Por Thomas E. Woods
Tradução: Kandungus
Fonte: EWTN/YouTube
Já ouvimos todos esse papo antes, não ouvimos?
“A Igreja Católica é inimiga da ciência, do progresso e da razão”.
Bom, isso é tudo tolice e nós iremos provar sem dó.
Bem-vindos ao “A Igreja Católica: Construtora da Civilização”. Sou seu anfitrião, Thomas Woods, e gostaria de começar esta série com um fato bem óbvio para a maioria: há um certo “duplo padrão” no mundo quando se fala em Igreja Católica. Você pode dizer o que quiser sobre a Igreja Católica; sua carreira não terminará, ninguém se importará, não haverá indivíduos ofendidos, nem greves de fome… Você diz o que quiser e está tudo bem. Na verdade, você será ainda melhor tratado nos círculos em voga do que antes.
Então, qual o resultado disso?
O resultado é que você pode escapar impune mesmo dizendo as coisas mais absurdas e ridículas sobre a Igreja Católica. E as pessoas acreditam! Elas tendem a acreditar em toda e qualquer calúnia absurda contra a Igreja Católica; mas, pior ainda, alguns católicos – eu acredito – começaram a incorporar algumas dessas críticas e, no fundo, acho que eles mesmos se perguntam: “A Igreja foi, afinal das contas, uma influência positiva na História? Não foi ela responsável só por repressão e ignorância? Não foi ela uma oponente das ciências?” Todos fomos ensinados a acreditar nisto… Aliás, seria um milagre se não acreditássemos!
Porém, não é verdade! E nesta série mostraremos por quê. Iremos exibir a verdadeira glória da Igreja Católica.
Os ataques à Igreja Católica e à crença religiosa em geral aceleraram-se nos últimos cinco anos, mais ou menos. Nós vimos em anos recentes best-sellers escritos por Richard Dawkins, Daniel Dennett e Sam Harris, condenando a crença religiosa em geral como “irracional” e “imbecil”; na verdade, eles estão dizendo às crianças deste país: “Seus pais são tolos por ensiná-los a religião”.
Pior do que isso é que depois do atentado de 7 de julho de 2005 em Londres, o que vemos é essa tendência do terrorismo islâmico dar a intelectuais uma justificativa para que se oponham à todas as religiões, com o argumento de que “toda religião é irracional; toda religiâo pode causar violência; então todas devem ser condenadas”. Por exemplo, no escocês “Sunday Herald”, Muriel Gray afirma: “A causa de toda esta miséria, desordem, violência, terror e ignorância é, evidentemente, a própria religião”.
E ela chama a religião de “disparate da Idade das Trevas”: “Para o governo de um país secular como o nosso” – ela diz – “tratar a religião como se esta tivesse mérito verdadeiro ao invés de tomá-la como um anacronismo absurdo, que educação, conhecimento e experiência podem ‘esperançosamente’ superar com o tempo, é um dos eventos mais deploráveis do século XXI”.
Vou deixar de lado o fato de que ela não sabe usar corretamente a palavra ‘esperançosamente’. Isso é um outro assunto; o principal é que esta é a crítica.
Outra crítica: Polly Toynbee, do “London Guardian” diz: “Chegou o momento de ser sério sobre toda religião e traçar uma linha firme entre o mundo real e o mundo dos sonhos”.
No “London Spectator”, Matthew Parris diz: “Aquilo que une um Mulá extremista a um padre católico ou pastor evangélico protestante é, na verdade, muito mais significativo e interessante do que aquilo que os separam”.
Estas críticas tornaram-se rotina; ouvimo-las [sempre], entra dia, sai dia. Toda religião é inimiga do progresso, mas a Igreja Católica em particular é consistentemente vista como inimiga da ciência e do progresso; do conhecimento, principalmente. Por que isso? Como aconteceu? Leia o restante deste artigo »
Segundo uma recente pesquisa dos Cavaleiros de Colombo
Por Nieves San Martín
NEW HAVEN, sexta-feira, 22 de janeiro de 2010 (ZENIT.org).- Às vésperas do 37º aniversário da sentença do Tribunal Supremo dos Estados Unidos no caso Roe versus Wade, que legalizou o aborto em todo o país, uma pesquisa recente mostra que a grande maioria dos americanos acredita que o aborto é moralmente incorreto.
