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	<title>Comentários sobre: DVD traz críticas à Igreja Católica e defesa ao aborto</title>
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	<description>Notícias e novidades da Igreja Católica no mundo</description>
	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 18:11:18 +0000</pubDate>
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		<title>Por: jofran114</title>
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		<dc:creator>jofran114</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2008 21:55:18 +0000</pubDate>
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		<description>Prezados amigos

Paz e bem

Gostaria de apresentar os seguintes comentários a essa postagem:

Inicialmente, o que afirma o professor Alessandro Lima é verdadeiro, pois o site das CDD ao autodefinir-se no Tópico “Quem somos” de sua página na Web declara: - “Católicas pelo Direito de Decidir é uma entidade feminista, de caráter inter-religioso”. (grifo nosso). Daí conclui-se que a entidade não é constituída, em sua totalidade, por pessoas católicas. 
Pode-se dizer que o nome do site é incoerente e discriminador, já que as demais religiões não são apresentadas como defensoras das postulações das “CDD”, sendo, portanto, suas denominações religiosas omitidas dessa luta, aparentemente, só de “algumas mulheres que se dizem católicas” por tão "elevados" valores éticos e morais.

A afirmação: “a entidade é independente da hierarquia ou da instituição católica” da Socióloga Dulce Xavier é verdadeira, já que não poderia ser de forma alguma, pela diversidade das religiosidades dos integrantes dessa associação feminista e da oposição ostensiva aos valores éticos e morais postulados pela Igreja Católica.

Mais uma vez incoerente, a presidente das CDD ao afirmar: “Uma campanha da fraternidade com apenas um lado da questão é uma imposição”. Esquece-se a socióloga que a Campanha da Fraternidade é uma campanha de iniciativa única e exclusiva da Igreja Católica, portanto não há nenhuma razão para submetê-la à consulta popular. A Igreja não norteia a sua fé, os valores éticos e morais que postula e nem suas ações pelos interesses da opinião pública. Se assim o fizesse estaria tentando agradar às criaturas e não ao criador.

Cabe ainda lembrar à ilustre socióloga, que dentre as várias formas de dominação que o homem elaborou, ao longo da história da humanidade, a utilizada nas gerações dos anos 1900 até a descoberta da pílula, nos anos 60, foi educar as mulheres dizendo que elas só teriam prazer sexual se realmente amassem seus parceiros. Nessa época, quando a mulher saia da dependência do pai para a do marido, isso foi muito útil para os homens que, sempre tiveram à sua disposição, o mercado de trabalho e a liberdade sexual, época em que as prostitutas formavam o cinturão de proteção das famílias.

Naquela época a expressão “homens são animais” para dizer que homens faziam sexo sem amor, diferentemente das mulheres, seres superiores e mais humanos que os homens. Com o advento da pílula os pais das gerações depois dos anos 60 não perceberam a necessidade de modificar a formação dos homens para conviverem com essa nova mulher, pós-pílula e abertura do mercado de trabalho. O resultado, a meu ver foi nefasto, pois, hoje, ao invés de termos homens mais “humanizados”, percebendo a correlação de sexo e amor e que o amor deve levar ao sexo, temos mulheres fazendo sexo pelo sexo dissociando completamente amor e sexo como os homens do passado e os de hoje. 
Aos animais o desejo sexual das fêmeas é vinculado á procriação, nos seres humanos, a que Deus o livre arbítrio desejo está sempre disponível, para ser submetido aos valores éticos e morais de cada um.
Lamentavelmente, as defensoras do aborto esquecem-se de que o óvulo depois de fecundado torna-se um corpo estranho em seu organismo. Que seria alvo de rejeição e de destruição por sistema de defesa porque seu DNA não é idêntico ao da gestante, e conseqüentemente não faz mis parte do seu corpo é um novo corpo, uma nova vida. 
Deviam essas mulheres pesquisar quais os interesses econômicos que movem essa campanha pró-aborto e a que manipulações estão expostas, vítimas da pregação de um individualismo que só divide os fracos, tornando-os inocentes úteis para donos do poder.

