, durante seu episcopado, são uma “meditação interior” realizada diante de Deus, que descrevem “o caminho interior” do antigo intelectual, uma “confissão de suas próprias debilidades”, “de seus próprios pecados”, mas também um louvor a Deus, um olhar da própria miséria à luz de Deus que se converte em agradecimento a Ele pelo amor, que “transforma e eleva a Deus mesmo”.

“São uma espécie de autobiografia, mas autobiografia na forma de um diálogo com Deus. E este gênero literário reflete precisamente a vida de Santo Agostinho, que era uma vida não fechada em si mesmo, tampouco uma vida dispersa em tantas coisas, mas substancialmente uma vida vivida como diálogo com Deus e assim uma vida para os outros”, disse o Pontífice.

Logo adicionou: “E existem muitos irmãos que gostam destas obras, e devo dizer que eu sou um destes irmãos“.

O Santo Padre ilustrou logo algumas obras do Bispo de Hipona, fazendo um elenco, junto das famosas “Retratações” – dois livros nos quais Santo Agostinho, já ancião revisou todos seus escritos deixando “um ensinamento de sinceridade e de humildade intelectual”- as mais de 330 cartas e as quase 600 homilias, “fruto de quarenta anos de pregação” que fazem pensar em cerca de 4.000 sermões, muitos dos quais “transcritos e corrigidos”, para responder aos hereges, interpretar as Sagradas Escrituras e edificar aos filhos da Igreja.

Bento XVI se referiu logo à monumental “Cidade de Deus”, que descreveu como “uma obra imponente e decisiva para o desenvolvimento do pensamento político ocidental e para a teologia cristã da história”.

O Pontífice se referiu aos 22 tomos que Santo Agostinho escreveu para responder às acusações dos pagãos que culpavam ao cristianismo da queda de Roma, aduzindo que um Deus que não tinha podido impedir que a caput mundi (a cabeça do mundo) fosse arrasada pelos Godos em 410, não podia ser um Deus no qual confiar.

Santo Agostinho explicou o que se pode esperar de Deus e o que não, “qual é a relação entre a esfera política e a esfera da fé e da Igreja”.

“Também hoje este livro é uma fonte para definir bem a verdadeira laicidade e a competência da Igreja, a grande verdadeira esperança que nos dá a fé”, explicou o Pontífice; e adicionou que “portanto, o livro é uma apresentação da história da caridade governada pela Providência divina mas dividida em dois amores. Este é seu desenho fundamental, sua interpretação da história: a luta de dois amores, o amor a si até a indiferença por Deus e o amor a Deus até a indiferença de si, à plena liberdade de si para os outros, na luz de Deus”.

O Papa Bento XVI citou logo, da longa lista de obras agostinianas o tratado De Trinitate (Sobre a Trindade) , que o Santo definiu como “único criador do mundo”, “círculo de amor” e “mistério insondável” que “nas Três Pessoas é a mais real e profunda unidade do único Deus”.

Também se referiu à obra “De doctrina Christiana”, que definiu como “uma verdadeira e autêntica introdução cultural à interpretação da Bíblia e em definitiva ao mesmo cristianismo”; ao “De catechizandis rudibus”, dedicado aos problemas da instrução de muitos cristãos analfabetos.

Não deixou de mencionar “a multidão de homilias, freqüentemente pronunciadas de imprevisto, transcribidas por taquígrafos durante a pregação e imediatamente postas em circulação”.

O Papa lembrou que, deste amor do Santo pelos livros existem antigas reproduções iconográficas, como o afresco do século VI na Sancta Sanctorum Laterano, onde se vá a Santo Agostinho representado com um códice nas mãos.

Bento XVI recordou finalmente as palavras do primeiro biógrafo de Santo Agostinho, Posídio, que definiu a seu amigo Bispo como “sempre vivo” em suas obras.

“Sim, também para nós teria sido belíssimo poder escutá-lo em vivo. Mas está realmente vivo em seus escritos, está presente em nós e assim vemos a permanente vitalidade da fé a qual dedicou toda sua vida”, concluiu o Santo Padre.


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Igreja está crescendo em Cuba

fev 21, 2008 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja, Mundo

Em 1990, os católicos eram 41,21%; em 2007, 59,66%

Por Jesús Colina

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008 (ZENIT.org).- Apesar das dificuldades, o número dos católicos em Cuba está crescendo, segundo revelam as fontes estatísticas.