A geração do milênio (os que têm entre 19 e 29 anos) considera o aborto “moralmente incorreto”, inclusive mais (58%) que a geração do boom (os que têm entre 45 e 64 anos), com 51%. O resultado da geração X (entre 30 e 44 anos) é similar ao da geração do milênio (60% veem o aborto como “moralmente incorreto”). Mais de 6 de cada 10 da geração dos mais velhos (maiores de 65 anos) pensam a mesma coisa.
Esta recente pesquisa, levada a cabo entre o final de dezembro e o começo de janeiro, é a última de uma série de pesquisas semelhantes organizadas pelos Cavaleiros de Colombo e realizadas pelo Instituto Marista para a Opinião Pública.
Em outubro de 2008 e julho de 2009, a pesquisa fez o acompanhamento de uma tendência crescente à posição pró-vida, confirmada por Gallup e pelo estudo do Centro Pew de meados de 2009.
A pesquisa dos Cavaleiros de Colombo – Maristas está disponível em www.kofc.org / moralcompass.
“Os americanos de todas as idades – e os jovens em número ainda maior que seus pais – veem o aborto como algo moralmente errado – disse o supremo cavaleiro Carl Anderson. Os Estados Unidos deram um giro e estão abraçando a vida e, ao fazê-lo, estão abraçando um futuro do qual eles – e todos nós – poderemos estar orgulhosos.”
E acrescentou: “Os avanços na tecnologia mostram claramente – e cada vez mais claramente – que uma criança não-nascida é totalmente um ser humano. Isso, e o grande número de americanos que conhecem uma das muitas pessoas que foram negativamente afetadas pelo aborto, são certamente duas das razões pelas quais os americanos estão cada vez mais incomodados com o legado de aborto de Roe v. Wade, e com o aborto em geral. A maioria dos americanos entende que o aborto tem consequências e que estas não são boas”.
A questão do aborto faz parte de uma pesquisa mais ampla que será divulgada nos próximos dias.
Este informe apresenta os resultados de uma pesquisa feita com 2.243 americanos – incluindo uma amostra suplementar de 1.006 da geração do milênio. Os resultados para os americanos têm uma margem de erro de +/-2% e, para a geração do milênio, +/-3%.
Os dados foram recolhidos de 23 de dezembro de 2009 a 4 de janeiro de 2010, usando um painel online baseado em probabilidades de Knowledge Networks, Inc.
Há informação adicional disponível em www.kofc.org.
Fonte: Veritatis Splendor Blog
Narrador: Emerson H. de Oliveira.
Relato de parte do testemunho da conversão ao catolicismo de James Akin mostrando seu estudo sobre Pedro ser a Rocha.
VATICANO, 13 Jan. 10 / 01:04 pm (ACI).- Em meio de uma jornada dominada pela dor pelo terremoto que golpeou o Haiti, para quem o Papa Bento XVI pediu urgentemente a ajuda da comunidade internacional, o Santo Padre dedicou a Audiência Geral de hoje às ordens mendicantes do século XIII, dominicanos e franciscanos, e explicou que solo os Santos, guiados Por Deus são “os autênticos reformadores da vida da Igreja e da sociedade”.
Em sua habitual catequese na Sala Paulo VI e perante umas nove mil pessoas, o Pontífice se referiu às ordens fundadas por São Francisco de Assis e São Domingo de Gusmão, assinalando os que alcançam a santidade, como estes dois grandes fundadores, convertem-se em “mestres com a palavra e testemunhas com o exemplo, promovem uma renovação eclesiástica estável e profunda”.
Santos como Francisco de Assis e Domingo de Gusmão “foram capazes ler com inteligência os “sinais dos tempos”, intuindo os desafios que a Igreja daquela época deveria enfrentar, como o aparecimento de grupos radicais que se afastavam da verdadeira doutrina cristã; o aumento das populações urbanas sedentas de uma intensa vida espiritual; e a transformação cultural que eclodia a partir das Universidades”. Um destes desafios era “a expansão de vários grupos e movimentos de fiéis que, embora inspirados por um desejo legítimo de vida cristã autêntica, colocavam-se freqüentemente fora da comunhão eclesiástica”.