José Francisco Martins</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados amigos</p>
<p>Paz e bem</p>
<p>Gostaria de apresentar os seguintes comentários a essa postagem:</p>
<p>Inicialmente, o que afirma o professor Alessandro Lima é verdadeiro, pois o site das CDD ao autodefinir-se no Tópico “Quem somos” de sua página na Web declara: - “Católicas pelo Direito de Decidir é uma entidade feminista, de caráter inter-religioso”. (grifo nosso). Daí conclui-se que a entidade não é constituída, em sua totalidade, por pessoas católicas.<br />
Pode-se dizer que o nome do site é incoerente e discriminador, já que as demais religiões não são apresentadas como defensoras das postulações das “CDD”, sendo, portanto, suas denominações religiosas omitidas dessa luta, aparentemente, só de “algumas mulheres que se dizem católicas” por tão &#8220;elevados&#8221; valores éticos e morais.</p>
<p>A afirmação: “a entidade é independente da hierarquia ou da instituição católica” da Socióloga Dulce Xavier é verdadeira, já que não poderia ser de forma alguma, pela diversidade das religiosidades dos integrantes dessa associação feminista e da oposição ostensiva aos valores éticos e morais postulados pela Igreja Católica.</p>
<p>Mais uma vez incoerente, a presidente das CDD ao afirmar: “Uma campanha da fraternidade com apenas um lado da questão é uma imposição”. Esquece-se a socióloga que a Campanha da Fraternidade é uma campanha de iniciativa única e exclusiva da Igreja Católica, portanto não há nenhuma razão para submetê-la à consulta popular. A Igreja não norteia a sua fé, os valores éticos e morais que postula e nem suas ações pelos interesses da opinião pública. Se assim o fizesse estaria tentando agradar às criaturas e não ao criador.</p>
<p>Cabe ainda lembrar à ilustre socióloga, que dentre as várias formas de dominação que o homem elaborou, ao longo da história da humanidade, a utilizada nas gerações dos anos 1900 até a descoberta da pílula, nos anos 60, foi educar as mulheres dizendo que elas só teriam prazer sexual se realmente amassem seus parceiros. Nessa época, quando a mulher saia da dependência do pai para a do marido, isso foi muito útil para os homens que, sempre tiveram à sua disposição, o mercado de trabalho e a liberdade sexual, época em que as prostitutas formavam o cinturão de proteção das famílias.</p>
<p>Naquela época a expressão “homens são animais” para dizer que homens faziam sexo sem amor, diferentemente das mulheres, seres superiores e mais humanos que os homens. Com o advento da pílula os pais das gerações depois dos anos 60 não perceberam a necessidade de modificar a formação dos homens para conviverem com essa nova mulher, pós-pílula e abertura do mercado de trabalho. O resultado, a meu ver foi nefasto, pois, hoje, ao invés de termos homens mais “humanizados”, percebendo a correlação de sexo e amor e que o amor deve levar ao sexo, temos mulheres fazendo sexo pelo sexo dissociando completamente amor e sexo como os homens do passado e os de hoje.<br />
Aos animais o desejo sexual das fêmeas é vinculado á procriação, nos seres humanos, a que Deus o livre arbítrio desejo está sempre disponível, para ser submetido aos valores éticos e morais de cada um.<br />
Lamentavelmente, as defensoras do aborto esquecem-se de que o óvulo depois de fecundado torna-se um corpo estranho em seu organismo. Que seria alvo de rejeição e de destruição por sistema de defesa porque seu DNA não é idêntico ao da gestante, e conseqüentemente não faz mis parte do seu corpo é um novo corpo, uma nova vida.<br />
Deviam essas mulheres pesquisar quais os interesses econômicos que movem essa campanha pró-aborto e a que manipulações estão expostas, vítimas da pregação de um individualismo que só divide os fracos, tornando-os inocentes úteis para donos do poder.</p>
<p>José Francisco Martins</p>
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