A última versão das Estatísticas Pontifícias, 2007, revela que neste país de mais de 1 milhões de habitantes, 59,66% são católicos. No Anuário de 2001, os católicos eram 55,26% e no ano 1990, 41,21%.

Este crescimento aconteceu depois da aguda crise que a Igreja havia experimentado após a revolução comunista. Nominalmente, antes que Fidel Castro chegasse ao poder, os católicos eram 85%.

O fato de que em anos passados o governo tivesse dificultado a concessão de vistos a sacerdotes e religiosos estrangeiros fez de Cuba um dos países no maior número de católicos por sacerdote.

Na ilha há 19.507 católicos por sacerdote, enquanto que em Togo, por exemplo, são 2.956, em Serra Leoa, 1.922, e na África do Sul, 2.798.

De qualquer forma, nos últimos anos cresceu um pouco o número de agentes pastorais. No Anuário do ano 2007 se registram 200 sacerdotes diocesanos (169 no ano de 2001), 145 sacerdotes religiosos (134 em 2001), 60 diáconos permanentes (52 em 2001), 37 religiosos não-sacerdotes (28 em 2001), 642 religiosas (546 em 2001), 1.800 missionários leigos (520 em 2001).

O único dado em tendência contrária, segundo as estatísticas, é o número de catequistas: em 2007 havia 4.627, enquanto que, em 2001, eram 5.024. Deve-se levar em conta, contudo, que muitos dos missionários leigos, cujo número se triplicou, fazem o serviço de catequista.


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20% das escolas elementares da Índia são cristãs

fev 18, 2008 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Igreja, Mundo

Informa o Vaticano por ocasião da visita do cardeal Cordes

CIDADE DO VATICANO, domingo, 17 de fevereiro de 2008 (ZENIT.org).- Em momentos nos quais cresce de maneira significativa a obra da Igreja no campo da educação e da assistência aos enfermos na Índia, o cardeal Paul Josef Cordes está realizando uma visita de alento e orientação.

O presidente do Conselho Pontifício «Cor Unum», instituição da Santa Sé encarregada de coordenar as organizações católicas de ajuda no mundo, se encontra no país de 15 a 19 de fevereiro por convite da Conferência Episcopal local.

O purpurado alemão, em seu encontro com os bispos indianos, reunidos em assembléia plenária em Jamshedpur, oferecerá uma reflexão «sobre o espírito do compromisso caritativo da Igreja à luz da encíclica “Deus caritas est”, sublinhando em particular as raízes cristãs da caridade», explica um comunicado emitido pela Sala de Informação da Santa Sé.

Segundo esta nota, «a visita quer reforçar o testemunho da Igreja Católica no campo caritativo, que segue fazendo-se visível através de numerosas obras de caridade».

«Os cristãos na Índia já dirigem 20% das escolas elementares, 25% das instituições de ajuda a viúvas e órfãos, e 30% das dedicadas a deficientes, leprosos e enfermos da aids», indica o comunicado vaticano.

Nestes momentos nos quais a Índia experimenta um grande crescimento econômico, o cardeal recordará aos bispos que no serviço de caridade (a diakonia) «é primordial o papel do bispo».

Na primeira etapa de sua viagem, o cardeal visitou o túmulo da beata Teresa de Calcutá, assim como algumas das casas para pobres e pessoas que sofrem fundadas por ela.


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Seita de Macedo pretende calar aos meios que denunciam suas irregularidades

fev 17, 2008 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Outros

.- A seita Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), liderada pelo polêmico empresário Edir Macedo tem aberto dezenas de processos judiciais contra os meios de comunicação e jornalistas brasileiros que denunciaram como aproveita seu status de organização religiosa para construir um império econômico.

Os pastores e adeptos da IURD abriram uns 50 processos por “prejuízo moral” contra o jornal Folha de São Paulo e uma de suas jornalistas, logo que em dezembro passado publicasse uma reportagem sobre o império das comunicações de propriedade dos líderes da seita.

Cinco pastores da seita abriram um processo contra o jornal Extra do grupo Globo do Rio de Janeiro pela publicação de uma reportagem sobre um seguidor da IURD que destruiu uma estátua de São Bento no estado da Baía (nordeste).