Entre estes grupos, disse o Papa, estavam os cátaros ou albigenses, que re-propuseram antigas heresias como “o desprezo do mundo material, a negação da livre vontade e a existência de um princípio do mal equiparável a Deus”.
Movimentos como aqueles tiveram êxito, “não só por sua sólida organização, mas também porque denunciavam uma desordem real na Igreja, causado pelo comportamento pouco exemplar de diversos representantes do clero”, acrescentou Bento XVI
Entretanto, os franciscanos e os dominicanos “demonstraram que era possível viver a pobreza evangélica sem separar-se da Igreja”, renunciando não somente à posse de bens materiais, mas também rechaçando que a comunidade fosse proprietária de terrenos e bens imóveis, testemunhando assim “uma vida extremamente sóbria para ser solidários com os pobres e confiar apenas na Providência”.
O estilo pessoal e comunitário das ordens mendicantes, “somado à adesão total ao ensino da Igreja e à sua autoridade foi muito apreciado pelos pontífices da época, que ofereceram seu pleno apoio a essas novas experiências eclesiásticas, reconhecendo nelas a voz do Espírito”.
“Também hoje, inclusive vivendo em uma sociedade em que prevalece o ter sobre o ser, somos muito sensíveis aos exemplos de pobreza e solidariedade”, observou Bento XVI, recordando que Paulo VI afirmava que “o mundo escuta com agrado aos mestres quando também há testemunhas. Esta é uma lição que não deverá ser esquecida jamais na obra de difusão do Evangelho: viver em primeira pessoa o que se anuncia, ser espelho da caridade divina”.
Do mesmo modo, as ordens responderam à exigência muito difundida em sua época da instrução religiosa, pregando e tratando “temas muito próximos à vida da gente, sobre tudo a prática das virtudes teologais e morais, com exemplos concretos, facilmente compreensíveis”.
Dada sua importância, estas ordens mendicantes promoveram instituições leigas como os grêmios ou as autoridades civis as consultavam freqüentemente. Os franciscanos e dominicanos foram assim “os animadores espirituais da cidade medieval” e “puseram em marcha uma estratégia pastoral adequada às transformações da sociedade”. Em um tempo em que as cidades cresciam, construíram seus conventos em zonas urbanas e viajaram de um lugar a outro, “abandonando o princípio de estabilidade que tinha caracterizado a vida monástica durante séculos”.
Outra grande provocação eram “as transformações culturais”, que tornavam muito vivaz a discussão nas universidades. Daí que os frades “entrassem nos ateneus mais famosos como estudantes e professores, erigissem centros de estudo e incidissem significativamente no desenvolvimento do pensamento”.
Ao falar das chamadas “terceiras ordens” dependentes dos franciscanos e dominicanos, onde se reuniam os leigos, o Santo Padre disse que “a proposta de uma ‘santidade leiga’ conquistou muitas pessoas. Como recordou o Concílio Ecumênico Vaticano II, a chamada à santidade não está reservada a alguns, mas é universal. Em todos os estados de vida, seguindo as exigências de cada um deles, encontra-se a possibilidade de viver o Evangelho. Também hoje todo cristão deve ter a ‘medida alta da vida cristã’ em qualquer estado de vida ao que pertença!”.
“Hoje, vivendo em uma sociedade em que com freqüência prevalece o ‘ter’ sobre o ‘ser’, somos muito sensível aos exemplos de pobreza e solidariedade, que os fiéis oferecem com opções valentes. Também hoje não faltam iniciativas similares: os movimentos, que partem realmente da novidade do Evangelho e o vivem com radicalidade no hoje, ficando nas mãos de Deus, para servir ao próximo. Esta é uma lição para não esquecer nunca na obra da difusão do Evangelho, viver pessoalmente o que se anuncia, ser espelho da caridade divina”.
Ao finalizar sua catequese, Bento XVI ressaltou que “hoje também há uma “caridade da verdade e na verdade”: “uma “caridade intelectual” para iluminar as inteligências e conjugar a fé com a cultura”.
“A tarefa dos franciscanos e dominicanos nas universidades medievais é um convite a estar presentes nos lugares de elaboração do saber para propor, com respeito e convicção, a luz do Evangelho sobre as questões fundamentais que correspondem ao ser humano, a sua dignidade e o seu destino eterno”, concluiu o Papa Bento.
Fonte: UOL Notícias
Cidade do Vaticano, 13 jan (EFE).- O papa Bento XVI manteve hoje uma conversa no Vaticano com Susanna Maiolo, a mulher de 25 anos que o derrubou durante a Missa do Galo passada, informou hoje o Vaticano.
O encontro, segundo o porta-voz da Santa Sé, Federico Lombardi, aconteceu ao final da audiência pública das quartas-feiras, em um recinto anexo à Sala Paulo VI do Vaticano.
Maiolo, precisou Lombardi, expressou ao papa seu “pesar” pelo ocorrido e lhe pediu perdão, e Bento XVI deu seu perdão e mostrou interesse pela saúde da mulher.
MEXICO D.F., 07 Jan. 10 / 07:02 pm (ACI).- A Conferência do Episcopado Mexicano (CEM), defendeu a instituição familiar fundada no matrimônio entre um homem e uma mulher e chamou a um maior debate sobre a equiparação das uniões homossexuais ao matrimônio aprovada no DF, que está causando controvérsia na sociedade mexicana.
Segundo informou o Sistema Informativo da Arquidiocese do México (SIAME), o Secretário Geral do Episcopado, Mons. Víctor René Rodríguez, sublinhou que os bispos também manifestam seu apoio ao Arcebispo do México, Cardenal Norberto Rivera e a “toda iniciativa que a Arquidiocese do México leve a cabo em relação a este tema, causa de controvérsia na sociedade e no seio familiar”.
“A instituição familiar é a responsável por procriar e propiciar que os filhos tenham o referente de um pai e uma mãe para sua educação e desenvolvimento como pessoas”, recordou.
Solidariedade com Cardeal
Nesse sentido, bispos de diferentes estados mexicanos expressaram sua solidariedade com o Cardeal Rivera Carrera, por defender os princípios familiares e os direitos dos menores.
O Arcebispo de Guadalajara, Cardeal Juan Sandoval Íñiguez, apontou que foi lamentável a aprovação das uniões homossexuais no DF e a possibilidade de adotar crianças. “É a coisa mais absurda: fere profundamente aos possíveis adotados porque lhes distorce totalmente sua capacidade de identidade”, advertiu.
Indicou que a Igreja respeita a todas as pessoas e seu direito de levar a vida que lhes pareça, mas indicou que é incorreto que as leis invadam os âmbitos de uma instituição divina como é o matrimônio. “Há muitas formas de formar associações, mas que não lhe digam matrimônio porque isso é invadir um âmbito que não pertence ao Estado”, expressou.
Por sua parte, o Arcebispo de Leão, Mons. José Guadalupe Martín Rábago, apontou que a atitude dos deputados do DF “não é digna de ser aprovada” porque atentaram contra a “sã antropologia” da sociedade mexicana. Mons. Alberto Suárez, Arcebispo de Morelia, acrescentou que os legisladores não respeitaram a própria antropologia humana.
MEXICO D.F., 21 Dez. 09 / 01:29 pm (ACI).- O Arcebispo Primaz do México, Cardeal Norberto Rivera Carrera, assinalou que a recente lei que aprova as uniões homossexuais na capital é uma norma “imoral, inadmissível e imperdoável” que “atinge em sua estrutura mais íntima as famílias mexicanas, instituição sobre a qual nosso país construiu sua rica história, seus valores e sua espiritualidade”.
O Cardeal explicou que “esta lei –que equipara a união entre pessoas do mesmo sexo com o matrimônio entre um homem e uma mulher– abriu as portas a uma perversa possibilidade para que estes casais possam adotar a crianças inocentes, cujo direito a ter uma família constituída por uma mãe e um pai não será respeitado, com os conseqüentes danos psicológicos e morais que provocará tal injustiça e arbitrariedade. Isto, certamente, é absolutamente inadmissível e imperdoável”.