A IURD foi fundada faz 30 anos pelo Macedo, um ex-empregado da Loteria do Estado do Rio e diz contar com mais de seis milhões de seguidores. No Brasil conta com dois mil templos e assegura estar presente em 46 países.

O jornal Folha assinalou que a IURD é a maior proprietária de concessões de comunicação no Brasil e seu império está valorizado em mais de um bilhão de dólares. Conta com 23 cadeias de televisão, 40 estações de rádio e 19 empresas em nome de 32 membros da seita, incluindo dois jornais, uma agência de turismo, uma agência imobiliária e uma empresa de táxi aéreo.


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Bento XVI: «Transfigurados na Esperança»

fev 17, 2008 Autor: Bíblia Católica Online | Postado em: Espiritualidade

Intervenção por ocasião do Angelus

CIDADE DO VATICANO, domingo, 17 de fevereiro de 2008 (ZENIT.org).- Publicamos a intervenção de Bento XVI antes e depois de rezar a oração mariana do Angelus junto a vários milhares de peregrinos congregados na praça de São Pedro, no Vaticano.

* * *

Queridos irmãos e irmãs:

Concluíram-se ontem, no Palácio Apostólico, os exercícios espirituais que, como todos os anos, congregaram na oração e na meditação o Papa e seus colaboradores da Cúria Romana. Agradeço a todos que estiveram espiritualmente próximos de nós: que o Senhor os recompense por sua generosidade.

Hoje, segundo domingo da Quaresma, continuando com o caminho penitencial, a liturgia, após ter-nos apresentado no domingo passado o Evangelho das tentações de Jesus no deserto, convida-nos a refletir sobre o acontecimento extraordinário da Transfiguração no monte. Considerados juntos ambos episódios que antecipam o mistério pascal: a luta de Jesus com o tentador pré-anuncia o grande duelo final da Paixão, enquanto que a luz de seu Corpo transfigurado antecipa a glória da Ressurreição. Por uma parte, vemos Jesus plenamente homem, que compartilha conosco inclusive a tentação; por outra, o contemplamos como Filho de Deus, que diviniza nossa humanidade.

Desta maneira, podemos dizer que estes dois domingos constituem os pilares sobre os quais se apóia todo o edifício da Quaresma até a Páscoa, e mais, toda a estrutura da vida cristã, que consiste essencialmente no dinamismo pascoal: da morte à vida.

A montanha, o Tabor como o Sinai, é o lugar da proximidade com Deus. É o lugar elevado com respeito à existência cotidiana na qual se respira o ar puro da criação. É o lugar da oração, onde se está na presença do Senhor, como Moisés e como Elias, que aparecem junto a Jesus transfigurado e falam com ele do «êxodo» que o espera em Jerusalém, ou seja, de sua Páscoa. A Transfiguração é um acontecimento de oração: ao rezar, Jesus se submerge em Deus, une-se intimamente a Ele, adere com sua própria vontade humana à vontade de amor do Pai, e deste modo a luz penetra e aparece visivelmente a verdade de seu ser: ele é Deus, Luz da Luz. Inclusive as vestes de Jesus se tornam brancas e resplandecentes.

Isto recorda o Batismo, a veste branca que os neófitos usam. Quem renasce no Batismo é revestido de luz, antecipando a existência celestial, que o Apocalipse representa com o símbolo das vestiduras brancas (Cf. Apocalipse 7, 9.13). Aqui está o ponto crucial: a transfiguração antecipa a ressurreição, mas esta pressupõe a morte. Jesus manifesta aos apóstolos sua glória para que tenham a força de enfrentar o escândalo da cruz e compreendam que é necessário passar através de muitas tribulações para chegar ao Reino de Deus.

A voz do Pai, que ressoa no alto, proclama Jesus como seu Filho predileto, como no batismo do Jordão, acrescentando: «Escutai-o» (Mateus 17, 5). Para entrar na vida eterna é necessário escutar Jesus, seguir-lo pelo caminho da cruz, levando no coração como Ele a esperança da ressurreição. «Spe salvi». Salvos na esperança. Hoje podemos dizer: «Transfigurados na esperança».

Dirigindo-nos agora com a oração a Maria, reconhecemos nela a criatura humana transfigurada interiormente pela graça de Cristo e encomendemo-nos a sua guia para percorrer com fé e generosidade o caminho da Quaresma.

[Traduzido por Élison Santos

© Copyright 2007 - Libreria Editrice Vaticana]


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