O Arcebispo Primaz insistiu logo em recordar aos “nossos legisladores que a união conjugal entre um homem e uma mulher é a única capaz de procriar, e que isto não é questão de concepções religiosas mas de uma realidade. A própria natureza humana ditou as bases da instituição do matrimônio heterossexual, para bem dos contraentes, para a geração e educação dos filhos, e para a formação sã e adequada da sociedade”.
Por isso, continuou o Cardeal Rivera, “a Igreja considera uma aberração equiparar as uniões entre pessoas do mesmo sexo com o matrimônio, pois estas são incapazes de alcançar os fins que deram origem a esta imprescindível instituição que, para os cristãos, não obedece apenas a uma forma de organização social, mas que é uma ordem instituída por Deus desde a criação do mundo, e sobre esta vontade divina que rege a moral conjugal não pode estar nenhuma lei humana. Tal pretensão não é mais que soberba, e indevidamente levará a sociedade à ruína, o qual nos preocupa profundamente”.
“Com as uniões entre pessoas do mesmo sexo, a mãe e o pai se convertem em meras palavras e os sexos carecem de sentido. Nossas crianças e jovens correm um gravíssimo risco ao ver como normais este tipo de uniões, e podem entender equivocamente que as diferenças sexuais são um simples tipo de personalidade, deixando assim de apreciar a dualidade da sexualidade humana, que é condição da procriação e, portanto, da conservação e desenvolvimento da humanidade”.
O Cardeal destacou logo que “as uniões entre indivíduos do mesmo sexo não têm futuro, já que são poucas as pessoas homossexuais que desejam unir-se sob este esquema com seu par, o qual pode observar-se nos países que já contam com esta lei, e nos quais se aprecia uma tendência à queda no número de uniões desta índole”.
O Arcebispo denunciou logo que a decisão “tomada arbitrária e irresponsavelmente pelos deputados do Distrito Federal vai contra a vontade da imensa maioria dos cidadãos, conforme demonstram as pesquisas, de modo que os legisladores atentaram e, uma vez mais, como aconteceu com a criminal lei do aborto, se burlaram da sociedade, da família e dos valores do povo mexicano, ao rechaçar a solicitude formulada tanto por instituições como por pessoas, que exigiu realizar um referendum entre a população”.
O Cardeal Rivera reiterou ademais que “negar a alguém a possibilidade casar-se com outra pessoa de seu próprio sexo não é discriminá-la, mas reconhecer e defender ao matrimônio como instituição essencialmente heterossexual. Uma união formal entre pessoas do mesmo sexo será o que for, mas jamais será um matrimônio, e desde os valores cristãos sempre será imoral”.
Não existe, prosseguiu, “nenhum fundamento racional ou ético para assimilar ou estabelecer analogias, nem sequer remotas, entre as uniões homossexuais e o intuito de Deus sobre o matrimônio e a família. O matrimônio é santo, enquanto que as relações homossexuais contrastam com a lei moral natural. Os atos homossexuais, em efeito, ‘fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma verdadeira complementaridade afetiva e sexual. Não podem receber aprovação em nenhum caso’”.
Logo depois de explicar que as relações sexuais homossexuais são intrinsecamente perversas, mas que a Igreja nunca condena as pessoas que sofrem a inclinação homossexual, o Cardeal alentou a que “a aprovação arbitrária desta lei imoral seja o antídoto para que em outros estados da República não sigam este perverso exemplo e se faça o que for necessário para defender constitucionalmente a família, comprometendo os fiéis leigos a evitar, por cursos legais, estes atropelos contra a sociedade mesma e seus valores mais preciosos”.
Depois de pedir orações pelos deputados que aprovaram esta lei imoral, o Cardeal concluiu fazendo votos para que “Nosso Senhor Jesus Cristo, que veio a nós na humildade da carne, reine sobre nossa afligida nação, e que o amoroso amparo de sua Santíssima Mãe, Nossa Senhora de Guadalupe, estenda-se sobre todos vocês e suas famílias”.